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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

O espirito e o corpo físico, visão kardecista e a universalista




O espirito conforme allan kadec

“O mundo espírita é o mundo normal, primitivo,
eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
O espirito é eterno, e atemporal e é revestido por um invólucro material que é o corpo físico. O corpo físico por sua vez é uma vestimenta temporária usada como um instrumento de evolução para o espirito.
O corpo físico  é composto por elementos emprestados pelo planeta terra e pelo sol, a terra é sustentada tanto em luz como em gravidade por sua estrela que é o sol, o sol além de fornecer a luz repassa o carbono para o corpo humano através das plantas, o carbono é uma molécula essencial que produz a energia gasta pelo corpo físico e que também faz parte da estrutura desse corpo, é interessante que o leitor pesquise sobre a importância dessa molécula para o corpo humano, a terra fornece fosforo, cálcio, agua nitrogênio, oxigênio entre outros elementos formadores de nossa estrutura física, no final das contas, o corpo físico, é apenas um empréstimo feito pela mãe terra que o recolherá quando o fluido vital que o anima o abandonar, gostaria de abrir um parêntese aqui para lembrar que o planeta terra é um corpo físico de um espirito altamente desenvolvido denominado pela nossa literatura como cristo, na mesma situação se encontra o astro solar, no caso do sol, o corpo físico que ele representa é formado pela estrela central e pelos planetas que compõe sua corte celestial, assim sendo a terra é uma molécula desse grande corpo solar e nós somos um átomo na formação dessa molécula, o mesmo ocorre com os corpos astrais dessas entidades celestiais, esclarecido esse ponto fecho o parêntese então para continuarmos a discorrer sobre o tema espirito, o espirito que encarna a forma humana está destinado a ser um ser divino e jamais se encarnará em uma forma animal na superfície do planeta terra, para o kardecista o espirito não representa um ser puro e divinal, mas sim o resumo de tudo que ele viveu, de bom e de ruim em suas encarnações pregressas, assim o homem bom é o resultado de um espirito que aproveitou e assimilou os ensinamentos e experiências vividas em suas encarnações anteriores. Os espíritos encarnados e desencarnados atuam, moldam e dirigem a matéria e a moral no plano físico. No espiritismo o espirito encarnado também recebe a terminologia de alma o que não altera o seu sentido, a vida não é a alma é um fluido universal que  anima todos os seres viventes, o fluido que anima os animais e as plantas é o mesmo que anima o corpo humano, já a alma por ser o principio inteligente reside apenas na forma humana conforme já foi mencionado.
Na erraticidade a alma recebe o nome de espirito, veja o que diz nesse sentido o livro dos espíritos na questão 134,

“134. Que é a alma?

“Um Espírito encarnado.”
a) — Que era a alma antes de se unir ao corpo?

“Espírito.”

b) — As almas e os Espíritos são, portanto, idênticos, a mesma coisa?
“Sim, as almas não são senão os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, os quais temporariamente revestem um invólucro carnal para se purificarem e esclarecerem.”
A alma em sua primeira encarnação é simples e ignorante necessitando de varias encarnações para que vá se aperfeiçoando gradativamente, dependendo a velocidade desse desenvolvimento do esforço individual de cada um. O espirito é eterno e sua estrutura é idêntica em todas as partes do universo o que muda de um para ouro é só a roupagem ou corpo físico.


O espirito conforme o livro de urantia

Já o livro de urantia é bem mais detalhista e divide o espirito criado puro e ignorante em sete espíritos que juntos formam um só. No trecho abaixo que foi retirado de sua pagina 702, os mentores nos fala sobre os primeiros seres humano que habitaram o planeta terra, os sete espíritos estão em negrito no texto abaixo.

“6. A Evolução da Mente Humana

(709.2) 62:6.1 Nós, os Portadores da Vida em Urântia, passamos por uma longa vigília e uma espera cuidadosa desde o dia em que inicialmente plantamos o plasma da vida nas águas planetárias e assim, naturalmente, até que o aparecimento dos primeiros seres realmente inteligentes e volitivos trouxesse-nos uma grande alegria e uma satisfação suprema.
(709.3) 62:6.2 Acompanhamos o desenvolvimento mental dos gêmeos, por meio da observação do funcionamento dos sete espíritos ajudantes da mente, destinados a Urântia, na época da nossa chegada ao planeta. Durante o longo desenvolvimento evolucionário da vida planetária, esses incansáveis ministradores da mente têm sempre registrado as suas habilidades crescentes de contatar as capacidades dos cérebros, em expansão sucessiva, das criaturas animais progressivamente superiores.
(709.4) 62:6.3 A princípio, apenas o espírito da intuição podia funcionar no comportamento, de instintos e reflexos, da vida animal primordial. Com a diferenciação dos tipos mais elevados, o espírito da compreensão tornou-se capaz de dotar tais criaturas com a dádiva da associação espontânea de idéias. Mais tarde observamos o espírito da coragem entrar em ação; os animais em evolução realmente desenvolviam uma forma incipiente de autoconsciência de proteção. Depois do aparecimento dos grupos de mamíferos, nós observamos o espírito do conhecimento manifestando-se em medida crescente. E a evolução dos mamíferos mais elevados trouxe à função o espírito do conselho, com o crescimento resultante do instinto de grupo e com os começos do desenvolvimento social primitivo.
(709.5) 62:6.4 Progressivamente, com o desenvolvimento dos mamíferos precursores e, em seguida, com o dos mamíferos intermediários e dos primatas, tínhamos observado o serviço implementado dos primeiros cinco ajudantes. Mas nunca os dois espíritos ajudantes restantes, os mais elevados ministradores da mente, haviam sido capazes de entrar em função no tipo de mente evolucionária de Urântia.
(709.6) 62:6.5 Imaginai o nosso júbilo, um dia — os dois gêmeos estavam com cerca de dez anos de idade quando o espírito da adoração fez o seu primeiro contato com a mente da gêmea fêmea e pouco depois com a do macho. Sabíamos que algo muito próximo da mente humana aproximava-se da culminância; e quando, cerca de um ano depois, eles finalmente resolveram, em consequência do pensamento meditativo e de decisão propositada, partir de casa e viajar para o norte, então o espírito da sabedoria começou a atuar em Urântia, nessas duas que são reconhecidas, agora, como mentes humanas.
(709.7) 62:6.6 Houve uma nova e imediata ordem de mobilização dos sete espíritos ajudantes da mente. “Estávamos cheios de expectativa; compreendíamos que se aproximava a hora longamente aguardada; sabíamos que estávamos no umbral da realização do nosso esforço prolongado para desenvolver e fazer evoluir em Urântia as criaturas dotadas de vontade.”
Esses sete espíritos, que são características da mente, tem a capacidade de fornecer dados e se conectarem com um espirito superior denominado ministra divina que tem como um dos seus corpos sutis o circuito do espirito santo que permeia todo o universo, esse circuito é composto por faixas vibracionais conhecidas por nos na superfície do planeta terra como sentimentos e são esses sentimentos que a mente humana vai sintonizando conforme vai se desenvolvendo.
Em um determinado ponto evolutivo a mente humana se torna apta a suportar a vibração de um espirito puro e perfeito criado pela inteligência suprema universal, esses espíritos são criados em serie e são todos idênticos, não tem personalidade, quando passa a habitar a mente humana é denominado de ajustador do pensamento e passa a conduzir o espirito humano, formado originalmente pelos sete espirito, em direção a havona, o paraíso central dos universos, o espirito humano conforme evolui com essa orientação divina alcança um nível de vibração compatível com o ajustador do pensamento se tornando um só com ele e se tornando a personalidade desse espirito divino, assim o espirito humano evolutivo se torna um Deus capaz de criar e gerenciar seu próprio universo e o espirito divino criado ganha uma personalidade única no universo, é útil ressaltar que conforme esse surpreendente  livro, a mente humana só se capacita a receber definitivamente o espirito divino perfeito, depois de receber o espirito da verdade, no nosso caso esse espirito foi implantado em nosso planeta pelo mestre jesus em sua encarnação na superfície terrestre a cerca de 2000 mil anos atrás.


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Quando inicia nosso livre arbítrio

             
                                                                         

            A partir do momento em que adquirimos consciência adquirimos livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal, antes éramos animais guiados só por instintos, a qualquer momento que eu adquiro consciência de mim mesmo, do bem, consciência do mundo espiritual  e integro essa consciência a meu ser eu estou fazendo uma escolha, pelo bem ou pelo mal, a partir do momento que adquirimos consciência,  a cada instante de nossa vida é um momento onde podemos escolher entre o bem e o mal  , portanto, tirando a fase que somos só instintos, durante todos os momentos de nossa longa vida temos infinitas oportunidades de nos redimirmos do mal cometido , quanto mais consciências divina adquirimos mais evoluímos, quanto mais arrependimento sinceros ocorrem em nossa vida mais evoluímos, quanto mais amor fraterno adquirimos mais evoluímos, quanto mais traumas psicológicos negativos eliminamos mais evoluímos, porquanto as formas de evolução disponíveis para nós também são infinitas, cada uma possui sua forma mais adequada de evoluir conforme se desenvolveu sua estrutura psicológica e seus recursos sentimentais.
        Em determinado momento nossa consciência se torna permanente e efetiva é quando consciência adquirida através da lei de ação e reação se torna efetiva

                       A lei do carma não é a mesma da ação e reação


            A lei do carma como a maioria a imagina seria uma forma de vingança já que teríamos que pagar por todos os erros cometidos, seria um olho por olho dente por dente, o que não poderíamos admitir nos dias de hoje sabendo que isso provocaria um ciclo vicioso de luta entre os supostos oponentes. 
            O que é primordial para o espirito é corrigir os defeitos morais e não ser punido, o que pune o espirito é o desamor e a ignorância não o carma, a partir do momento que eliminamos nossos defeitos o sofrimento torna-se desnecessário para a correção daquele defeito e como já foi citado, há outras formas de eliminar um defeito moral sem necessariamente ter que pagar pela ação que originou esse defeito, por exemplo, se alguém um dia assassinou outra pessoa transformando essa pessoa em seu obsessor , a continuidade dessa obsessão dependerá em cada momento das decisões do criminoso, pois se esse devedor se arrepender em um determinado momento optando por melhorar seu estado vibracional, o obsessor que estará bitolado na vingança não terá como acompanhar esse estado vibracional e não poderá por questões vibracionais atingir sua vítima. E ao mesmo tempo dependerá também do momento do obsessor já que; se ele perceber o erro que está cometendo pode simplesmente desistir da vingança. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

FALANDO DE SEXO

Amedeo

André Luiz no capitulo 18 de seu livro, Evoluções em dois mundos, nos brinda com a transmissão de seus conhecimentos através dos médiuns Francisco Candido Xavier e Divaldo Franco.
 Neste trecho ele diz o seguinte sobre a origem do instinto sexual: “Todas as nossas referências a semelhantes peças do trabalho biológico, nos reinos da Natureza, objetivam simplesmente demonstrar que, além da trama de recursos somáticos, a alma guarda a sua individualidade sexual intrínseca, a definir-se na feminilidade ou na masculinidade, conforme os característicos acentuadamente passivos ou claramente ativos que lhe sejam próprios.
A sede real do sexo não se acha, dessa maneira, no veículo físico, mas sim na entidade espiritual, em sua estrutura complexa.
E o instinto sexual, por isso mesmo, traduzindo amor em expansão no tempo, vem das profundezas, para nós ainda inabordáveis, da vida, quando agrupamentos de monadas celestes se reuniram magneticamente umas às outras para a obra multimilenária da evolução, ao modo de núcleos e eletrões na tessitura dos átomos, ou dos sóis e dos mundos nos sistemas macrocósmicos da Imensidade.
Por ele, as criaturas transitam de caminho a caminho, nos domínios da experimentação multifária, adquirindo as qualidades de que necessitam; com ele, vestem-se da forma física, em condições anômalas, atendendo a sentenças regeneradoras na lei de causa e efeito ou cumprindo instruções especiais com fins de trabalho justo.” É um conforto sabermos que nossa sexualidade foi formada nas primeiras junções das partículas subatômicas para formações de nosso espírito, mas ao mesmo tempo isto eleva nosso grau de responsabilidade, ao percebermos que esse instinto não só servirá como ferramenta para nossa reprodução e, consequente, perpetuação de espécie, mas que também se evoluirá para o sentimento mais nobre existente que é o amor.
Conforme podemos observar o instinto sexual, a princípio, se define obedecendo a sequência das partículas que se aglomeram por atração magnética. Isto ocorre apenas na primeira encarnação, nas subsequentes a masculinidade ou a feminilidade do já formado espírito será definido no plano espiritual, por entidades encarregadas desse mister. Essas entidades obedecem a regras predeterminadas, e definirá o sexo do espírito em sua próxima reencarnação obedecendo as necessidades evolutivas desse espírito.
Já que estamos falando aqui também sobre personalidade, um fato importante ocorre com elas no quesito sexo. Explico: quando em uma encarnação o espírito vem como mulher e passa por problemas traumáticos como estupro, as marcas deixadas nesta personalidade serão profundas e se não forem resolvidas, na próxima encarnação este espírito pode por necessidade se encarnar como homem, e esta personalidade da vida anterior virá mal resolvida e desacoplada do bloco principal tentando constantemente se expressar, o que pode gerar nos mais desavisados, uma confusão em relação as suas tendências sexuais. Naturalmente nem todos os bissexuais se enquadram neste sistema, temos por exemplo, aqueles casos em que em uma encarnação o espírito abusa deliberadamente da sexualidade e em consequência disso reencarna com problemas de bissexualidade para que o sofrimento gerado nestas condições adversas force o espírito endurecido a buscar o entendimento sobre as reais utilidades do sexo. Lembre-se que personalidades de vidas passadas são encarnações anteriores vividas pelo espírito, cada encarnação forma uma personalidade que nem sempre consegue se acoplar de forma adequada ao espirito.  
Ainda citando André Luiz podemos constatar no mesmo capitulo 18 o seguinte: “Entretanto, importa reconhecer que à medida que se nos dilata o afastamento da animalidade quase absoluta, para a integração com a Humanidade, o amor assume dimensões mais elevadas, tanto para os que se verticalizam na virtude como para os que se horizontalizam na inteligência.
Nos primeiros, cujos sentimentos se alteiam para as Esferas Superiores, o amor se ilumina e purifica, mas ainda é instinto sexual nos mais nobres aspectos, imanizando-se às forças com que se afina em radiante ascensão para Deus.
Nos segundos, cujas emoções se complicam, o amor se requinta, transubstanciando-se o instinto sexual em constante exigência de satisfação imoderada do “eu”.
De conformidade com a Psicanálise, que vê na atividade sexual a procura incessante de prazer, concordamos em que uns, na própria sublimação, demandam o prazer da Criação, identificando-se com a Origem Divina do Universo, enquanto que outros se fixam no encalço do prazer desenfreado e egoístico da auto adoração.
Os primeiros aprendem a amar com Deus. Os segundos aspiram a ser amados a qualquer preço.
A energia natural do sexo, inerente à própria vida em si, gera cargas magnéticas em todos os seres, pela função criadora de que se revestem cargas que se caracterizam com potenciais nítidos de atração no sistema psíquico de cada um e que, em se acumulando, invadem todos os campos sensíveis da alma, como que a lhe obliterar os mecanismos, outros de ação, qual se estivéssemos diante de uma usina reclamando controle adequado.
Ao nível dos brutos ou daqueles que lhes renteiam a condição, a descarga de semelhante energia se efetua, indiscriminadamente, através de contatos, quase sempre desregrados e infelizes, que lhes carreiam, em consequência, a exaustão e o sofrimento como processos educativos.”
Pelo dito do primeiro paragrafo podemos entender que, à medida que crescemos moralmente e intelectualmente, o amor em nós se depura e aumenta. No caso da evolução moral, apesar da ascensão a esferas superiores, o espírito ainda preserva o instinto sexual embora este instinto não sirva mais para os mesmos fins que serviam originalmente. Já no caso dos que evoluem mais no sentido intelectual também o amor vai se depurando, mas o instinto sexual continua exigindo sua satisfação. Os primeiros usam com mais responsabilidade o ato sexual visando puramente a reprodução, enquanto que os segundos visam simplesmente o prazer que o sexo proporciona.

 Vale ressaltar aqui que na grande maioria dos casos as pessoas que adquire conhecimentos espirituais também busca o engrandecimento do amor em si. É o que você, que interessou por este livro busca, “reforma íntima”.