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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

FORÇA ZOO OU ECTOPLASMA



Esta é uma energia incrustada em nossos átomos e moléculas que pode ser manipulada pela mente e projetada para fora do corpo.
Conforme o Dr. Lacerda, esta energia é a mesma que constitui o corpo etérico e é considerada como matéria. Tem a forma fluídica e se condensa quando sai do corpo do médium. 
É doada, portanto, a partir do corpo etérico, e é útil nas materializações espirituais e em curas que requer energias mais densas. O doutor ainda explica com as seguintes palavras o fenômeno: “O estado de extrema fluidez é provado pela ação dos raios luminosos”. 
O ectoplasma exsudado, uma vez exposto à luz, sofre imediata dispersão; isto acontece porque a energia radiante da luz é mais intensa do que a energia de coesão molecular do ectoplasma, principalmente a energia luminosa mais intensa de comprimento de onda mais curto, espectros violeta e ultravioleta. 
Por essa razão os trabalhos de efeitos físicos devem começar em absoluta escuridão, até que a massa exsudada se adense o bastante para adquirir coesão que torne possível a resistência ao bombardeio fotônico. 
Atingido certo adensamento da massa ectoplasma, o espírito manifestante pode submeter-se à luz normal à vontade. 
Embora pareça fantasma, o corpo etérico não é espiritual e se dissolve com a morte, ao cabo de algumas horas. Ás vezes é visto nos cemitérios, em forma de uma nuvem leve que aos poucos se dissolve. Como já frisamos, não possui consciência e pode servir de alimento vital para espíritos humanos inferiores e à imensa variedade de seres habitantes do astral, principalmente os zoologicamente inferiores e os que costumam frequentar cemitérios. “Clarividentes sem experiência, não raro confundem esses duplos etéricos desativados (cascões) com fantasmas de mortos.”

         Parece que o corpo astral dos desencarnados, isto é, o corpo espiritual mais inferior, por ser mais denso, e carrega consigo massas maiores ou menores de corpo etérico.  Conforme o grau evolutivo de seu possuidor, esse corpo astral se apresenta mais ou menos denso (mais ou menos pesado) e vai lentamente perdendo esses resquícios materiais.  Sabe-se que a evolução do espírito é caraterizada pela desmaterialização progressiva dos envoltórios mais densos do espírito.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

ORGULHO E CARIDADE



Todos os vícios e defeitos têm sua origem no orgulho no egoísmo e na vaidade, sendo estes uma variação do orgulho.
 A manifestação do orgulho é uma sensação de superioridade, um completo desamor ao próximo, é o egoísmo concentrando em si o amor, o orgulhoso ama a si mesmo acima de tudo e, às vezes, até acima de Deus.
 Pela falta de amor ao próximo, o orgulho despreza os que acham que estão abaixo de si, também é contrário a humildade, produz o egoísmo que é o medo de perder a superioridade que considera seu bem maior e produz a vaidade que é uma necessidade de aumentar o poder de sedução para satisfação dos mais rudimentares instintos. São esses instintos as primeiras armas do egoísmo sempre tendo como plataforma o medo da doce e suave humildade.
O orgulho distancia as pessoas e até provoca tragédias irreversíveis.  Geralmente não aceitamos ordens dos chefes ou mesmo conselhos dos mais velhos por orgulho, o que nos trás muitas consequências desagradáveis. Há uma espécie de vaidade que se chama “vaidade intelectual”, por isso quando nos consideramos mais preparados do que o nosso chefe; temos dificuldade em aceitar suas ordens. Por detrás desse tipo de orgulho: a inveja, o egoísmo, a falta de fé na justiça divina, a insegurança (necessidade de demonstrar competência), o medo, entre outras coisas e é essa justamente uma das dificuldades em combater o orgulho, pois são manifestações inconscientes que a luz da consciência poderia “diminuir” o tamanho de nosso ego, como o orgulho é uma característica da alma que traz em si uma energia potencial muito grande. Em outras palavras, pode  que bloquear as alavancas por trás de si em uma atitude de autodefesa e acaba criando um ciclo vicioso, partindo da inveja, indo até o orgulho e retornando a inveja, quando for essa a alavanca do orgulho.
Tratar de defeitos morais não é coisa fácil justamente por serem muito subjetivos, mas no caso do orgulho como em quase todos os defeitos da alma, o amor ao próximo o anularia já que o calor do amor impede humilhar a quem a gente ama.
 Outra forma é vigiar suas atitudes pensamentos e sentimentos a cada minuto do seu dia sempre direcionando a vontade na tentativa de se aprimorar moralmente. 
Santo Agostinho usava uma forma eficiente e simples para resolver esses problemas. Todos os dias antes de se deitar ele passava em revista tudo que tinha feito durante o dia analisando se tinha desagradado ou prejudicado alguém. A fé inabalável na felicidade futura pela prática do bem, também tende a neutralizar o orgulho.

Como podemos observar, o orgulho é o contrário da humildade e da caridade, por isso o grau de evolução espiritual da pessoa pode ser medido pela força do impulso de caridade, que manifesta claramente características próprias como: doçura, afabilidade, carinho, ternura, benevolência, abnegação e devotamento. Geralmente os olhos, os gestos, a voz, o desapego da pessoa revelam essas características da caridade.