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domingo, 20 de março de 2016

Ondas conscienciais

                                                                            


           Todo o universo é preenchido por correntes de ondas, um desses tipos de onda ganha intensidade formando o quark, os quark aglomerados formam a matéria.
           Mas não são só essas ondas que permeiam o universo, as ondas consciências, em termo de grau de importância estão acima das ondas de rádio, de tv, de raios solares, enfim estão acima de todas as outras ondas que existem, porque afinal são elas que criam todas as realidades existentes no universo.
           E se alguém ainda tem dúvidas de que nossa consciência interfere na criação de nossa realidade veja no link no final do texto o vídeo da prova cientifica desse evento. Já estamos cansados de saber que a psicologia e o espiritismo a décadas nos indica que somos nós que construímos nosso céu e nosso inferno, a física quântica vem apenas nos reafirmar esse fato.
            As ondas dos espíritos superiores são ondas elaboradas que sintonizam outras ondas idênticas e sintonizam também outros tipos de ondas, o sofrimento de outrem, por exemplo, desperta nos espíritos superiores a sensação de piedade, que é uma das expressões do amor.
           Uma corrente de pensamento emitida por uma entidade superior, dirigida pela vontade dessa entidade sintoniza qualquer tipo de onda que essa entidade quiser sintonizar, levando sentimentos e informações necessárias para modificar a onda sintonizada, e nós podemos buscar e sintonizar essas ondas com nossa vontade e concentração, as entidades superiores podem emitir várias ondas de natureza diferente, e de forma simultânea.
             Essas entidades são ondas que agregam em se outras ondas menores que se desenvolvem com seu auxilio, jesus é uma onda gigante que preenche nosso universo, nos picos e vales, da onda gigante que é jesus, existem outras pequenas ondas em desenvolvimento que somos nós, jesus auxilia nosso desenvolvimento com informações que sintonizamos em seu próprio ser, em compensação essas informações geram vivencias em nós capaz de nos transformar e nos purificar cada vez mais , como nos somos uma onda gerada e mantida por uma onda maior, que é Deus, todo sentimento em nós que atinge um grau de purificação maior galga degraus mais altos dentro dessa onda agregando valores a nós que somos a onda pequena e a Deus que é a onda gigante, dessa forma estamos em jesus como jesus está em nós, lembrando que como somos formados a partir da perturbação de um ponto dessa onda somos formados então do mesmo material dessa onda trazendo assim de forma sintetizada as mesma características dessa onda
            Como nossas células formam nosso corpo, o conjunto de todos nós, como ondas consciências formamos deus. 
            Fomos formados a partir da perturbação no vale de uma onda transportadora, a medida que vivemos e agregamos experiências novas crescemos avançando para o pico dessa onda, quando alcançamos o pico de onda transportadora a qual estamos conectados nos sintonizamos automaticamente com o vale de uma onda maior que é a transportadora de nossa transportadora anterior. 
             O pico de cada onda é representado pelo amor fraterno cada vez mais puro. 


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dificuldade de amar

                                                                   


Embora não pareça, o medo é uma das maiores pragas da humanidade, mas como tudo na vida, é também uma das melhores ferramentas para nossa evolução, é uma moeda com cara e coroa. Neste artigo discutiremos apenas um lado desta moeda que é o medo de amar.
O medo tem como principal características a defesa contra o sofrimento, e surgiu nos primórdios de nossa existência como um suporte para o instinto de preservação e perpetuação da espécie, nesse aspecto o medo é positivo, mas no desenrolar de nossa evolução essa sensação adquire as vestimentas da personalidade de cada indivíduo, e uma destas vestes é sem dúvida o falseamento da realidade espiritual do ser.
Podemos começar analisando a questão do egoísmo. Antes do início desta análise, porém gostaria de chamar a atenção para uma expressão que usei neste texto anteriormente, classifiquei o medo como uma sensação e não como um sentimento, são duas coisas diferentes, os sentimentos embora sofram transformações radicais não se extinguirá, ao passo que a sensação é um suporte para os sentimentos e se extinguirá quando se tornarem desnecessários para esses sentimentos.
Isso posto voltemos a nossa análise; o egoísta tem interesses opostos ao amor cultivando a cultura da concentração de valores materiais, quanto o amor estimula a divisão de todos os valores, se a pessoa tem a crescente necessidade de acumular bens, como poderia dividir esses bens com os outros? Esta é uma situação onde o medo dá suporte ao egoísmo, mascarando a necessidade de amar.
O amor sendo uma herança do criador e objetivo principal das leis naturais lateja dentro de cada ser com a força de um furacão tentando se tornar dominante nas paisagens da vida, sendo assim uma pressão natural exercida de dentro para fora. O egoísmo é a barreira que bloqueia a expressão deste amor fraterno, mas este amor sendo o objetivo principal de nossa existência é impossível de ser barrado e continuará eternamente forçando sua passagem obrigando o egoísta a buscar subterfúgios que justifique seu desamor. Várias formas de válvulas de escape são usadas pelo egoísta; alguns se agarram na ardência das paixões carnais, outros se justificam dizendo que amar é para os inocentes, outros dizem que agem por amor aos filhos, sem querer enxergar que o maior legado deixado aos seus não são bens matérias e sim a depuração dos sentimentos que deverá proporcionar um dia a paz interior e a felicidade real. 
Em relação aos sentimentos sabemos que os iguais se atraem o que levam os egoístas a se reunirem em torno do egoísmo formando verdadeiras falanges onde uns apoia os outros nas justificativas de seus desmandos. Aqueles que conseguem uma posição mais privilegiada dentro do grupo despertam a inveja e a admiração dos outros que passam a bajula-lo no intuito de conseguir migalhas lançadas pelo mais abastado, e este por sua vez, considerando esta adoração como uma forma de amor se sente satisfeito e procura agradar o adorador com as migalhas requeridas perpetuando assim a máscara emprestada ao verdadeiro amor. É uma troca de favores, onde o impulso que leva a suposta doação é o interesse próprio e não amor.
O amor brota da gratidão assim indiferente dos interesses que regem a relação entre duas ou mais pessoas, se esta relação for agradável às duas partes ou a qualquer uma delas, daí pode surgir a gratidão e consequentemente o amor.
A gratidão é um sentimento da alma e como tal surge de forma espontânea sem passar pelo crivo da consciência objetiva, assim como os outros sentimentos, a gratidão é de caráter eterno e tende sempre a crescer se manifestando como amor, podemos citar como exemplo, o filho ingrato que enquanto seus pais são vivos se rebelam trazendo aborrecimentos e sofrimentos, mas quando seus pais morrem sentem no peito a força do arrependimento e só então percebem com tristeza o quanto os amavam.

Quando no momento do ato sexual dizemos com frenesi, eu te amo, estamos na verdade pedindo a outra pessoa que nos ame, e que precisamos dela para continuar a ter acesso ao prazer que estamos tendo naquele momento, é o contrário do que ocorre quando com carinho afagamos os cabelos de alguém encostando sua cabeça em nosso colo, isto quer dizer venha até mim que eu te apoio e te protejo, esta é a manifestação de um amor mais profundo. 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PORQUE RACIOCINAMOS TÃO POUCO



Passamos meses e até anos a fio sendo levados por nossos traumas. Quando temos que mudar de emprego ou mudar de local de trabalho, mesmo que seja na mesma empresa, é “um Deus nos acuda”, nossa vida vira uma bagunça- ficamos nervosos, esquecemos as coisas, nosso rendimento cai, e nossa disciplina diária “vai por água abaixo”. Tudo isso acontece porque temos que formar novos quadros compostos de novos cenários e novas pessoas, mas infelizmente não fazemos isto de forma consciente enquanto estamos presos aos nossos traumas. O que nos falta não é a disposição para pensar, não pensamos porque não temos acesso suficiente á nossa porção maior de consciência que está em nossa alma.
Além de todo o mar de traumas que temos de atravessar para alcançar esta consciência maior, temos a tendência de buscar a comodidade em todas as situações, um erro grave que afeta diretamente a lei do trabalho e, consequentemente, a lei do progresso.
Assim, quando mudamos nossa rotina, em vez de criarmos novos padrões de pensamentos, buscamos simplesmente reorganizar os anteriores. Na prática, se você, em seu itinerário anterior, passava diariamente em frente a uma igreja e fazia o sinal da cruz; em seu novo itinerário quando você passar em frente à outra igreja, fará o mesmo sinal, mas você não estará se limitando ao movimento das mãos. Naquele momento todas as emoções que envolvia a situação anterior voltará a sua mente ou se você em seu antigo local de trabalho procurava alguém para desabafar, em seu novo local de trabalho irá fazer a mesma coisa e tentar viver as mesmas situações e emoções anteriores enredadas ao quadro traumático que você construiu, na maioria das vezes, de forma inconsciente.

Não somos seres irracionais, mas vivemos mais de cultura e traumas do que de raciocínio. Vivemos mergulhados em uma quimera que nos mantêm bitolados sempre nos mesmos objetivos, mantendo sempre os mesmos padrões de pensamentos que os criou. Isto de certa forma ainda é útil em uma sociedade onde quase cem por cento de seus membros não consegue pensar de forma inteligente, uma vez que com a pequena porção de consciência que usamos, já fazemos besteira de sobra. Só o conhecimento e a meditação para a busca dos sentimentos nobres livrarão os homens deste sombrio porão que é seu próprio subconsciente. Esclarecido este ponto não é difícil imaginar quanto sofrimento os traumas podem potencializar sem que você perceba. Não é só na carga emocional que, os quadros traumáticos acumulam em si, por associação, mas também por quadros carregados em nós pela sociedade através da cultura e dos nossos antepassados.

domingo, 24 de agosto de 2014

Porque adoecemos



As doenças físicas ou mentais como já sabemos não tem suas origens na matéria , geralmente são manifestações de imperfeições morais. A dor sofrida no corpo físico é na verdade um grito de socorro da alma que se encontra em desarmonia com as leis naturais e precisa de ações da consciência objetiva para entender com detalhes a origem e os mecanismos da lei infringida tornando assim viável a retomada do caminho rumo a paz interior que está diretamente relacionada com a observância da lei.
Claro que vale a pena lembrar que o amor é sempre um atalho confortável e eficiente para este caminhar. Em muitos casos os medicamentos oferecidos pela medicina fazem efeitos apenas no corpo físico, o que torna-se uma negação aos pedidos da alma, é como se disséssemos; não quero a dor, mas quero a imperfeição que originou a dor, isso com certeza não é a medida mais inteligente a tomar, trata-se apenas de protelar a solução do problema que mais cedo ou mais tarde se manifestará de formas mais agressivas e dolorosas.
Jesus nos falou que se fossemos a ele, nosso fardo seria aliviado, sabendo que fardo aqui significa dor e sofrimento, podemos perceber que o “ir a ele” significa seguir seus preceitos, principalmente a fé, pois qualquer um que entende o objetivo real da vida percebe que o futuro espiritual existe, e que a felicidade deste futuro se faz no presente, mas na fase atual da humanidade poucos espíritos estão preparados para evoluírem sem dor em busca da felicidade real, no ensinamento oferecido pela dor, o entendimento do porquê a dor acontece, torna-se um bálsamo para as feridas abertas. Apesar deste conhecimento nem sempre ser o suficiente para cicatrizar a ferida, será sempre um anestésico que aliviará a dor.
Dois grandes catalisadores do sofrimento são a intemperança e a teimosia que estão diretamente relacionados com o orgulho que sem dúvida é um dos maiores males da humanidade, isso acontece pela oposição que o orgulho faz à dor, isso porque quem tem orgulho de seu irmão não poderá ama-lo adequadamente e conforme jesus nos ensinou; o maior legado da alma é a crescente aquisição do amor.
Pietro Ubaldi em seu livro a “lei de Deus” nos explica isto da seguinte forma.

1) Trata-se de uma ética universal, que diz res­peito à vida e permanece verdadeira em todas ás suas formas chegadas a um dado nível de evolução, em qualquer corpo celeste do universo. Por isso, fi­cando acima de todos os pontos de vista particulares e relativos, esta ética resulta absolutamente impar­cial a respeito das divisões humanas, porque delas é completamente independente.

2) Trata-se de uma ética positiva, como é a ciência, baseada em fatos, de uma ética que não é senão um capítulo da Lei que tudo rege e que a ciência es­tuda em outros seus aspectos. Ética de efeitos cal­culáveis, determinística, baseada em princípios abso­lutos, sem escapatórias, como por exemplo, a lei da gravitação e as leis do mundo físico, químico, bioló­gico, matemático etc.

3) Trata-se de uma ética praticamente utilitária, concorde com o princípio fundamental da Lei, que é a justiça e também o desejo do ser; justiça que exige que o sacrifício da obediência à Lei e o esforço para evoluir encontrem a sua recompensa. Ética correspondente ao instinto fundamental do ser, que é o de fugir do sofrimento e de chegar à felicidade. Por isso, vem a ser uma ética capaz de ser entendida e aceita, porque satisfaz à forma mental do homem moderno.

4) Trata-se de uma ética racional, logicamente de­monstrada, que não se baseia na fé cega, no princí­pio de autoridade ou no terror de castigos arbitrários e obscuros, mas que convence quem saiba pensar. Uma ética que não admite enganos, porque nela se pode ver tudo claro: a perfeição e a bondade das re­gras, às quais devemos obedecer até as últimas consequências de cada ato nosso.

5) Esta ética resulta de um sistema filosófico-científico universal que tudo abrange e explica desde o princípio até o fim, sistema do qual ela representa um aspecto controlável nas suas consequências práticas da vida comum. Estas conclusões se baseiam no va­lioso apoio de teorias positivas gerais que as susten­tam, orientando-nos também a respeito de tantos ou­tros fenômenos, dos quais estas teorias oferecem uma interpretação lógica.

6) Esta ética pode ser submetida a um controle ex­perimental no laboratório da vida, com o mesmo método positivo da experimentação que a ciência usa para controlar a verdade das outras leis que vai des­cobrindo, e todas juntas, ao lado desta ética, consti­tuem a grande Lei que tudo rege.

7) De fato, estas conclusões foram submetidas, por nós que as estudamos em nossa própria vida e na alheia e por meio século, sob controle experimen­tal, que as confirmou plenamente. E muitas testemu­nhas viram os fatos que aconteceram.

8) Afinal de contas, não estamos dizendo coisa nova, mas repetindo com outras palavras o que já foi dito no Evangelho e pelas religiões mais adiantadas que o mundo possui; De tudo isto só quisemos dar demonstração lógica e prova experimental. Explica­mos a necessidade de tomar a sério e viver o que o mundo está repetindo com palavras há milênios.

9) Esta ética não somente nos orienta no imenso mundo fenomênico em que vivemos, dirigindo com conhecimento a nossa conduta, mas explica o que está acontecendo, a razão dos fatos que nos cercam e logicamente os justifica quando não quereríamos aceitá-los, como no caso do sofrimento. Esta ética, res­pondendo às nossas perguntas e oferecendo uma so­lução razoável aos problemas da nossa vida, ilumina o caminho que temos a percorrer, de modo que possamos vê-lo e nele avançar, não de olhos fechados, mas com as vantagens oferecidas pelo conhecimento da Lei e a certeza da sua justiça e bondade.

10) Esta ética responde a uma necessidade do momento histórico atual. O Céu, contemplado, admi­rado e venerado na Terra, sempre de longe, como sonho praticamente irrealizável, não pode ser apenas teoria vivida por poucas exceções: deve descer e rea­lizar-se entre nós. Seria absurdo que os grandes ideais existissem para nada, como o homem pregui­çoso preferiria. Apesar da sua indiferença, ele não pode paralisar as forças da evolução na realização do seu objetivo fundamental, que é o progresso.

Com o abrir-se da inteligência e o aumento do conhecimento, vai aparecer também no terreno da ciência positiva, a verdadeira concepção de Deus e da sua Lei. Ela sairá, então, das formas das religiões particulares em lutas entre si, da clausura das igre­jas, do exclusivismo dos seus representantes. Então, o homem, mais consciente, perceberá a grande realidade que é Deus e, finalmente, para o seu bem, se colocará, obediente, na ordem da Lei.

S. Vicente, Páscoa de 1959.
Percebam que este texto escrito em 1959 permanece, ainda hoje um termo atual, e continuará a sê-lo por tempo indeterminado, pois trata-se de uma verdade eterna, Jesus que nos pregou com tanta veemência a importância do amor, atualmente nos explica cientificamente, usando os espíritos de luz que se comunicam através de nossos médiuns porque o amor é importante.