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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Os Chakras e o corpo de cristal




Chakras são estruturas energéticas situadas estrategicamente nos corpos sutis que funcionam como emissão e captação de luz e energias mais elaboradas, conforme alguns autores como Jung são também centros ativos de consciência.
Os chakras situados mais  baixo do corpo são consciências mais instintivas e se aproximam mais da consciência animal, enquanto os chakras superiores vão se aproximando cada vez mais da consciências cósmica universal. Em seu livro “entre o céu e a terra”  André Luiz afirma que; "vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas, que podemos definir como sendo um campo eletromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado" ("Entre a Terra e o Céu", p. 126)
Os chakras principais são sete, e os conheceremos melhor no decorrer do texto
Além dos sete chakras principais temos mais 21 chakras menores que exercem funções parecidas com a dos chakras principais e são assim distribuídos; dois nas solas dos pés, dois nas palmas da mão e o restante espalhados pelo corpo, com destaques para os das palmas das mãos pela importância que exercem nas curas, também para cada poro de nossa pele existe um ponto de energia correspondente que captam para o nosso corpo físico importantes energias transformadoras para nosso corpo físico, esses pontos funcionam como minúsculos chakras, e essa energia age direto em nosso DNA, as moléculas do nosso DNA formam uma figura tetraédrica piramidal, quando esses minúsculos chakras estão ativados as energias canalizadas por eles atingem diretamente essa forma piramidal transformando nosso corpo físico em um corpo de cristal, a luz recebida é refletida em nossa memoria celular ativando essa memoria e a consciência divina contida nessas moléculas, evidentemente quando a pessoa atinge o nível vibracional necessário para ativar esse campo energético já está em um patamar evolutivo bem avançado, a grande maioria dos espíritos que estão encarnando hoje no planeta já vem com esse sistema ativado e por isso apresentam habilidades incríveis, mesmo em tenra idade, mas isso não é indicio de nenhum privilégio quer dizer apenas que essas crianças já desenvolveram esse dom em vidas passadas vividas no plano físico e no plano astral do planeta, mesmo para os que já estão encarnados, em qualquer faixa etária é possível ativar esse corpo de luz através da meditação, da fé e da adoração a Deus, uma vez ativado esse sistema energético de minúsculos chkras é necessário dedicação para mantê-los ativos, o que não é tão difícil como parece, pois o nível evolutivo alcançado nesse processo permite que essa dedicação ocorra sem grandes esforços, as interferências que podem influenciar negativamente nesse processo tem sua fonte em defeitos morais como; orgulho, vaidade, egoísmo etc, e a pessoa que tem o corpo de cristal ativado já tem que ter transmutado, pelo menos em parte esses tipos de energia, essas energias na verdade não pertencem a você foram colocadas aí geralmente  por interesses egoísticos das pessoas que influenciaram com conceitos e dogmas a formação do seu ego. Bom, vamos voltar ao nosso tema que é a estrutura dos chakra, se alguém se interessar pela formação do corpo de cristal pode entrar em contato comigo pelas redes sociais, que aprofundarei um pouco mais nesse tema.
As energias captadas pelos chakras seguem em duas direções, as captadas pelo chakra localizado no alto da cabeça descem por um circuito energético em forma de tubo que acompanha a coluna vertebral em direção ao cóccix , e as que vem do plano físico do planeta entram pelo chakra básico subindo pela mesma coluna energética em direção ao coronário, alguns homônimos são responsáveis pela distribuição dessas energias no corpo físico, segue a relação de cada chakra com seu correspondente hormônio: chakra básico, os hormônios andrógenos carregam essas energias para o corpo físico; chakra sexual os hormônios estrógenos; chakra umbelical os hormônios  cortisol, androsterona e epinefrina, (adrenalina); chackra cardíaco o hormônio timosima; chakra laríngeo T3, T4 e tiroxina;  chakra frontal estimuladores e inibidores de glândulas: acth, fsh, gh, lh, prolactina, tsh, adh e oxitocina; chakra coronário melatomina.
Além do nosso corpo físico somos dotados de vários corpos energéticos que se interpenetram, quanto mais elevado espiritualmente o corpo sutil, mais baixa é sua frequência de onda, chegando essas ondas a se comportarem quase como uma reta, tendo assim um maior poder de penetração, entrarei em mais detalhes sobre os corpos sutis em um artigo especifico para eles, por hora vou apenas citar quais são para entendermos melhor a ação dos chakras, citarei cada corpo sutil obedecendo uma sequencia da frequência  vibracional maior para menor, só esclarecendo que o contrários do que muita gente pensa, quanto menor a vibração energética maior é a evolução do corpo sutil, uma molécula vibrando em alta velocidade dificultará a penetração de outra molécula ou de ondas, é como um ventilador girando, quanto mais rápido ele gira menos chances existem de alguma coisa passar entre suas hélices e mais solido vai parecer para quem o observa, os corpos sutis são; etérico, emocional, mental, astral, eterico padrão, celestial e causal, cada um deles preenche em volta do corpo físico um espaço maior que o anterior, lembrando que eles se interpenetram permitindo que o corpo causal que é o corpo sutil de Deus está presente no corpo físico e em todos os corpos sutis, esse corpo causal de Deus tem seus próprios chakras que atravessam todos os outros corpos sutis devido seu nível vibratório, o corpo celestial também tem seus chakras atravessando os outros corpos sutis, e assim sucessivamente, em um determinado ponto os chakras do corpo emocional, por exemplo, tem uma ligação com o chakra do corpo causal. Quando esse corpo emocional vai evoluindo sua vibração vai ficando mais parecida com a do corpo causal até que ele esteja pronto para sintonizar as energias que estão passando pelo chakra do corpo causal, lembrando que existem outras formas de internalizar as energias divinas, como a adoração a Deus, a vontade de ser igual a Deus, e principalmente o amor, todas essas ferramentas trarão essas energias divinas para dentro de você e existem outras especificas para cada natureza humana, mas naturalmente sem o amor nenhuma delas funciona.  
Há varias classificações para os chakras achei mais adequada para esse trabalho a que segue descrita no site http://www.ippb.org.br.
Chakra Coronário - é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes. É o chacra responsável pela expansão da consciência e pela captação das idéias elevadas. É também chamado de chacra da coroa. Em sânscrito o seu nome é “sahashara ”, o lótus das mil pétalas. Está ligado à glândula pineal.
Obs.: A pineal é a glândula mais alta do sistema endócrino, situada bem no centro da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Essa glândula está ligada ao chakra coronário, que, por sua vez, se abre no topo da cabeça, mas tem a sua raiz energética situada dentro dela. Devido a essa ligação sutil, a pineal - também chamada de “epífise” - é o ponto de ligação das energias superiores no corpo denso e, por extensão, tem muita importância nos fenômenos anímico-mediúnicos, incluindo nisso as projeções da consciência para fora do corpo físico.
Chakra Frontal - é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise – pituitária - e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chakra da aprendizagem e do conhecimento. Em sânscrito ele é conhecido como “Ajna ”, o centro de comando.
Chakra Laríngeo - é o centro de força situado em frente da garganta. É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios. Está ligado à glândula tireóide. Bem desenvolvido, facilita a psicofonia e a clariaudiência. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chacras da cabeça. É o chakra responsável pela expressão criativa – comunicação - do ser humano no mundo. O seu nome em sânscrito é “Vishudda”, o purificador.
Chakra Cardíaco - é o centro de força responsável pela energização do sistema cardiorrespiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso é o chakra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é “Anahata ”, o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível.
Chakra Umbilical – é o centro de força abdominal, responsável pela energização do sistema digestório. Está ligado à glândula pâncreas. É considerado o chakra das emoções inferiores. Quando está bloqueado, causa enjôo, medo ou irritação. Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais. É chamado em sânscrito de “Manipura ”, a cidade das jóias.
Chakra Sexual- é o centro de força responsável pela energização dos órgãos sexuais. Está ligado às gônadas – glândulas de reprodução – testículos no homem; ovários na mulher. Quando está bloqueado, causa impotência sexual ou desânimo. Quando super-excitado, causa intenso desejo sexual. Bem desenvolvido, estimula o melhor funcionamento dos outros chakras e ajuda no despertar da kundalini . É o chakra da troca sexual e da alegria. O seu nome em sânscrito é “Swadhistana ”, a morada do eu – ou morada do sol; ou a morada do prazer.
Chakra Básico – é o centro de força situado na área da base da coluna. É o responsável pela absorção da energia telúrica e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue. Está ligado às glândulas supra-renais e tem relação direta com os fenômenos bionergéticos e parapsíquicos oriundos da ativação da kundalini . O seu nome em sânscrito é “Muladhara ”, a base e fundamento do corpo.

sábado, 3 de março de 2018

Como agradar o criador universal



Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser; não há nada que o homem possa dar a Deus, a não ser essa escolha de ater-se à vontade do Pai; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas volitivas inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira adoração, que satisfaz muito plenamente ao Pai Criador, em cuja natureza o amor é preponderante.

(livro de urantia pag. 23)

O nível do espirito se alcança através da sabedoria e da adoração, mas nenhuma força benigna do universo jamais nos impõe formas de adoração, muito menos com sacrifícios ou sofrimento. A adoração a Deus para surtir efeito tem que ser feita de livre e espontânea vontade.
Nossas orações e quase todas as formas de comunicação que temos com o divino estão circunscritas ao domínio do mestre jesus, que engloba todo o universo local, organizado por Ele, Jesus é um filho criador, que tendo Deus como arquiteto, criou todo o universo onde nos movemos e vivemos; nós somos criação direta do pai universal, portanto somos irmãos de Jesus e também somos filhos criadores, e como somos cheios de imperfeições estamos modificando as paisagens do planeta tão divinamente criadas por nosso mestre Jesus, aliás muitos de nós tem a habito de adorar a natureza como incorporação divina, isso não é o correto a fazer, embora a natureza seja uma criação divina ela não tem encarnação divina.
Na realidade a adoração verdadeira será sempre direcionada ao ser supremo criador do universo, ela ultrapassa os domínios de Jesus e de todas as deidades existentes alcançando de forma direta o nosso Ser supremo, Ele mesmo o criador. Amar a Deus sobre todas as coisas é um conceito que deve nos remeter a algo bem mais profundo, pois o amor é o principal ingrediente para se adorar um Ser infinito em todas as direções benignas.
Adorar é diferente de pedir, quando pedimos alguma coisa estamos em prece, na adoração reconhecemos a grandeza e o amor incondicional do criador, de forma que em nosso coração não fica espaço para oura coisa se não a gratidão e dessa forma a adoração nos enche da presença divina nos proporcionando tudo aquilo que necessitamos para o nosso crescimento espiritual, pois o pai nos quer o mais breve possível junto à Ele, devemos compreender no entanto que nem todos estão preparados para evoluir por amor ou com abundância, muitos necessitam da miséria e do sofrimento para adquirirem humildade e dobrar o joelho diante da grandeza do criador, muitos tem riquezas e ainda assim são orgulhosos, não os inveje, pois esses ainda sofrerão muito ainda para aprenderem a usar as dadivas divinas para a obra do amor; o que é pobre, que sofre e reconhece a majestade de Deus, provavelmente já teve suas riquezas e desperdiçou com orgulho e vaidade, agora estão trilhando outro caminho que deve se revelar mais eficiente, o contrario do que é rico e não está aproveitando a oportunidade, esse ainda passará por provas e expiações, para um dia vergarem suas cabeças e reconhecerem a grandeza divina.   

GRANDEZA DIVINA


Divino ser criador do universo
Ser de luz, em mim manifesto
Expressão máxima de amor
Luz divina do meu ”eu sou”

Es tu a grandeza de toda volição
Em todo o universo traduz gratidão
Meu adorado ser criador universal
Expressão e afeto colossal

Divina presença em meu ser
Fonte eterna do saber
Contigo quero seguir avante
Expressão de luz brilhante

Grandeza maior que o universo
De joelho consigo converso
Agradecendo tanto amor e o espinho
Expressão pura de amor e carinho


Kleber Lages

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

o que são e como funcionam os chakras



Chakra é a denominação sânscrita dada aos centros de força existentes nos corpos espirituais do homem.
Filamentos energéticos intrínsecos formam a rede que compõe o corpo etéreo, esses filamentos conduz energia por todo o corpo etéreo e para o interior dos outros corpos, podemos dizer que são filamentos que tem início e fim, seus terminais são especializados tanto para receber como para transmitir energias em comprimento de ondas específicos. Os filamentos principais receptores de energia têm seu encontro ou ponto de partida em sete locais diferentes do corpo.
Esses pontos são formados por uma espécie de disco colorido que giram constantemente; a camada principal do disco gira em sentido horário atraindo para dentro de si energias universais que se encontram dissolvidas interpenetradas em todos os espaços do universo, outra parte deste disco gira em sentido anti-horário exteriorizando energias dos corpos sutis, tanto energias negativas quanto positivas são absorvidas e exteriorizadas, isso vai depender dos sentimentos e dos pensamentos que a pessoa carrega.
São esses discos que recebem a denominação de chakras, escritos com a letra k simplesmente por ter sua origem no sânscrito.
O chakra principal é o coronário localizado no centro alto da cabeça, veja abaixo uma lista com o nome desses chakras e suas localizações 

1. Centro básico ou fundamental – base da coluna
2. Centro sacro ou sexual (genésico) - Entre o osso púbico e o umbigo; o ponto exato varia de pessoa para pessoa.
3. Centro solar ou umbilical (gástrico) – estomago
4. Centro cardíaco – na altura do coração
5. Centro laríngeo - garganta
6. Centro frontal ou cerebral - testa
7. Centro coronário no alto da cabeça

Apesar dos filamentos que formam os chakras não terem a mesma natureza dos nervos do corpo físico, estão diretamente ligados a eles levando energia de reparo tanto para o sistema autônomo e periférico, como para medula espinhal, concluindo-se que essas energias chegam em todos os pontos do corpo físico e de todos os outros corpos.
O livro de Alice Bailey, intitulado “mecanismos da alma” traz algumas definições de filósofos importantes que se ocuparam deste tema, é aconselhável que você leia com atenção para que possa entender melhor o assunto.
Em O Homem e seu Porvir nós lemos:
“Com respeito aos nadis ou artérias da forma sutil, não se deve confundi-los com as artérias do corpo, por onde circula o sangue; fisiologicamente correspondem mais às ramificações do sistema nervoso, pois são especialmente 112 descritas como luminosas”.
Assim como o fogo está de certo modo polarizado na luz e no calor, o estado sutil está vinculado ao estado corpóreo de dois modos diferentes e complementares: pelo sangue, relacionado à qualidade calórica e pelo sistema nervoso, no que diz respeito à qualidade luminosa. Não obstante, deve-se compreender que entre os nadis e os nervos só há uma simples analogia e não uma identificação, pois os primeiros não são corpóreos e, na realidade, trata-se de dois reinos distintos na individualidade integral. Quando se afirma, de modo análogo, que existe uma relação entre as funções destes nadis e a respiração, por ser essencial para a sustentação da vida, não se deve deduzir de modo algum que sejam os nadis uma espécie de condutores por onde circula o ar. Isto seria confundir o "sopro vital" (prana), que pertence adequadamente à manifestação sutil, com o elemento corpóreo.
"Afirma-se que o número total de nadis é de setenta e dois mil. Segundo outros, seriam setecentos e vinte milhões. Porém a diferença aqui é mais aparente que real, pois, como sempre sucede em tais casos, estes números devem ser tomados de forma simbólica, e não textualmente."
Rama Prasad, utilizando a palavra hindu "lotus" para designar o chakra ou centro de força, faz um interessante comentário a este respeito: “Os plexos nervosos dos modernos anatomistas coincidem com estes centros”. Pelo que foi dito anteriormente, pareceria como se os centros estivessem constituídos por vasos sanguíneos. A única diferença entre os nervos e os vasos sanguíneos é a diferença que há entre os veículos dos pranas positivo e negativo. Os nervos são positivos e os vasos sanguíneos constituem o sistema negativo do corpo. Onde houver nervos, haverá os correspondentes vasos sanguíneos. Ambos são indistintamente chamados de nadis. Uma série tem por centro o lotus do coração; a outra o lotus de mil pétalas do cérebro.
O sistema de vasos sanguíneos é uma representação exata do sistema nervoso, sendo, na verdade, somente sua sombra. “Do mesmo modo que o coração, o cérebro tem suas divisões superior e inferior o cérebro e o cerebelo e também suas divisões direita e esquerda.” Os centros de força estão situados ao longo da coluna vertebral e na cabeça.
Arthur Avalon disse:
"Uma descrição dos chakras implica, em primeiro lugar, uma enumeração do sistema central e autônomo da anatomia e da fisiologia ocidentais; em segundo lugar, uma explicação do sistema nervoso tântrico e dos chakras e, finalmente, uma correlação dos dois sistemas, até onde seja possível, nos aspectos anatómico e fisiológico, porque o resto é em geral, privativo do ocultismo tântrico.
"A teoria tântrica relativa aos chakras e ao sahasrara, refere-se ao aspecto fisiológico... em relação com o sistema nervoso central, que compreende o cérebro ou encéfalo contido no crânio, e a medula espinhal, contida na coluna vertebral (Merudanda).
É digno de observação que, assim como há cinco centros (chakras), a coluna vertebral está dividida em cinco regiões que, começando pela inferior, são: a coccigeana, que consta de quatro vértebras inferiores imperfeitas, com frequência soldadas num osso chamado cóccix; a região sacra, composta de cinco vértebras soldadas em um só osso chamado sacro; a região lombar ou região dos rins constituída por cinco vértebras; a região dorsal ou região da espádua, formada por doze vértebras; a região cervical, ou região do pescoço, que tem sete vértebras. Como se vê, em diferentes partes, a medula mostra diversas características para cada uma região. Falando grosseiramente, estas regiões correspondem às que têm sido assinaladas como submetidas ao controle dos centros ou chakras Muladhara, Svadhishthana, Manipura, Anahata e Vishuddha.
O sistema central tem relação com o periférico por meio dos trinta e um nervos espinhais e doze nervos cranianos que, por sua vez, são aferentes e eferentes ou sensitivos e motores, que produzem a sensação ou a ação estimuladora. Dos nervos cranianos, os últimos seis surgem do bulbo e os outros seis, exceto os nervos olfativo e ótico, das panes do cérebro que estão de frente ao bulbo.
Os escritores das escolas Yoga e Tântrica empregam o termo Nadi, em lugar de nervos. Além disso, como foi dito, referem-se aos nervos cranianos quando falam dos Shiras, nunca empregando esta última para designar as artérias, como se faz na literatura médica.
Sem dúvida, deve-se observar que os Nadis Yoga não são os nervos materiais comuns, mas sim as linhas mais sutis pelas quais circulam as forças vitais.
Os nervos espinhais depois que saem do intervertebral, entram em comunicação com os cordões ganglionares do sistema nervoso autónomo, que estão em ambos os lados da coluna vertebral.
A medula espinhal se estende no homem desde a borda superior do atlas, debaixo do cerebelo, penetrando no bulbo e abrindo-se finalmente no quarto ventrículo do cérebro, descendo até a segunda vértebra lombar, de onde se estreita e afina até um ponto chamado filamento terminal."
Como o anteriormente exposto refere-se ao sistema tântrico, deve-se observar que a referência é feita a um sistema hindu de controle de energia com segurança unicamente para aqueles que possuem o mais puro e elevado caráter moral, pureza de vida e de pensamento.
Certas práticas e escolas que se aviltaram, apareceram no Oriente e Ocidente, ensinando práticas chamadas tântricas, e nunca serão condenadas com excessiva severidade.
Estes centros de força não estão situados meramente ao longo da coluna vertebral e na cabeça, como se tem indicado, mas estão relacionados uns aos outros por meio da coluna, numa relação demasiado intrincada para ser detalhado aqui.
Dos sete centros, dois estão na cabeça e cinco na coluna vertebral. Os dois centros da cabeça se relacionam diretamente com as faculdades da mente e do movimento. O centro Sahasrara (centro coronariano), chamado comumente de lótus de mil pétalas é a corporifícação da energia espiritual, manifestada como vontade, mente abstrata, espiritual ou intuição. O centro ajna, ou centro entre as sobrancelhas, diz respeito à mente inferior e à natureza psíquica do organismo integrado, denominado homem, a personalidade.
Os cinco centros da coluna vertebral então dizem respeito às diversas atividades do organismo, mediante os quais o homem manifesta seu instinto animal, suas reações emocionais e a intenção de sua vida. Tais centros são, em grande parte, dirigidos pela força que entra e sai dos centros da cabeça.
No Poder da Serpente, Arthur Avalon diz que: "Os centros influem não só sobre as combinações musculares, relativas aos movimentos da vontade, mas também sobre as funções de inervação vascular, de secreção e outras análogas que têm seus centros mais ou menos localizados na medula espinhal. Sem dúvida, diz-se que os centros cerebrais dirigem estas funções somente em relação com as manifestações da volição, do sentimento e da emoção, e que os centros raquídeanos com o sistema autónomo subordinado, constituem o mecanismo de adaptação inconsciente, de acordo com as condições variáveis de estímulo, essenciais para a continuidade da existência do organismo. O bulbo é. além disso e por sua vez, como um canal de comunicação entre os centros superiores e a periferia e um centro independente que regula as funções de maior importância no sistema.
Deve-se observar que, as fibras nervosas que levam os impulsos motores que descem do cérebro até a medula espinhal, e quase que subitamente cruzam a medula de um lado para o outro na altura do bulbo, fato mencionado nos Tantras quando é descrito o Mukta Triveni.
Este último está conectado por numerosos condutos aferentes e eferentes, com o cerebelo e os gânglios cerebrais. Acima do cerebelo está o cérebro, cuja atividade está associada com a volição consciente, a ideia e a origem dos movimentos voluntários.
A noção de consciência, tema introspectivo da Psicologia, não deve ser confundida com a função fisiológica. Por isto, não existe um órgão da consciência, porque a consciência não é um conceito orgânico, e nada tem a ver com o conceito fisiológico de energia, cujo aspecto interno introspectivo representa.
A natureza do nexo fisiológico que suas partes e o resto do corpo forniam entre si. Sem dúvida, pode-se supor, em geral, (segundo se diz) que existem razões pelas quais há centros nervosos no sistema central, relacionados de um modo especial com mecanismos especialmente sensitivos, de secreção ou motores, e centros tais como o pretenso centro gênito-espinhal, para uma ação fisiológica determinada, existentes em determinada porção da medula espinhal.
O aspecto sutil de tais centros é denominado chakra, como expressão de consciência (chaitanya), corporificada em várias fornias de maya shakti.
Os centros estão relacionados, através de condutores, com os órgãos genitais, da excreção, da digestão, da ação cardíaca e da respiração, em relação final com os chakras: Muladhara, Svadhisthana, Manipura, Anahata e Vishuddha, respectivamente; assim como se tem assinalado meios de relação especial, mesmo que não exclusivos, com diversos processos perceptivos, da volição e da imaginação."  Estes centros variam em atividade, segundo o estágio de evolução do indivíduo.
Em algumas pessoas certos centros estão "despertos", e em outras pessoas os mesmos podem estar relativamente passivos; e ainda em outras, o centro do plexo solar estará ativo ou predominará, e também em outras o mesmo acontecerá com o centro cardíaco ou com o laríngeo.
São muito poucas as pessoas que têm ativo, hoje, o centro coronário. Falando generalizadamente, nos selvagens e nos pouco evoluídos, os três centros situados abaixo do diafragma (os centros da base da coluna vertebral, do sacro e do plexo solar) estão ativos e dominantes, porém os situados acima do diafragma permanecem "adormecidos". Na humanidade comum, o centro laríngeo está começando a se fazer sentir, estando ainda adormecidos os centros cardíaco e coronário.
No ser humano altamente evoluído, no líder da raça, no filósofo intuitivo e no cientista, assim como nos grandes santos, o centro coronário e o cardíaco começam a fazer sentir sua vibração; a prioridade do centro coronário e do cardíaco é determinada pelo tipo de pessoa e pela qualidade da consciência emocional e mental.
De acordo, pois, com o desenvolvimento do homem, estes centros de força se vivificam e predominam e, segundo sua vivência, fazem sentir sua presença junto a diversos tipos de atividades. Os centros abaixo do diafragma comandam a vida física da forma material e a vida psíquica animal, que existem tanto no homem quanto no animal. Os que estão acima do diafragma estão ligados à vida intelectual e espiritual, e produzem as atividades em que o homem demonstra ser diferente e superior ao animal, e que proporcionam sua ascenção na escala da evolução.
Esses conceitos orientais foram estudados e desenvolvidos durante milênios e mais recentemente vem sendo confirmados e melhorados pela espiritualidade maior que consegue se comunicar conosco, naquela época se usava muita simbologia e chavões no intuito de tornar aceitável os conceitos descritos, hoje em dia a ciência já confirma muitos desses fatos através de estudiosos como Delane e outros.