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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Entenda Como Deus cria e controla nosso universo

 


Dimensão

Não vamos discutir para esse tema a teoria da relatividade, pois estamos a falar de vibrações que se interpenetram ou se organizam paralelamente umas as outras, na verdade para esse trabalho dimensões significam principalmente níveis de consciência e de sentimentos, exploráramos com mais detalhes futuramente sobre o tema consciências, por ora é bom saberem que todas as partículas e ondas do universo tem consciência e são organizadas por uma consciência maior ou mais desenvolvida, quanto maior a consciência organizadora maior a frequência envolvida no sistema organizado, dessa forma quando falamos de dimensões estamos também a falar de níveis de consciência, cada faixa vibracional organizada pela consciência representa uma dimensão, pois tem uma sintonia única. Dentro de um sistema pode haver varias faixas vibracionais que se organizam em dimensões paralelas ou interpenetradas, um exemplo pratico disso é nosso corpo mental/emocional, muitas vezes estamos pensando coisas maravilhosas em nossa mente consciente e sintonizando altas faixas vibratórias na realidade de consenso, a nossa volta de repente vemos algo que nos revolta ou nos entristece, como temos em nosso subconsciente complexos psicológicos formado em nosso passado envolvendo esses sentimentos, eles vem a tona derrubando nossa faixa vibratória. Isso quer dizer que em nosso sistema mental/emocional podemos ter varias realidades e dimensões paralelas, sentimentos e pensamentos de baixa frequência ou sentimentos e pensamentos de alta frequência. Quando for citado nos textos que produzirei na sequencia, esse será então o sentido que empregarei para dimensão.

O que significa Ascensão

Tudo que existe em nosso universo é formado pela combinação de duas energias, o magnetismo e a eletricidade, exceto o criador universal, os ouros tipos de energias existentes são variações dessas duas energias, inclusivo nosso corpo físico mental e emocional são complexos circuitos eletromagnéticos, assim também é o nosso espirito, o eletromagnetismo são ondas com determinada frequência e amplitude, quanto maior a frequência da onda menos densa ela é. Não pretendo entrar em detalhes mais profundos sobre esse tema, mas é interessante você saber que frequências iguais se sintonizam por ressonância, assim é em todas as situações, como um aparelho de radio ou televisão onde cada frequência sintoniza uma emissora, também em nosso cotidiano se você prestar atenção notará que: o alcoólatra atrai a companhia de outro alcoólatra; o evangélico atrai a companhia de outro evangélico; e assim sucessivamente. Nossos corpos material, emocional e mental inferior são de baixa frequência e se enquadram em sua grande maioria na terceira e quarta dimensão, Nosso espirito, assim como o universo, é organizado por dimensões, cada dimensão tem sua própria faixa vibracional, quanto mais alta é a taxa de vibração mais elevado é o espirito ou a personalidade, dessa forma quanto mais a pessoa eleva sua taxa vibracional, mais ela consegue sintonizar seu espirito.

Espirito

Vamos começar a definição de espirito para esse trabalho abordando-o em sua forma suprema, esse universo do qual fazemos parte é um grande campo de energia pura composta por consciência e amor inteligente a consciência pura dotada de criatividade ilimitada altera pontos de seu próprio campo, formando em um jogo de eletromagnetismo tudo que existe no universo, a grosso modo, são criados pontos magnéticos ou gravitacionais que deformam as ondas de consciência alterando sua frequência sempre para baixo produzindo formas diferenciada, em termos de espirito, o pai criador baixa sua própria frequência vibratória até essa frequência atingir um estado de 3a ou 4a dimensão que é onde estamos situado, quando falar então em espirito nesse trabalho o dividirei em faixas vibratórias espirito-humano me referindo a faixa vibratória entre Deus e o ego, e aproveitando o termo usado pelos nossos irmãos indígenas usarei o termo grande espirito ou Deus para o criador universal, falaremos mais sobre esse criador universal se no desenrolar dos próximos textos se mostrar necessário, pelo que já foi visto até aqui é fácil deduzir que quanto mais elevamos nossos sentimentos em direção ao amor e a pureza do pai universal, mais nos aproximamos da unicidade com Deus, e que o universo inteiro é formado por um único espirito que altera determinados pontos de seu próprio ser em um trabalho incessante de criatividade.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

O espirito e o corpo físico, visão kardecista e a universalista




O espirito conforme allan kadec

“O mundo espírita é o mundo normal, primitivo,
eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
O espirito é eterno, e atemporal e é revestido por um invólucro material que é o corpo físico. O corpo físico por sua vez é uma vestimenta temporária usada como um instrumento de evolução para o espirito.
O corpo físico  é composto por elementos emprestados pelo planeta terra e pelo sol, a terra é sustentada tanto em luz como em gravidade por sua estrela que é o sol, o sol além de fornecer a luz repassa o carbono para o corpo humano através das plantas, o carbono é uma molécula essencial que produz a energia gasta pelo corpo físico e que também faz parte da estrutura desse corpo, é interessante que o leitor pesquise sobre a importância dessa molécula para o corpo humano, a terra fornece fosforo, cálcio, agua nitrogênio, oxigênio entre outros elementos formadores de nossa estrutura física, no final das contas, o corpo físico, é apenas um empréstimo feito pela mãe terra que o recolherá quando o fluido vital que o anima o abandonar, gostaria de abrir um parêntese aqui para lembrar que o planeta terra é um corpo físico de um espirito altamente desenvolvido denominado pela nossa literatura como cristo, na mesma situação se encontra o astro solar, no caso do sol, o corpo físico que ele representa é formado pela estrela central e pelos planetas que compõe sua corte celestial, assim sendo a terra é uma molécula desse grande corpo solar e nós somos um átomo na formação dessa molécula, o mesmo ocorre com os corpos astrais dessas entidades celestiais, esclarecido esse ponto fecho o parêntese então para continuarmos a discorrer sobre o tema espirito, o espirito que encarna a forma humana está destinado a ser um ser divino e jamais se encarnará em uma forma animal na superfície do planeta terra, para o kardecista o espirito não representa um ser puro e divinal, mas sim o resumo de tudo que ele viveu, de bom e de ruim em suas encarnações pregressas, assim o homem bom é o resultado de um espirito que aproveitou e assimilou os ensinamentos e experiências vividas em suas encarnações anteriores. Os espíritos encarnados e desencarnados atuam, moldam e dirigem a matéria e a moral no plano físico. No espiritismo o espirito encarnado também recebe a terminologia de alma o que não altera o seu sentido, a vida não é a alma é um fluido universal que  anima todos os seres viventes, o fluido que anima os animais e as plantas é o mesmo que anima o corpo humano, já a alma por ser o principio inteligente reside apenas na forma humana conforme já foi mencionado.
Na erraticidade a alma recebe o nome de espirito, veja o que diz nesse sentido o livro dos espíritos na questão 134,

“134. Que é a alma?

“Um Espírito encarnado.”
a) — Que era a alma antes de se unir ao corpo?

“Espírito.”

b) — As almas e os Espíritos são, portanto, idênticos, a mesma coisa?
“Sim, as almas não são senão os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, os quais temporariamente revestem um invólucro carnal para se purificarem e esclarecerem.”
A alma em sua primeira encarnação é simples e ignorante necessitando de varias encarnações para que vá se aperfeiçoando gradativamente, dependendo a velocidade desse desenvolvimento do esforço individual de cada um. O espirito é eterno e sua estrutura é idêntica em todas as partes do universo o que muda de um para ouro é só a roupagem ou corpo físico.


O espirito conforme o livro de urantia

Já o livro de urantia é bem mais detalhista e divide o espirito criado puro e ignorante em sete espíritos que juntos formam um só. No trecho abaixo que foi retirado de sua pagina 702, os mentores nos fala sobre os primeiros seres humano que habitaram o planeta terra, os sete espíritos estão em negrito no texto abaixo.

“6. A Evolução da Mente Humana

(709.2) 62:6.1 Nós, os Portadores da Vida em Urântia, passamos por uma longa vigília e uma espera cuidadosa desde o dia em que inicialmente plantamos o plasma da vida nas águas planetárias e assim, naturalmente, até que o aparecimento dos primeiros seres realmente inteligentes e volitivos trouxesse-nos uma grande alegria e uma satisfação suprema.
(709.3) 62:6.2 Acompanhamos o desenvolvimento mental dos gêmeos, por meio da observação do funcionamento dos sete espíritos ajudantes da mente, destinados a Urântia, na época da nossa chegada ao planeta. Durante o longo desenvolvimento evolucionário da vida planetária, esses incansáveis ministradores da mente têm sempre registrado as suas habilidades crescentes de contatar as capacidades dos cérebros, em expansão sucessiva, das criaturas animais progressivamente superiores.
(709.4) 62:6.3 A princípio, apenas o espírito da intuição podia funcionar no comportamento, de instintos e reflexos, da vida animal primordial. Com a diferenciação dos tipos mais elevados, o espírito da compreensão tornou-se capaz de dotar tais criaturas com a dádiva da associação espontânea de idéias. Mais tarde observamos o espírito da coragem entrar em ação; os animais em evolução realmente desenvolviam uma forma incipiente de autoconsciência de proteção. Depois do aparecimento dos grupos de mamíferos, nós observamos o espírito do conhecimento manifestando-se em medida crescente. E a evolução dos mamíferos mais elevados trouxe à função o espírito do conselho, com o crescimento resultante do instinto de grupo e com os começos do desenvolvimento social primitivo.
(709.5) 62:6.4 Progressivamente, com o desenvolvimento dos mamíferos precursores e, em seguida, com o dos mamíferos intermediários e dos primatas, tínhamos observado o serviço implementado dos primeiros cinco ajudantes. Mas nunca os dois espíritos ajudantes restantes, os mais elevados ministradores da mente, haviam sido capazes de entrar em função no tipo de mente evolucionária de Urântia.
(709.6) 62:6.5 Imaginai o nosso júbilo, um dia — os dois gêmeos estavam com cerca de dez anos de idade quando o espírito da adoração fez o seu primeiro contato com a mente da gêmea fêmea e pouco depois com a do macho. Sabíamos que algo muito próximo da mente humana aproximava-se da culminância; e quando, cerca de um ano depois, eles finalmente resolveram, em consequência do pensamento meditativo e de decisão propositada, partir de casa e viajar para o norte, então o espírito da sabedoria começou a atuar em Urântia, nessas duas que são reconhecidas, agora, como mentes humanas.
(709.7) 62:6.6 Houve uma nova e imediata ordem de mobilização dos sete espíritos ajudantes da mente. “Estávamos cheios de expectativa; compreendíamos que se aproximava a hora longamente aguardada; sabíamos que estávamos no umbral da realização do nosso esforço prolongado para desenvolver e fazer evoluir em Urântia as criaturas dotadas de vontade.”
Esses sete espíritos, que são características da mente, tem a capacidade de fornecer dados e se conectarem com um espirito superior denominado ministra divina que tem como um dos seus corpos sutis o circuito do espirito santo que permeia todo o universo, esse circuito é composto por faixas vibracionais conhecidas por nos na superfície do planeta terra como sentimentos e são esses sentimentos que a mente humana vai sintonizando conforme vai se desenvolvendo.
Em um determinado ponto evolutivo a mente humana se torna apta a suportar a vibração de um espirito puro e perfeito criado pela inteligência suprema universal, esses espíritos são criados em serie e são todos idênticos, não tem personalidade, quando passa a habitar a mente humana é denominado de ajustador do pensamento e passa a conduzir o espirito humano, formado originalmente pelos sete espirito, em direção a havona, o paraíso central dos universos, o espirito humano conforme evolui com essa orientação divina alcança um nível de vibração compatível com o ajustador do pensamento se tornando um só com ele e se tornando a personalidade desse espirito divino, assim o espirito humano evolutivo se torna um Deus capaz de criar e gerenciar seu próprio universo e o espirito divino criado ganha uma personalidade única no universo, é útil ressaltar que conforme esse surpreendente  livro, a mente humana só se capacita a receber definitivamente o espirito divino perfeito, depois de receber o espirito da verdade, no nosso caso esse espirito foi implantado em nosso planeta pelo mestre jesus em sua encarnação na superfície terrestre a cerca de 2000 mil anos atrás.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Filosofando sobre Consciência




Somos Deus em potencial

Temos a certeza de nossa própria existência, temos o conhecimento e a experiência vivenciada de que somos alguma coisa que pensa, age e faz acontecer, mas nada disso significa a consciência de nossa própria existência, pois a consciência não é externa ao corpo físico, ela não está no cérebro, ela está na mente, e vem de muito além da mente, ela vem do espirito, e por esse motivo jamais será explicada de forma satisfatória pela filosofia ou por qualquer ciência que resiste a aceitar a existência de algo superior que comanda o ser material e o ego. A autoconsciência é essencialmente intuitiva e vem do ser cósmico que cada um representa; ninguém precisa estudar e adquirir conhecimento para ter certeza de sua existência, diferente do que a ciência prega, o próprio animal quando demarca território está  de alguma forma sinalizando a consciência de que ele existe, é como se dissesse; estou aqui não invada meu território, é uma consciência instintiva, um pouco diferente a consciência intuitiva, mas de uma forma ou de outra é um saber da própria existência.
O autoconhecimento amplia nossa consciência no sentido de quem somos e porque somos, mas não no sentido de que existimos e estamos ativos, quando se trata de matéria temos consciência de nosso corpo físico e dos objetos que nos cerca, mas quando se trata da mente de outra pessoa podemos ficar um tanto confusos, pois a grande maioria das pessoas não consegue ser o que gostariam de ser e por isso escondem o que são da sociedade, geralmente quando nos relacionamos com alguém, estamos tratando com um ator tentando de todas as formas mascararem suas crises existenciais, não é por acaso que no contexto social contemporâneo a depressão se tornou um grande problema comportamental e de saúde, as pessoa não conseguem perceber com clareza que somos seres divinos criados com o proposito de aprender a amar e praticar o amor incondicional, o apego o orgulho e a vaidade cegam a esmagadora maioria da população impedindo-os de desenvolver de forma satisfatória, o Deus potencial que cada ser humano representa. A consciência humana geralmente é falha por ser formada por conceitos internalizados por cada uma no decorrer de suas encarnações, o que se acreditava ser pecado a tempos passados hoje pode ser considerado normal, quando vivi minha adolescência, por exemplo, na região onde eu morava, a mulher separada do marido era vista de uma forma altamente preconceituosa e não tinha moral para outras pessoas, hoje a sociedade considera esse posicionamento um verdadeiro absurdo, até hoje a igreja católica se nega a fazer o casamento de uma mulher que já tenha sido casada, para eles o que Deus juntou nada pode separar, na minha opinião Deus respeita nosso livre arbítrio e não obriga ninguém a ficar juntos, além de ser misericordioso e capaz de nos perdoar infinitamente, alias quem deve nos perdoar somos nós mesmos, pois como eu disse no paragrafo anterior cada ser humano é um Deus em potencial, como nosso mestre Jesus, seguimos os passos do Pai e um dia, como Ele, construiremos e governaremos nosso próprio universo. Isso que acabo de dizer sobre sermos Deus soará para grande maioria que está lendo esse artigo como um conhecimento, apenas aqueles que estão preparados em conhecimento ou em fé terá hoje a consciência desse fato, alguns mais cercados de preconceitos, medos e culpas não conseguirão assimilar nem mesmo como conhecimento o teor dessas afirmações, isso advém de ensinamentos religiosos que pregam o ser humano como seres rastejantes e insignificantes perante o universo, cada um é aquilo que pensa e que acredita ser, estamos falando aqui de nível vibracional ou grau evolutivo de cada ser, a religião é só um caminho a decisão de acreditar em uma coisa ou outra, é de cada um, não acho que nenhuma religião esteja errada, considero apenas que cada ser humano se adequa a religião que acredita ser mais apropriada para si, não acredito em nenhuma religião completa ou coletiva, a individualidade de cada um é única e apenas o próprio espirito da pessoa o conhece inteiramente e sabe apontar o caminho mais seguro e eficiente. Sem duvida o grupo ajuda a encontrar o caminho, mas não consegue definir a direção que cada um deve seguir, uns precisa trabalhar mais o orgulho, outros a vaidade, outros os vícios, e ai por diante. Notem que me referi a consciência ser sermos um Deus em potencial e o conhecimento de sermos Deus em potencial deixando claro que conhecimento e consciência são coisas diferentes, embora o conhecimento ajude a ampliar a consciência como já foi dito anteriormente.

A consciência religiosa   

A razão quando atingiu um determinado nível no conteúdo humano abriu caminhos concretos para a moralidade revelando ao ser o conhecimento de sua existência e o conceito de certo e errado isso abriu e ampliou batalhas pela sobrevivência em varias frentes, do ambiente material que o cerca o homem deve tirar sua sobrevivência, no ambiente social seu ego e seus valores são forjados, e em seu interior as escolhas morais são feitas baseado no que foi internalizado, independente de filosofia, ciência ou religião o homem já em seus primeiros estágios evolutivos buscará algo superior para adorar e para seguir, pois além de não ter responsabilidade para assumir as imperfeições de sua existência, consciente ou inconscientemente ele sabe da impossibilidade de ser uma autocriação e que, portanto tem que haver algo mais no extenso universo que consegue visualizar, a  ciência procura analisar Deus como um criador do universo material, o religioso verá Deus como um pai de eterno e infinito amor, exceto algumas religiões Deus como sendo uma unidade universal, Deus é um todo e tudo que existe é uma parte de Deus, são patamares evolutivos galgados em nossa caminhada em direção a perfeição divina, tudo isso é revelado pela necessidade que o ser humano tem de evoluir em direção a algo maior, na verdade essa evolução se dá em direção a perfeição do próprio espirito que o criou, isso posto é fácil perceber aue dependendo do grau de obstinação que o individuo tiver pelo mau ele, usando do seu livre arbítrio, fará o caminho inverso apontado pelo espirito, formando nessa encarnação uma personalidade muito pouco aproveitável, para o espirito e o espirito usará as experiências vividas apenas como conhecimentos os sentimentos e os conceitos morais formdos por essa personalidade serão transmutados  futuramente em outras encarnações, e essa personalidade será dissolvida perdendo a consciência de sua própria existência, apenas o que serve ao proposito do amor puro incondicional, sobreviverá em cada personalidade formada pelo espirito. O solo essencial ao crescimento religioso pressupõe uma vida progressiva de auto realização, de coordenação das propensões naturais, de exercício da curiosidade, de um desfrutar das aventuras razoáveis da experimentação de sentimentos de satisfação, de fazer o temor funcionar como estímulo para a atenção e a consciência, de sedução pelo maravilhoso e de uma consciência normal de pequenez, de humildade. O crescimento é também baseado na descoberta de si, acompanhada da autocrítica a consciência; pois a consciência é realmente a crítica voltada para si próprio, por meio da própria escala de valores dos ideais pessoais.
No nível mental o ser humano procura ter uma ideia do que é Deus, em um nível mais profundo persegue o ideal de Deus , e a nível de consciência espiritual procura compreender a unidade de Deus, todos são níveis de consciência validos, embora estejam em patamares diferentes, e no final o eu deixa de ser individual e passa a ser uma parte do todo. Em nosso estagio atual a fraternidade e o amor, entre outros atributos, desenvolverá em nós a capacidade  de aceitar as diferenças e viver todos em um grande grupo familiar. Isso exigirá também um tipo de consciência único no universo, a consciência da existência e dos direitos dos outros indivíduos.
Esse sentimento grupal é apenas um dos requisitos importantes para adquirimos a consciência da existência de Deus e só essa consciência adquirida pela fé e pela vontade poderá nos proporcional o prazer de desfrutar a real presença e unidade com  Deus através de nosso espirito, todo o universo é um holograma e é dessa forma que nosso espirito contém Deus completamente, assim como Deus contém nosso espirito completamente, cada parte do todo contém o todo. Não consigo explicar de outra forma isso, mas quem quiser se aprofundar pode pesquisar melhor sobre o conceito de holograma.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Consciência e ondas universais

galaxia de Andrômeda 

             

               Uma das principais ondas que se expandem à partir do espirito é a consciência, que é munida de um centro principal, é desse centro que são emitidas as ondas de consciência que permeia o universo, por exemplo, deus é uma consciência que está presente em cada átomo do universo, e cada átomo representa o modelo do universo inteiro, então o que está presente em toda parte é a consciência holográfica, cada parte contém o todo e o todo contem cada parte.

                                         PORQUE FOMOS CRIADOS

                   
                  Na verdade essas ondas conscienciais geradoras de novas ondas não geram apenas ondas de consciências, geram também matéria, mundos complexos como sistemas estrelares e universos. São espíritos altamente evoluídos que se reúnem para programarem e construir esses mundos.

                   Quando o sistema solar foi criado jesus já existia e fez parte do conselho divino que criou esse sistema, se tornando depois o responsável direto por um desses planetas, que é a terra.

                     Na verdade esses sistemas não são criados instantaneamente, são criados paulatinamente com a participação de todas as consciências presentes nesse universo, você que nesse momento está lendo esse texto está agregando conhecimentos e com isso agregando também valores a si mesmo e ao todo, o que quer dizer que você está expandindo todo o universo consciencial em criação.

                                        CONSCIÊNCIA CO-CRIADORA

                     O que mantém nosso corpo e o planeta suspenso é a consciência, é ela que constrói tudo através do raciocínio e da Fé.

               Tudo que existe, existe porque a consciência acredita na inexistência daquela coisa, e porque a consciência criou aquela coisa, a consciência cria através do raciocínio.

                         

                                   COMPOSIÇÃO DOS ESPÍRITOS

            
              Como já foi dito os espíritos são ondas, os mais evoluídos são formados de sentimentos nobres e de consciência, assim como os espíritos menos evoluídos são formados por instintos, emoções e consciência, os espíritos em uma menor escala evolutiva também tem sentimentos, só que sentimentos menos elevados que se aproximam mais de paixões do que de sentimentos nobres.

                                       SOLIDEZ DOS ESPÍRITOS

            
                Os outros espíritos para nosso espírito para nossa alma tem a mesma solidez que as pessoas têm para nossa consciência comum, por exemplo, eu vejo valderes como um pacote de átomos rígido e firme onde eu posso tocar, posso abraçar, posso sentir.

              A minha alma ver os outros espíritos também como um pacote de átomos que pode tocar, que pode sentir, que pode abraçar, a mesma coisa que eu vejo com minha consciência objetiva.

            O problema de eu, com a consciência objetiva, não consigo perceber esses espíritos dessa forma é problema de comunicação do meu espírito com a minha consciência comum, com essa consciência que nesse momento eu estou construindo esse raciocínio.

               Então existe barreira entre essas Comunicações que são de vibrações de níveis de vibrações diferentes, e talvez um dos motivos seja a minha falta de conceitos pra definir o espirito. Ou pode ser meu preconceitos sobre espiritualidade.

            Talvez o espírito pra mim seja um evento ainda difícil de acreditar com clareza, ou a dificuldade de ter a consciência exata desse espírito. Então a grande barreira entre meu espírito e minha consciência, é uma barreira vibracional que existente entre minha consciência objetiva e a consciência do meu espírito, mas a solidez de outro espírito para minha alma é percebida com a mesma consistência que minha consciência objetiva percebe o corpo material de outra pessoa. Existe também a questão do conceito que eu tenho formado em minha mente sobre o que é um espirito.



                                ELEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA DA HUMANIDADE


           
      Há nesse momento atual da humanidade consciência superiores intraterrenas, forças interplanetária e intercósmicas, ajudando a humanidade a elevar seu nível de consciência para que esse nível de consciência vibre em uma onda de mais baixa frequência e sintonize com um ponto mais elevado da consciência cósmica, trata-se de nossa evolução interplanetária

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Qualidade dos sonhos



Na verdade são varias as situações que podem provocar o sonho, alguns sonhos são mais superficiais ocorrendo a partir do cérebro físico, e geralmente está ligado ao ultimo pensamento ou vibração que a pessoa tem antes de adormecer, esses sonhos são facilmente mais recordáveis. Também nossas atividades realizadas pelo corpo astral enquanto dormimos podem parecer um sonho para nosso cérebro físico, mas esse tipo de sonho dificilmente pode ser recordado em estado de vigília.
Antes de começar falar desse outro tipo de sonho devo esclarecer sobre possibilidades quânticas, que na verdade é a mesma coisa que inconsciente coletivo e individual, é um local no espaço tempo onde existe todas as possibilidades de algo ocorrer em decorrência do que acontece no plano material ou mental, esse campo quântico existe individualmente também dentro de cada consciência do universo, assim o seu desejo de conseguir algo gera nesse campo milhões de possibilidades de dar certo e de dar errado, conforme suas atitudes e disposições interiores uma dessas possibilidades será sintonizada e se realizará no campo material.
O sonho pode ser uma ligação entre o ponto-agora, do presente e um ponto no tempo que já existe nas possibilidades quânticas. Uma entrevista de emprego com sucesso, por exemplo, pode ser localizada no futuro através do sonho e transferida para o presente, isso dependerá da vontade que a pessoa emprega para ter a entrevista.
 A pessoa desempregada que tenha a vontade férrea e as condições espirituais e psicológicas adequadas contatará durante o sono o entrevistador e todos os funcionários envolvidos em sua contratação, e esse fato ocorrera no inconsciente coletivo primeiro para depois ocorrer no plano material, muitas vezes a pessoa nem se lembra do sonho, mas na entrevista ou na contratação depara com alguma cena que se lembra de já ter vivido, isso se dá porque em sua mente as vezes ocorre flashes do sonho que teve antes da entrevista acontecer.
Na construção desse artigo lembrei-me de um excelente trabalho denominado “sonho”, do autor C. W. Leadbeater, vou transcrever aqui parte desse trabalho para que o leitor entenda com mais clareza o assunto;
Os fatores concernentes à produção dos sonhos são os seguintes:

1. O cérebro físico inferior, 

com sua semiconsciência infantil, e seu hábito de expressar todos os estímulos de uma forma pictórica.

2..A parte etérica do cérebro, 

através da qual corre uma procissão incessante de quadros desconexos.

3.O corpo astral

palpitando com os tempestuosos vagalhões do desejo e da emoção.

4. O ego 

( no corpo casual ) , que pode estar em qualquer estado de consciência, da completa insensibilidade ao perfeito comando das suas faculdades.
Quando um homem adormece, seu ego recua ainda mais para dentro de si próprio e deixa seus vários corpos mais livres do que de costume, para seguirem seu próprio caminho. Esses corpos separados são (1) muito mais suscetíveis a impressões vindas de fora do que em outras ocasiões, e (2) têm uma consciência própria muito rudimentar. Conseqüentemente, há ampla razão para que produzam sonhos, bem como para que haja recordação confusa, no cérebro físico, das experiências dos demais corpos durante o sono.
Tais sonhos confusos podem ser devidos a: (1) uma serie de quadros desconexos e de transformações impossíveis produzidos pela ação automática, e sem sentido, do cérebro físico inferior; (2) um fluxo de pensamento casual que tem estado a percorrer a parte etérica do cérebro; (3) a sempre inquieta maré de desejos terrenos, influindo através do corpo astral, e provavelmente estimulada por influencias astrais; (4) tendência imperfeita de dramatização por parte de um ego não-desenvolvido; (5) mistura de várias dessas influências.
Vamos descrever brevemente os elementos principais em cada um desses tipos de sonho.

1. Sonhos do cérebro físico. 

Quando dorme, o ego entrega o controle ao cérebro, e o corpo físico ainda tem certa enevoada consciência de si próprio. Alem disso há também a consciência agregada das células individuais do corpo físico. O domínio da consciência física sobre o cérebro é muito mais fraco do que o do ego sobre esse mesmo cérebro e, conseqüentemente, modificações puramente físicas podem afetar o cérebro numa extensão muitíssimo maior. Exemplos de tais modificações físicas são: irregularidade na circulação do sangue, indigestão, calor ou frio etc. A enevoada consciência física possui certas peculiaridades: (1) é, em grande parte, automática; (2) parece incapaz de captar uma idéia, exceto na forma na qual é ela própria que atual: conseqüentemente, todos os estímulos, sejam internos ou externos, são imediatamente trasladados para imagens perceptíveis; (3) é incapaz de dominar idéias ou lembranças abstratas como tais, e passa a transformá-las imediatamente em percepções imaginarias; (4) toda direção local de pensamento passageiro sobre a China transporta a consciência instantaneamente para a China; (5) não tem o poder de julgar a seqüência, valor ou verdade objetiva dos quadros que lhe aparecem à frente; toma-o todo os quais os vê, e jamais se surpreende com o que possa acontecer, por muito incongruente e absurdo que o fato seja; (6) está sujeita ao princípio de associação de idéias e por isso imagens sem outra conexão exceto o fato de representarem acontecimentos que se passaram em outra ocasião podem surgir misturadas, em inextricável confusão; (7) é singularmente sensível à mais leve influência externa, tal como sons ou toques; e (8) exagera e distorce essas influências num grau quase incrível.
Assim, o cérebro físico é capaz de criar exagero e confusão suficientes para que lhe sejam atribuídos muitos, mas de forma alguma todos os fenômenos do sonho.

2. Sonhos do cérebro etérico.

O cérebro etérico ainda é mais sensível às influências externas durante o sono do corpo do que durante o período de consciência desperta. Enquanto a mente está ativamente empenhada, o que, em conseqüência, traz o cérebro inteiramente empregado, ela se faz virtualmente impermeável à contínua pressão dos pensamentos externos. Mas, no momento em que o cérebro fica ocioso, o fluxo do caos inconseqüente começa a derramar-se nele. Na grande maioria das pessoas, os pensamentos que fluem através de seus cérebros não são em realidade seus próprios pensamentos, mas fragmentos lançados por outras pessoas. Em conseqüência, na vida do período de sono especialmente, qualquer pensamento itinerante que encontrar algo que tenha afinidade com ele, no cérebro da pessoa adormecida, é captado por esse cérebro, que dele se apropria, iniciando-se assim todo um curso de idéias: tais idéias, eventualmente, vão-se apagando e desaparecem, e o fluxo desconexo, indefinido, começa de novo a agir através do cérebro.
Um ponto a considerar é que, já que no presente estado de evolução do mundo é provável que exista quantidade maior de maus do que de bons pensamentos flutuando por ai, um homem cujo cérebro não é controlado está aberto para toda sorte de tentações que lhe teriam sido poupadas se a mente e o cérebro tivessem controle.
Mesmo quando tais correntes de pensamentos são expulsas do cérebro etérico do indivíduo adormecido, pelo deliberado esforço de outra pessoa, aquele cérebro não permanece inteiramente passivo, mas começa lenta e sonhadoramente a desenvolver quadros para si próprio, retirando-os dos que foram acumulados pelas suas lembranças do passado.

3. Sonhos astrais. 

São simples recordações, no cérebro físico, da vida e da atividade do corpo astral durante o sono do corpo físico, e a isso já nos referimos nas paginas precedentes. No caso de pessoa razoavelmente desenvolvida, o corpo astral pode movimentar-se, sem desconforto, para distâncias consideráveis de seu corpo físico e podem trazer de volta impressões mais ou menos definidas dos lugares que visitou ou das pessoas com as quais se encontrou. Em todos os casos, como já dissemos, o corpo astral é sempre intensamente impressionado por qualquer pensamento ou sugestão que envolva desejo ou emoção, embora a natureza dos desejos que mais rapidamente despertam uma resposta dependa naturalmente do desenvolvimento da pessoa e da pureza ou da rusticidade de seu corpo astral.
O corpo astral, em todos os tempos, mostra-se suscetível às influências das correntes de pensamento que passam e, quando a mente não está controlando-o ativamente, vai recebendo perpetuamente esse estímulos externos e respondendo a eles animadamente. Durante o sono, ele ainda é mais facilmente influenciado. Em conseqüência, um homem que, por exemplo, destruiu inteiramente um desejo físico que podia ter anteriormente, no que se refere ao álcool, de modo que, quando acordado, tem até mesmo uma repulsa definitiva por ele, pode ainda assim, e freqüentemente, sonhar que está bebendo, e nesse sonho experimentar o prazer da sua influência. Durante o dia, o desejo do corpo astral estará sob controle da vontade, mas quando esse corpo astral é liberado pelo sono, escapa, de certa forma, ao domínio do ego e, respondendo provavelmente a influências astrais externas, retomba em seu velho hábito. Essa classe de sonhos é, com certeza, comum a muitos que estão fazendo esforços positivos para levar sua natureza de desejo a aceitar o controle da vontade.
Também pode acontecer que o homem tenha sido um ébrio em uma vida anterior e ainda possua, em seu corpo astral, um pouco da matéria absorvida pelas vibrações causadas no átomo permanente pelo alcoolismo. Embora essa matéria não seja vivificada em sua vida, nos sonhos, contudo, sendo fraco o controle do ego, a matéria pode responder às vibrações da bebida, vindas de fora, e o homem sonha que está bebendo. Tais sonhos, uma vez compreendidos, não devem causar angústia: apesar disso devem ser vistos como uma advertência de que ainda está presente a possibilidade de que a paixão do álcool seja reativada.

4. Sonhos do Ego. 

Por muito que a natureza do corpo se modifique à proporção que se desenvolve, ainda maior é a modificação do ego, do homem real, que nele habita. Enquanto o corpo astral nada mais é que uma forma nebulosa, flutuante, o ego está quase tão adormecido quanto o seu corpo físico, sendo cego para as influências de seu próprio plano superior: mesmo quando uma idéia daquele plano consegue alcançá-lo, já que não há nele controle para seus corpos inferiores, ou o há pequeno, não lhe será possível imprimir a experiência em seu cérebro físico.
As pessoas adormecidas podem estar em qualquer estágio, desde o de esquecimento completo até o de completa consciência astral. E devemos recordar, conforme foi dito anteriormente, que, embora possa haver muitas experiências importantes nos planos superiores, o ego, apesar disso, pode ser incapaz de imprimi-las no cérebro, de forma que não haverá lembrança física, de forma  alguma, mas apenas uma recordação das mais confusas.
As principais características da consciência e das experiências do ego, sejam ou não recordadas pelo cérebro, são as seguintes:
(1) As medidas de tempo e espaço do ego são de tal modo diferentes das que ele usa em sua vida desperta que isso é quase como se nem tempo nem espaço existissem para ele. Muitos exemplos são conhecidos em que, em poucos momentos de tempo, tal como nós o medimos, o ego pode ter experiências que parecem durar muitos anos, acontecimento acontecendo em completos pormenores circunstancias.
(2) O ego possui a faculdade ou o habito da dramatização instantânea. Assim, um som ou um toque físico pode alcançar o ego, não através do habitual mecanismo dos nervos, mas diretamente, uma fração de segundo antes que atinja o cérebro físico. Essa fração de segundo é suficiente para o ego construir uma espécie de drama, ou serie de cenas que culminam no acontecimento que acorda o corpo físico. O cérebro confunde o sonho subjetivo e o acontecimento objetivo e, assim, imagina-se como tendo realmente vivido através dos fatos do sonho.
Esse hábito, contudo, parece ser peculiar ao ego que, no que se refere à espiritualidade, ainda é relativamente pouco desenvolvido. À proporção que o ego se desenvolve espiritualmente, eleva-se acima dessas graciosas brincadeiras da infância. O homem que obteve continuidade de consciência está de tal modo integralmente ocupado no trabalho de planos superiores que não devota energia a essa dramatização e, por isso, tal classe de sonho cessa para ele.
(3) O ego possui também, e até certo ponto, a faculdade de previsão, sendo capaz às vezes de ver com antecipação acontecimentos que se vão dar, ou antes, que se dariam a não ser que algo fosse feito para evitá-los. E imprime essa previsão em seu cérebro físico. Registram-se muitos exemplos desses sonhos proféticos ou alertadores. Em alguns casos o aviso pode ser aceito, os passos necessários são dados e o resultado previsto é modificado ou inteiramente evitado.
(4) O ego, quando fora do corpo durante o sono, parece pensar em símbolos: uma idéia, que aqui precisaria de muitas palavras para ser expressa, lhe é perfeitamente transmitida através de uma só imagem simbólica. Se tal pensamento simbólico é impresso no cérebro, e recordado quando desperta a consciência, a mente pode traduzi-la em palavras; por outro lado, aquilo pode passar apenas como um símbolo, introduzido, e assim causar confusão. Em sonhos dessa natureza, ao que parece, cada pessoa tem um sistema simbológico próprio: assim, água significa aproximação de transtornos, pérolas podem significar lágrimas, e assim por diante.
Se um homem quiser ter sonhos úteis, isto é, colher, em sua consciência acordada, os benefícios daquilo que o ego possa ter aprendido durante o sono, há certos passos que devem ser dados para obter tal resultado.
Primeiro: é essencial que ele forme o hábito do pensamento mantido e concentrado durante a vida comum, quando desperto. Um homem que tem o controle absoluto de seus pensamentos saberá, sempre, exatamente em que está pensando e por quê. Descobrirá também que o cérebro, assim treinado para ouvir as sugestões do ego, permanecerá quieto quando não está sendo usado, e recusará receber e responder ao fluxo casual vindo do oceano de pensamentos circundante. Tal homem, assim, provavelmente receberá influências de planos superiores, onde a intuição é mais aguda, o julgamento mais verdadeiro do que jamais podem ser no plano físico.
Será bastante desnecessário acrescentar que o homem deverá também ter o domínio completo de, pelo menos, suas mais baixas paixões.
Por um ano muito elementar de magia, um homem pode expulsar de seu cérebro etérico a corrente de pensamentos que o pressionam, vindos de fora. Para tal fim ele deve, quando se deita para dormir, imaginar sua aura e desejar fortemente que sua superfície externa se torne uma concha que o proteja de influências exteriores. A matéria áurica obedecerá ao seu pensamento e formará a concha. Essa providência é de apreciável valor para o fim desejado.

A grande importância de fixar o último pensamento em coisas nobres e elevadas, antes de adormecer, já foi mencionada e deve ser regularmente praticada por aqueles que queiram manter seus sonhos sob controle.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Porque crucificamos jesus



Sendo a verdade um dos maiores patrimônios que Jesus nos deixou fica fácil imaginar porque Ele foi tão cruelmente assassinado.
Vários são os aspectos da verdade, e geralmente cada pessoa carrega sua própria verdade que sustenta seus sentimentos de egoísmo ou desapego, uma verdade fundamental é eterna e reconhecida instantaneamente pelo espírito preparado, intelectualmente ou moralmente para reconhece-la, fica fácil comprovar isso pela durabilidade e credibilidade das palavras do Cristo ditas a mais de dois mil anos, sendo que os conceitos humanos caem por terra em décadas ou até mesmo em menos tempo.
Os falsos conceitos que geralmente servem apenas ao egoísmo e ao orgulho conseguem atingir apenas as camadas mais superficiais da mente humana, não podendo serem aceitas mais profundamente onde se chocam com os princípios divinos advindos do espírito divino colocado em nós por Deus, do espírito santo e do espírito da verdade implantado em cada ser humano por Jesus.
A verdade torna-se um porto seguro não apenas por ser eterna, mas também por ser fundamental e indispensável para felicidade do homem, a consciência que acusa estará sempre acusando uma mentira, ao passo que o conceito em acordo com a consciência sempre confirmará uma verdade proporcionando paz e sossego.
A beleza da verdade sempre será inconfundível não só por se identificar perfeitamente com a alma remetendo a uma paz duradoura, mas também pela harmonia e segurança contida em si mesma. A beleza é um sentimento interior que traz a luz da consciência, um sentimento de prazer e paz.
Sendo jesus uma pessoa de verdades fundamentais jamais poderia escapar de represaria em uma sociedade que vivia de aparências servindo ao orgulho ao egoísmo e a vaidade, assim crucificaram-no por interesses que serviam as castas sociais da época, como veremos mais detalhadamente a seguir.
Jesus é um espírito que se propôs descer ao planeta Terra para mostrar aos homens o caminho que leva a felicidade eterna. Obviamente não merecia e não precisava ser crucificado como foi. Poderia muito bem ter cumprido sua missão e retornado a sua morada eterna sem maiores problemas, mas a humanidade mesmo tendo sido visitada por Moisés e outros pregadores não adquiriu o ritmo evolutivo de outros planetas de sua idade e natureza atômica. A programação original da data da vinda do Cristo coincidia com a data que Ele encarnou no planeta, mas os habitantes da terra usando do livre arbítrio haviam atrasado seu nível evolucionário, naturalmente a morte de jesus por assassinato ocorreria, também em outras épocas, de uma ou de outra forma, a crucificação ocorreu por ser a forma como os condenados a morte eram executados na época. Essa condenação ocorreu porque jesus pregava conceitos conflitantes com os interesses da elite política e econômica da época como seria ainda hoje se alguém com o seu carisma viesse a falar de amor e igualdade entre os homens.
Na época que jesus veio ao planeta, o sinédrio julgava todos os crimes, incluindo o de blasfêmia que geralmente se resumia em atos e pregações que feriam os interesses políticos e econômicos da elite, o sinédrio em várias ocasiões chegou a colocar espiões entre os discípulos de jesus tentando conseguir elementos para condena-lo por blasfêmia, “Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que agora acabai de ouvir a sua blasfêmia. ”
(Mateus 26:65)
Levantaram-se, porém, alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e Ásia, e discutiam com Estêvão;
10- E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava.
11- Então, subornaram homens que dissessem: Temos ouvido este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus.
12- Sublevaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio.
13- Apresentaram testemunhas falsas, que depuseram: Este homem não cessa de falar contra o lugar santo e contra a lei;
14- Porque o temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu.
(Atos 6:12-14)
Embora esse texto no geral possa dar a impressão que a vinda e morte do Cristo seguiu a ordem natural das coisas, gostaria de chamar a atenção do leitor para o parágrafo que cita o atraso de nosso planeta em relação a outros orbe irmãos e em relação aos quais não conseguimos manter o mesmo nível evolutivo. Temos informações seguras originadas na espiritualidade maior que nos afirmam que a vinda de entidades a outros planetas não ocorreu com tanta turbulência e crueldade como descrê, por exemplo, o livro de urantia.
“Quando os Filhos auto-outorgados, Criadores ou Magisteriais, passam pelos portais da morte, eles ressurgem, ao terceiro dia. Mas vós não deveríeis nutrir a ideia de que eles sempre têm o trágico fim que teve o vosso Filho Criador, que visitou o vosso mundo, há cerca de dezenove séculos. A experiência extraordinária e estranhamente cruel, pela qual Jesus de Nazaré passou, levou Urântia a ser conhecida no universo local como o “mundo da cruz”.
“Não se faz necessário que um tratamento tão desumano seja dispensado a um Filho de Deus; e a grande maioria de planetas tem dispensado a eles uma recepção de muito maior consideração, permitindo a eles terminar as suas carreiras mortais, encerrar a época, julgar os sobreviventes adormecidos e inaugurar uma nova dispensação, sem
impor-lhes nenhuma morte violenta. Um Filho auto-outogado deve encontrar a morte, deve passar por toda a experiência real dos mortais dos reinos, mas, que essa morte seja violenta ou incomum, não é um quesito do plano divino. ” (Livro de Urantia pg. 241)
“Então começou o reconhecimento administrativo da pequena e insignificante esfera, destinada a ser o planeta no qual, subseqüentemente Micael engajar-se-ia no empreendimento estupendo da auto-outorga mortal, participando das experiências que levaram Urântia (planeta terra) a tornar-se localmente conhecida desde então como o “mundo da cruz”.
É um fato que, de alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, Jesus teria tido que se despojar do corpo mortal, da sua encarnação nessa carne, mas ele poderia ter cumprido essa tarefa de inúmeros modos, sem que fosse necessário morrer em uma cruz entre dois ladrões. Tudo isso foi um feito do homem, não de Deus.
(Livro de Urantia pagina 2086).

Atributos

Descido do céu infinito
Um amor infinito sem fim
De uma doçura da qual jamais se enjoa
Ternura sem fim e sem objetivo
Amor incondicional a todo elemento
Candura que brilha como gota de orvalho
Paz que acalma e sossega o coração
Luz que resplandece e clareia
Caminho verdade e vida para as almas
Sabedoria transcendente e infinita
Doce e eterna compaixão
Atributos mínimos citados…
De um ser supremo que um dia…
Nos visitou.


Kleber Lages

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

A realidade e a dimensão do paraíso onde Deus habita


Realidade


É difícil para nós encarnados definir com clareza a dimensão universal onde habitam seres como jesus, anjos guardiões, querubins etc, pois não podemos entender o nível de realidade frequente nesses locais, apesar de estarmos já inserido nesse ambiente através da alma de Deus que habita em nós e entendermos nessa dimensão que essa realidade no paraíso é baseada em fatos, para a dimensão universal do nosso ser material e perispiritual essa realidade existe apenas em potencial, e pela ausência de fatos e termos para definirmos esses fatos essa realidade passa a existir para nós apenas como hipótese.
O que nos mantem afastados desse paraíso é a compreensão clara dos fatos que produzem a realidade paradisíaca dessas dimensões, não podemos ver, porque não acreditamos o suficiente, e não podemos acreditar o suficiente porque não vemos, nos resta então compreender com clareza para acreditar e ver. Em contrapartida, o ver e o acreditar não nos habilita a ingressar nessa dimensão, pois o nível vibracional nosso tem que estar afinado para podermos sintonizarmos com a frequência dessa dimensão.
Em relação as dissertações acima temos um validador conhecido na história do descobrimento do Brasil: quando os portugueses chegaram a costa brasileira ficaram ancorados em alto mar a uma determinada distancia da praia, os índios que estavam na praia apesar de perceberem que havia algo estranho ali não conseguiam ver o que era, em um primeiro momento apenas o cacique da tribo que acreditava em fantasmas conseguiu ver os navios e convenceu o restante da tribo da existência deles ali, assim todos passaram a enxergar com clareza. Esse é um fato conhecido de nossa história que exemplifica bem o fato de que só podemos enxergar coisas e fatos nos quais acreditamos em suas existências.
Toda realidade existente a nível de dimensão paradisíaca tem que ser absoluta eterna e infinita, no entanto nossa realidade não pode ser infinita nem eterna já que nossa existência é limitada pelo tempo e pelo espaço, a nível perispiritual podemos encarar uma realidade mais profunda projetada no espaço, essa realidade será um registro eterno, mas não será infinita, pois a noção de espaço requer conceitos de limites.
Como se pode perceber toda existência tem sua origem na dimensão do paraíso que é onde o criador habita, tendo o homem os registros de sua existência desde sua origem, tem ele também uma vaga certeza da existência da realidade paradisíaca, pois foi o local onde ele foi criado e de onde partiu para a aventura do aperfeiçoamento moral, a memória desse momento de criação traz em si a noção de paraíso e nos impulsiona a lutar para voltar a esse paraíso um dia, Jesus quando nos visitou usou muito bem desse artificio, puxando por essa memória quando disse em Mateus 28 “sede vós perfeito como vosso pai é perfeito” . De fato, todos os espíritos em maior ou menor grau de consciência anseia ser igual a Deus, ou em satisfazer o desejo de Deus, sendo que o desejo do pai é que sejamos felizes e perfeitos, demoraremos para chegarmos lá, mas um dia seremos perfeitos pelo menos como o nosso irmão maior, Jesus, o É.
Nesse nível evolutivo que estaremos a realidade material que hoje vivemos, incluindo esse sistema planetário regido pelo sol, não existirá mais, teremos cada um de nós, encarnados e desencarnados, nosso próprio sistema planetário para governar, e viveremos na realidade de um paraíso eterno e absoluto e talvez possamos entender como que a partir dessa dimensão paradisíaca o criador sustenta e controla com a força de gravidade todos os universos existentes.
Para que se tenha uma ideia da organização das dimensões que formam os vários universos devo esclarecer que as dimensões não são paralelas no sentido real da palavra, o termo mais apropriado seria interstício, é como que interpenetrado, a grosso exemplo; as ondas de rádio, de tv e bilhões de outras ondas diferentes estão interpenetradas em nossa atmosfera em nosso próprio corpo em toda a matéria que compõe o planeta, isso se dá por frequência de vibrações diferentes.
Quanto mais aumentamos nossa frequência vibracional, mais próximo da dimensão divina ficamos.

A alguém que se interessar mais pelo assunto o aumento de frequência vibracional está ligado a elevação moral ou reforma intima, poderemos discutir esse assunto com mais detalhes em um outro momento, na verdade esse site é rico em informações nesse campo basta explora-lo mais um pouco, qualquer dúvida que eu puder esclarecer estarei a disposição.