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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Doutrina religiosa não é fé




Ter fé não significa adorar a verdade a beleza e a bondade, aceitar e entender as coisas que Jesus ensinou significa apenas conhecer a verdade. Assimilar e referenciar essas verdades são um sistema de crenças mais ligado à filosofia do que a religião, mas a fé real se expressa mais nas atitudes do que nas palavras, o conhecimento religioso muitas vezes escraviza mantendo o conhecedor preso em seus conceitos, limitados pela incapacidade intelectual de adquirir novos conhecimentos; a fé verdadeira eleva o espirito e ajusta moralmente a conduta do individuo.
A fé sem obra é morta e a crença que é intelectual não nos impulsiona a construção moral em nossa labuta diária apenas nos informam que os conceitos religiosos existem e devem ser respeitados, mas a fé verdadeira nos faz abraçar esses conceitos e tentar pratica-los o máximo possível apesar de nosso orgulho, vaidade e egoísmo.
Para a fé verdadeira os conceitos religiosos estão em primeiro lugar e devem ser vividos com tal importância, não se podem usar esses conceitos para justificar pequenas atitudes egoístas do nosso dia a dia. Se se acredita no amor fraterno então não pode existir maior ou menor grau de preconceitos. A fé verdadeira nos deixa cego em relação a isso e se alguém realmente acredita no amor, não acreditará no preconceito, portanto não poderá entendê-lo nem assimila-lo, o preconceito  simplesmente não existirá para àquela pessoa, embora isso acarrete certas dificuldades no cenário social que a pessoa está inserida. A fé real muitas vezes nos coloca como pessoas inocentes e tolas por não perceber e não aceitar a existência de determinados defeitos em outras pessoas, esse é um dos motivos que obriga o amor a Deus sobre todas as coisas, pois o suposto inocente precisa de proteção espiritual extra para não ser esmagado pela sociedade, assim como as crianças que são também detentoras dessa inocência tem garantido o direito a essa proteção divina extraordinária, muitas vezes não compreendemos direito a expressão de Jesus quando ele disse: “Em verdade vos digo que, se não vos convertestes e não vos tornardes como criança, de modo algum entrareis no reino dos céus” na verdade jesus está falando de fé e bondade nas entrelinhas, pois como eu já disse, anteriormente, se você acredita com toda fé na bondade não sobrará margem em seu coração para acreditar na maldade e você será considerado um inocente para os homens e um “anjo” para Deus.
A crença ou o conhecimento da verdade é um curto caminho para a fé, mas só se tornará fé real quando aliada a vontade de servir a Deus e de ser perfeito como Ele, quando essas duas forças; a fé e a vontade se alinham, surge a fé verdadeira capaz de modificar nossas atitudes diárias.
Uma doutrina imposta a um grupo de pessoas é uma crença, a fé verdadeira é individual e se manifesta na conduta diária do individuo revelando e aprofundando sua relação com os ideais divinos, cumprir a doutrina de um grupo não é fé e nem chega a ser religião é apenas um conhecimento, e continuará o sendo até que os ideais divinos embutidos na doutrina passam a ser verdadeiramente praticados.

Na fé real os problemas da vida material tem que ser resolvidos, pois são eles o sal que tempera nosso crescimento moral; não pode haver fanatismo nem impaciência nem intolerância, pois a fé real em Deus deixará o leme de nosso barco nas mãos de jesus, não ficaremos preocupados com o amanhã, não nos revoltaremos com os acontecimentos em nossa vida, não duvidaremos de nosso sucesso final na vida espiritual e diante de tudo isso a fé nos proporcionará a sublime paz interior que cada um anseia.   

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

CORAGEM DA FÉ



A fé requer coragem no sentido de divulgação da verdade. Se temos a fé espiritual necessária sabemos que a vida real é a vida eterna que está no espírito, assim esse será sempre o seguimento favorito, a escolha deve ser a favor da verdade espiritual, mesmo que isso fira os interesses materiais. Negar a verdade quando a conhecemos é negar a Jesus, e conforme as palavras do Cristo, aquele que o negar aqui na Terra será negado por ele diante do Pai Eterno depois do desencarne.
O correto é sentir alegria quando formos perseguidos por causa da verdade, a recompensa nos níveis consciências mais altos serão grandes, pois estaremos trabalhando para o progresso da humanidade e para o nosso próprio, exercitando o amor ao próximo, à abnegação e a resignação, desde quando aceitamos as consequências com confiança em Deus, sem reclamar.
A fé para que tenha o cunho de inabalável deve ser testada sob o crivo da ciência, isso quer dizer que quanto mais adquirimos conhecimentos sobre as leis universais, mais fortalecemos nossa fé, pois passamos a entender como as coisas realmente funcionam, inclusive para que se cumpra o primeiro e o maior dos mandamentos que é “amar a Deus sobre todas as coisas”.
 É absolutamente indispensável que se tenha fé, pois é impossível amar qualquer coisa na qual não acreditamos na existência.
Não só a lei do amor está intimamente vinculada a fé, mas também todas às outras leis. A descrença no progresso, por exemplo, nos renegaria a uma animosidade fora do comum, nos deixando prostrado sem um movimento útil sequer. O poder da fé é infinito e Jesus deixa isto muito claro quando afirma no livro de são Matheus. Quando Jesus disse: “vinde a mim os cansados e oprimidos que eu vos aliviarei”, estava se referindo, em parte, à fé; porquanto quando se tem fé em uma vida futura mais promissora se encara com mais resignação e humildade as dificuldades da vida, sentindo menos os efeitos do sofrimento, além de não sentir a dor do orgulho ferido.

Como já foi dito, a fé não está relacionada apenas com a religião, todas as ações que realizamos no nosso dia a dia requer um determinado grau de fé, se não acreditarmos em um empreendimento ou em um evento qualquer não nos ocuparemos em tentar realizá-lo. Quanto mais se tem fé mais se trabalha com afinco e dedicação na realização de qualquer coisa.