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sábado, 3 de março de 2018

Como agradar o criador universal



Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser; não há nada que o homem possa dar a Deus, a não ser essa escolha de ater-se à vontade do Pai; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas volitivas inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira adoração, que satisfaz muito plenamente ao Pai Criador, em cuja natureza o amor é preponderante.

(livro de urantia pag. 23)

O nível do espirito se alcança através da sabedoria e da adoração, mas nenhuma força benigna do universo jamais nos impõe formas de adoração, muito menos com sacrifícios ou sofrimento. A adoração a Deus para surtir efeito tem que ser feita de livre e espontânea vontade.
Nossas orações e quase todas as formas de comunicação que temos com o divino estão circunscritas ao domínio do mestre jesus, que engloba todo o universo local, organizado por Ele, Jesus é um filho criador, que tendo Deus como arquiteto, criou todo o universo onde nos movemos e vivemos; nós somos criação direta do pai universal, portanto somos irmãos de Jesus e também somos filhos criadores, e como somos cheios de imperfeições estamos modificando as paisagens do planeta tão divinamente criadas por nosso mestre Jesus, aliás muitos de nós tem a habito de adorar a natureza como incorporação divina, isso não é o correto a fazer, embora a natureza seja uma criação divina ela não tem encarnação divina.
Na realidade a adoração verdadeira será sempre direcionada ao ser supremo criador do universo, ela ultrapassa os domínios de Jesus e de todas as deidades existentes alcançando de forma direta o nosso Ser supremo, Ele mesmo o criador. Amar a Deus sobre todas as coisas é um conceito que deve nos remeter a algo bem mais profundo, pois o amor é o principal ingrediente para se adorar um Ser infinito em todas as direções benignas.
Adorar é diferente de pedir, quando pedimos alguma coisa estamos em prece, na adoração reconhecemos a grandeza e o amor incondicional do criador, de forma que em nosso coração não fica espaço para oura coisa se não a gratidão e dessa forma a adoração nos enche da presença divina nos proporcionando tudo aquilo que necessitamos para o nosso crescimento espiritual, pois o pai nos quer o mais breve possível junto à Ele, devemos compreender no entanto que nem todos estão preparados para evoluir por amor ou com abundância, muitos necessitam da miséria e do sofrimento para adquirirem humildade e dobrar o joelho diante da grandeza do criador, muitos tem riquezas e ainda assim são orgulhosos, não os inveje, pois esses ainda sofrerão muito ainda para aprenderem a usar as dadivas divinas para a obra do amor; o que é pobre, que sofre e reconhece a majestade de Deus, provavelmente já teve suas riquezas e desperdiçou com orgulho e vaidade, agora estão trilhando outro caminho que deve se revelar mais eficiente, o contrario do que é rico e não está aproveitando a oportunidade, esse ainda passará por provas e expiações, para um dia vergarem suas cabeças e reconhecerem a grandeza divina.   

GRANDEZA DIVINA


Divino ser criador do universo
Ser de luz, em mim manifesto
Expressão máxima de amor
Luz divina do meu ”eu sou”

Es tu a grandeza de toda volição
Em todo o universo traduz gratidão
Meu adorado ser criador universal
Expressão e afeto colossal

Divina presença em meu ser
Fonte eterna do saber
Contigo quero seguir avante
Expressão de luz brilhante

Grandeza maior que o universo
De joelho consigo converso
Agradecendo tanto amor e o espinho
Expressão pura de amor e carinho


Kleber Lages

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Ensinamentos de Jesus sob novas perspectivas



Jesus


Como agiria uma personalidade do criador universal se encarnasse entre nós?
Jesus foi o modelo perfeito de como seria essa personalidade, foi o mestre o ser humano que vivenciou entre nós a perfeita vontade do pai universal, de certa forma Ele foi e è para nós um Deus em potencial, filho criador que embora não tenha criado o universo, criou essa parte do universo onde vivemos.
Foi Jesus quem nos apresentou a um Deus amoroso, declarando uma relação real e eterna de pai e filho entre nós e o criador universal, descobrimos pelos seus ensinamentos que Deus é o criador e o pai de tudo que existe e que cada partícula que existe no universo foi criada sob o impulso original do amor divino, Deus conhece profundamente cada uma das personalidades existentes e sabe de nossas necessidades antes mesmos de nós.
Foi Jesus quem nos apontou um caminho interno para se chegar ao pai criador, nos deixando claro que através do conhecimento do nosso Eu mais profundo podemos conhecer e revelar em nós a mais profunda realidade divina que age na criação do universo.
Foi sem duvida Jesus o ser humano que mais revelou a natureza de Deus para a humanidade, sem querer desmerecer outros grandes mestres que passaram pela superfície material do planeta, Jesus foi o ser espiritualmente mais completo a encarnar na dimensão molecular do planeta terra.
Diante do desenvolvimento intelectual alcançado por nós, hoje sabemos que o sacrifício de Jesus foi muito maior do que se imaginava, pois não havia obrigatoriedade Dele se encanar na superfície do planeta em uma época tão conturbada moralmente e politicamente onde se sacrificava de forma tão cruel às pessoas, o sacrifício de Jesus não acrescentou aos seus ensinamentos coisas que não poderiam ser acrescentadas de outras formas, o que nos leva a concluir que foi um sacrifício desnecessário, levado a cabo pelas personalidades encarnadas naquela época. Muitos de nós vivíamos naquele tempo e participamos efetivamente desse sacrifício, por isso devemos sempre que possível nos colocarmos em meditação introspectiva para sabermos se não carregamos culpas ou medos advindos de traumas causados no sacrifício do nosso mestre, pode parecer horrível para nós ter participado de tais eventos, mas devemos ter em mente a natureza divina altruísta de Jesus, tendo consciência de que ele com certeza já nos perdoou e que agora só resta a nós mesmos nós perdoarmos.
Foi Jesus que nos proporcionou os recursos e nos apontou o caminho para obtermos a vitória sobre a carne e sobre o mau que impera no planeta.
Também existem ensinamentos atribuídos a Jesus que na realidade não foram passados por Ele, para ilustrar esse paragrafo transcrevo aqui um trecho do livro de urantia que trata desse assunto, claro que muitos ensinamentos do mestre evoluíram, enquanto outros não resistiram ou não resistirão a luz da evolução.
“Nada mais do que natural era que o culto da renúncia e humilhação devesse dar atenção à
gratificação sexual. O culto da continência sexual originou-se como um ritual entre os soldados, antes de entrarem nas batalhas; em dias posteriores tornou-se a prática dos “santos”. Esse culto tolerava o casamento apenas como um mal menor do que a fornicação. Muitas grandes religiões do mundo têm sido influenciadas adversamente por esse culto antigo, mas nenhuma mais marcadamente do que o cristianismo. O apóstolo Paulo foi um devoto desse culto; a sua visão pessoal é refletida nos ensinamentos que vinculou à teologia cristã: “É bom para um homem não tocar em uma mulher”. “Gostaria que todos os homens
fossem como eu”. “Digo, pois, aos que não são casados e aos viúvos, ser bom para eles permanecerem como eu.” Paulo sabia muito bem que esses ensinamentos não eram uma parte da boa nova do evangelho de Jesus; e o seu reconhecimento disso é ilustrado por esta declaração sua: “E me permito dizer isso, mas isso não me foi passado como um mandado ou mandamento”. E tal culto levou Paulo a desprezar as mulheres. E o pior de tudo isso é que a sua opinião pessoal vem, há muito, influenciando os ensinamentos de uma grande religião mundial. Se os conselhos do fabricante de tendas e professor tivessem sido obedecidos literal e universalmente, então a raça humana teria chegado a um fim súbito e inglório.
Ademais, o envolvimento de uma religião com esse antigo culto de continência conduz diretamente a uma guerra contra o casamento e o lar; contra as verdadeiras fundações da sociedade e instituições básicas do progresso humano. “E não é de admirar-se que todas essas crenças hajam fomentado a formação de sacerdócios celibatários nas várias religiões de muitos povos.”
Gostaria de desenvolver melhor esse tema, mas por enquanto vou parar por aqui e esperar para ver o nível de interesse e divulgação dos irmãos para ver se continuo ou não a escrever sobre esse assunto.


Abraços fraternos,

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O que é a felicidade



A felicidade, docemente e lindamente explicada, na visão de uma querida e sensível amiga. 

Na trajetória de nossa vida, por tudo que já vivemos, por tudo que já passamos, por tudo que sofremos e por tudo que aprendemos com nossos erros e acertos, a todo momento somos tomados por oportunidades de aprendizado e redenção.
Nosso caminho é traçado por Deus, cabe a nós cumprirmos com nossos deveres para alcançarmos a graça divina.
Defeitos todos nós temos, o que devemos fazer e nos esforçamos para reverte-los, mas para isso é preciso admitir que nós os temos, isso se chama humildade. Abaixe a cabeça, entre em si, peça perdão para você mesmo e para Deus, se arrependa de coração, esse é o primeiro caminho para redenção, depois pense onde está o erro e foque exatamente nele.
Você não está sozinho, Deus sabe de tudo que o incomoda, orgulho nunca te levará a lugar algum, no mundo há pessoas de todos os níveis morais e intelectuais, você encontrará pessoas piores e melhores que você, mas estão todos em aprendizado constante como você, alguns cruzam seu caminho para te ensinar, outros para aprender com você, mas todos são colocados em sua vida pela providencia divina, alguns como inimigos talvez e outros como amigos, mas todos e tudo te ajudarão e evoluir.
Seu fardo pode ser maior do que o deles, porem eles cruzaram seu caminho para ajuda-lo a diminuir o peso desse fardo. Aceite de coração não se deixe levar pelo orgulho, respeite sempre o próximo mais próximo de você, que é sua família, é ela que de uma forma ou de outra te conduzirá ao bom caminho, é nela que você aprende o caminho do amor.
Levanta e caminha não tenha vergonha de pedir perdão e perdoe a todos que você pensa que te fizeram mal, agradeça-os de coração são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento pessoal.
Viva com base no presente semeie amor, compreensão e paz, pois seu futuro depende do que você semear hoje.
Felicidade é algo surpreendente, não a busque em coisas materiais, estas poderão ser conquistadas no plano material, mas nunca alcançarás a felicidade se não buscares dentro de você mesmo.
Felicidade é simplicidade, é amor no coração, é sentir-se em paz, é sentir-se harmonioso com tudo e com todos, é alivio no coração, livre de magoas e ressentimentos, é prontidão para ouvir, é prestar atenção e valorizar todo que há a sua volta, comtemplar a natureza e senti-la, é vivenciar os bons momentos ao lado da pessoa que amamos, é pisar descalço, andar na chuva, fazer coisas de criança e aprender com elas., é não ter preconceitos e viver intensamente com todas as pessoas sem ser diferente, é abrir sorrisos a todos indistintamente, sem criar barreiras, desejar aos irmão bom dia, tudo de bom. É não querer ser mais e nem menos que ninguém, é entender que todos somos iguais, independente de raça, cor, religião, situação financeira, é saber que o mundo pertence ao mundo, que nada levaremos dele quando partirmos, é entendermos que a felicidade é um sentimento de doação, de amor no coração, é querer bem sem olhar a quem, é viver intensamente em um mundo sem cobrança, sem medo e sem apegos, amar a todos como a nós mesmos, é criar expectativas de um mundo melhor a partir de nossas ações, as pessoas a nossa volta refletem aquilo que pensamos e que expressamos.

domingo, 11 de setembro de 2016

Indulgência

INDULGÊNCIA

                                                                    Doce palavra 

Clemência, misericórdia, absolvição de pena, ofensa ou dívida; desculpa, indulto, perdão; são muitos os significados dessa doce palavra, que pode nos remeter ao paraíso divino prometido pelo cristo.
              Geralmente essas coisas aplicamos a nós, sem nos lembrarmos que devemos amar ao próximo como a nós mesmos; vemos o cisco no olho do outro, mas negamos a trave que está no nosso, esta é uma lição do mais iluminado mestre que andou por esse planeta e que também nos disse, “atire-lhe a primeira pedra aquele que não tiver pecado”, deixando claro que devemos nos analisar, com a máxima imparcialidade para depois formular qualquer julgamento contra alguém.
              Francisco de Assis nos aconselha inclusive a sermos rigorosos com nós mesmos, em nossos julgamentos, e mais indulgente com o próximo.
              Devemos sempre agradecer a Deus por tantas oportunidades, por tanto amor, por tanta bondade e carinho; devemos pedir que nos guie cada vez mais no caminho do bem; devemos pedir pelo planeta terra, pedir para que possamos cumprir nossas obrigações no planeta e pedir principalmente que possamos proceder as doações de energias advindas do amor fraterno para engrandecimento moral da humanidade.
              Tudo que você precisa para caminhada em direção a luz como; o fervor necessário e o amor necessária está em ti e está no próximo, procure, pois, com indulgencia julgar para que com indulgencia seja julgado busque perceber na pessoa o que ela tem de melhor, é uma boa forma de praticar a indulgência aqui em nosso planeta.
          A coisa tem caminhado de uma forma meio acelerada em direção ao bem; muitas coisas ruins muitos sofrimentos foram evitados enquanto outros não serão possível evitar embora as pessoas comuns não conseguem perceber com clareza muitas correções estão sendo efetuadas de forma mais acentuada que o normal para o ritmo do planeta.
17.  Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam; não julgueis com severidade senão as vossas próprias ações e o Senhor usará de indulgência para convosco, como de indulgência houverdes usado para com os outros.
            Sustentai os fortes: animai-os à perseverança. Fortalecei os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento; mostrai a todos o anjo da penitência estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando-as assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro.
           Compreendei todos a misericórdia infinita de vosso Pai e não esqueçais nunca de lhe dizer, pelos pensamentos, mas, sobretudo, pelos atos: “Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos hão ofendido. ” Compreendei bem o valor destas sublimes palavras, nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela veste.
            Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão? Será unicamente o olvido das vossas ofensas? Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas, Ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria.
            A recompensa não pode constituir prêmio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido.
            Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação.
                Quando perdoardes aos vossos irmãos, não vos contenteis com o estender o véu do esquecimento sobre suas faltas, porquanto, as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares vossos. Levai-lhes simultaneamente, com o perdão, o amor; fazei por eles o que pediríeis fizesse o vosso Pai celestial por vós.
         Substituí a cólera que conspurca, pelo amor que purifica. Pregai, exemplificando, essa caridade ativa, infatigável, que Jesus vos ensinou; pregai-a, como ele o fez durante todo o tempo em que esteve na Terra, visível aos olhos corporais e como ainda a prega incessantemente, desde que se tornou visível tão somente aos olhos do Espírito.
        Segui esse modelo divino; caminhai em suas pegadas; elas vos conduzirão ao refúgio onde encontrareis o repouso após a luta. Como ele, carregai todos vós as vossas cruzes e subi penosamente, mas com coragem, o vosso calvário, em cujo cimo está a glorificação. – João, bispo de Bordéus. (1862)
(O evangelho segundo o espiritismo).

Beleza de um sentimento


Fruto sublime do amor
És ó sublime perdão
Balsamo sagrado da dor
Doce alegria do coração

Paz de esplêndida luminescência
Dia esplêndido de sol brilhante
Es tu ó indulgencia
Luz de sol escaldante

Borboleta flutuando em leve brisa
Pássaro cantor em verde palmeira
Inocente expressão de poetisa
Natureza divina derradeira

Conforto terno no coração
Calor que seca as lagrimas
Divina filha da abnegação
Suave flor das almas

A ti indulgencia, canto essa oração
Digna de ser hino de sabedoria
Pretendendo tocar o coração
Dos espíritos que almejam a alegria


Kleber Lages

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Descubra se você é moralmente afinado com o século XXI





Acreditamos em alguma coisa geralmente com base nos padrões psicológicos internos ligados a sentimentos e, além disso, as pessoas tendem a acreditar naquilo que lhes convém, mas no fundo o que comanda nossas crenças são nossos sentimentos.
A pessoa muito vaidosa pode optar por acreditar na politica entendendo que esse caminho o levará a aquisição de status ou bens materiais. No entanto além dos sentimentos, todo ser humano é dotado de imperceptíveis intuições que o faz acreditarem em algo maior que sentimentos e em algo mais que o padrão psicológico de cada um. Queremos ser feliz, e sabendo que a paz interior é indispensável para nosso bem estar, buscamos todos os meios para adquirir essa paz e harmonia interior, e os que largaram na frente nessa busca já perceberam que o caminho é religioso e não material, a religião em sua origem já significou uma dança, já significou um bezerro de ouro, o brilho do fogo e das estrelas, entre outras coisas, hoje apesar de significar ainda para muitos a aquisição de bens matérias grande parte das pessoas já perceberam que a maior perturbação que as pessoas sentem é de origem emocional, sendo as emoções uma expressão dos sentimentos fica claro que nosso desconforto ou falta de bem estar não significa a ausência de conforto material e sim a ausência de sentimentos nobres, mesmo as pessoas comandadas pelo orgulho, pela vaidade ou pelos instintos sexuais, percebem que quando satisfeitos esses sentimentos ainda fica faltando algo para completa-los, vemos milionários que tem todos os confortos e comodidades que o dinheiro pode comprar e, no entanto absorvem a própria vida e se abdicam das obrigações domesticas com os filhos e com a esposa, para buscar cada vez mais e mais bens materiais, essas pessoas enquanto não perceberem que o dinheiro não compra paz interior, não terão condições de abandonar essa luta desesperada por dinheiro, no entanto não é tão difícil como parece essa mudança de comportamento, isso porque, a fé essa pessoa já tem, o que falta é direciona-la para Deus em vez de acreditarem unicamente no dinheiro.
Escrevendo esse texto estou mim lembrando de um caso recente acontecido em meu ciclo de amizade que ilustra essa situação, um casal formado por duas pessoas honestas e bem intencionadas porem muito dedicados a aquisição de bens materiais e posição social, tiveram a infelicidade de verem sua filha de apenas quinze anos desencarnar e me questionaram o porquê dessa jovem ter desencarnado de forma tão precoce, eu não pode responder de imediato devido a complexidade da questão, mas em uma sessão espirita que aconteceu algumas comunicações extra sensoriais ficou claro que a menina tinha débitos com o casal adquiridos em encarnações anteriores e se propôs a nascer como filha do casal para resgatar esse debito, mas a forma como desencarnou levou seus pais a buscarem respostas em ambientes religiosos, esse casal desse momento em diante com certeza descobrirão valores que substituirão com folga o conforto proporcionado por dinheiro e por posição social, essa é uma das formas dolorosas que a vida usa para forçar as pessoas a valorizarem a religiosidade.
Apesar de já termos vivido de varias formas nossa religiosidade, e de ainda precisarmos de ritos e palavras para expressa-la, a religião é muito mais um sentimento interno individual do que qualquer outra coisa é na verdade a busca da irmandade entre as pessoas, entre as pessoas e a natureza e entre as pessoas e todos os elementos que compõe o universo, afinal somos todos obras de um só criador.
Percebemos, portanto no exemplo citado acima, que a religião se desenvolve em quatro pilares principais; nos conceitos internalizados por cada um na labuta do dia a dia, na certeza de que tem que haver algo mais além da matéria, na esperança de ser feliz e na confiança de uma força maior que nos guia.       
Até aqui falo de uma religião intuitiva, mas em meus estudos dos últimos anos averiguei que a ciência e a religião já se cruzam em vários pontos, basta um olhar mais demorado sobre a física quântica para que qualquer um perceba essa verdade, apesar disso a religião não deixa de ser um sentimento, um evento único e individual, a ciência vem apenas confirma-la e nos mostrar como Deus constrói a vida e o amor de forma tão perfeita. Prova disso é que mesmo a pessoa sem conhecimento pode carregar uma fé religiosa potente e transformadora.
 Você que está lendo esse texto, se tiver minimamente afinado com o nível vibracional moral do século XXI, com certeza já se perguntou se fez a coisa certa ou errada em alguma decisão que tomou, e dessa forma já se conscientizou dessa religiosidade intuitiva, com esse tipo de manifestação. Se você se preocupa em fazer a coisa certa de forma justa é porque inconscientemente você sabe o que é certo e sua consciência te cobrará se você fizer a coisa errada, acontece que todos os espirito encarnados hoje nesse planeta já tiveram experiências de vida e auxílios divinos o suficiente para ter os conceitos religiosos próximos da consciência da personalidade encarnada que comanda esse espirito, veja você, por exemplo, a mesma consciência que te permite entender esse texto é a que te convenceu a buscar a compreensão de coisas desse tipo, isso eu dizer que você já tem esses conceitos internalizados, precisando apenas se conscientizar deles para compreendê-los e aplica-los ao seu espirito, que na verdade é sua realidade eterna, a semente divina que Deus colocou em você contem todos os conceitos religiosos, cabe a você desenvolve-los usando seu livre arbítrio.
Porque temos livre arbítrio? Porque somos imagem e semelhança de deus.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Pai nosso e seus significados




I Pai nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome!

Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do Universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da Criação, desde o raminho de erva minúscula e o pequenino inseto, até os astros que movem no espaço, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e sábio. Por toda a parte se nos depara a prova de paternal solicitude. Cego, portanto, é aquele que te não reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te não glorifica e ingrato aquele que te não rende graças.


II. Venha o teu reino!
Senhor, deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade, se eles as cumprissem. Com essas leis, fariam reinar entre si a paz e a justiça e mutuamente se auxiliariam, em vez de se maltratarem, como o fazem. O forte sustentaria o fraco, em vez de o esmagar. Evitados seriam os males, que se geram dos excessos e dos abusos. Todas as misérias deste mundo provêm da violação de tuas leis, porquanto nenhuma infração delas deixa de ocasionar fatais consequências.
Deste ao bruto o instinto, que lhe traça o limite do necessário, e ele maquinalmente se conforma; ao homem, no entanto, além desse instinto, deste a inteligência e a razão; também lhe deste a liberdade de cumprir ou infringir aquelas das tuas leis que pessoalmente lhe concernem, isto é, a liberdade de escolher entre o bem e o mal, a fim de que tenha o mérito e a responsabilidade das suas ações.
Ninguém pode pretextar ignorância das tuas leis, pois, com paternal previdência, quiseste que elas se gravassem na consciência de cada um, sem distinção de cultos, nem de nações. Se as violam, é porque as desprezam. Dia virá em que, segundo a tua promessa, todos as praticarão. Desaparecido terá, então, a incredulidade. Todos te reconhecerão por soberano Senhor de todas as coisas, e o reinado das tuas leis será o teu reino na Terra.
Digna-te  Senhor, de apressar-lhe o advento, outorgando aos homens a luz necessária, que os conduza ao caminho da verdade.

III. Faça-se a tua vontade, assim na Terra como no Céu.
Se a submissão é um dever do filho para com o pai, do inferior para com o seu superior, quão maior não deve ser a da criatura para com o seu Criador! Fazer a tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos teus decretos. O homem a ela se submeterá, quando compreender que és a fonte de toda a sabedoria e que sem ti ele nada pode. Fará, então, a tua vontade na Terra, como os eleitos a fazem no Céu.

IV. Dá-nos o pão de cada dia.
Dá-nos o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas, dá-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito. O bruto encontra a sua pastagem; o homem, porém, deve o sustento à sua própria atividade e aos recursos da sua inteligência, porque o criaste livre. Tu lhe hás dito: “Tirarás da terra o alimento com o suor da tua fronte.”
Desse modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obrigação, a fim de que exercitasse a inteligência na procura dos meios de prover às suas necessidades e ao seu bem estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o trabalho, ele se conservaria estacionário e não poderia aspirar à felicidade dos Espíritos superiores. Ajudas o homem de boa vontade que em ti confia, pelo que concerne ao necessário; não, porém, àquele que se compraz na ociosidade e desejara tudo obter sem esforço, nem àquele que busca o supérfluo. (Cap. XXV.)
Quantos e quantos sucumbem por culpa própria, pela sua incúria, pela sua imprevidência, ou pela sua ambição e por não terem querido contentar-se com o que lhes havias concedido! Esses são os artífices do seu infortúnio e carecem do direito de queixar-se, pois que são punidos naquilo em que pecaram. Mas, nem a esses mesmos abandonas, porque és infinitamente misericordioso. As mãos lhes estendes para socorrê-los, desde que, como o filho pródigo, se voltem sinceramente para ti. (Cap. V, nº 4.)
Antes de nos queixarmos da sorte, inquiramos de nós mesmos se ela não é obra nossa. A cada desgraça que nos chegue, cuidemos de saber se não teria estado em nossas mãos evita-la. Consideremos também que Deus nos outorgou a inteligência para tirar-nos do lameiro, e que de nós depende o modo de a utilizarmos.
Pois que à lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, dá-nos coragem e forças para obedecer a essa lei. Dá-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perdermos o respectivo fruto.
Dá-nos, pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos, pelo trabalho, as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém tem o direito de reclamar o supérfluo. Se trabalhar nos é impossível, à tua divina providência nós confiamos. Se está nos teus desígnios experimentarmos pelas mais duras provações, malgrado aos nossos esforços, aceitamo-las como justa expiação das faltas que tenhamos cometido nesta existência, ou noutra anterior, porquanto és justo. Sabemos que não há penas imerecidas e que jamais castigas sem causa.
Preserva-nos, ó meu Deus, de invejar os que possuem o que não temos, nem mesmo os que dispõem do supérfluo, ao passo que a nós nos falta o necessário. Perdoa-lhes, se esquecem a lei de caridade e de amor do próximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI, nº 8)
Afasta, igualmente, do nosso espírito a ideia de negar a tua justiça, ao notarmos a prosperidade do mau e a desgraça que cai por vezes sobre o homem de bem. Já sabemos, graças às novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justiça se cumpre sempre e a ninguém excetua; que a prosperidade material do mau é efêmera, quanto a sua existência corpórea, e que experimentará terríveis reveses, ao passo que eterno será o júbilo daquele que sofre resignado. (Cap. V, nº 7, 9, 12 e 18)

V. Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam.
Cada uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida que contraímos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos, de empregarmos os maiores esforços para não contrair outras.
Tu nos impuseste por lei expressa a caridade; mas, a caridade não consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se dela não usássemos para com aqueles que nos hão dado motivo de queixa? Concede-nos, ó meu Deus, forças para apagar de nossa alma todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda guardando nós no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que nós possamos apresentar, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos últimos pensamentos foram em prol dos seus algozes. (Cap. X)
Constituem parte das nossas provas terrenas as perseguições que os maus nos infligem. Devemos, então, recebe-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas, e não maldizer dos que, por suas maldades, nos rasgam o caminho da felicidade eterna, visto que nos disseste, por intermédio de Jesus: “Bem aventurados os que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha, uma vez que as mortificações do corpo nos fortificam a alma e que seremos exalçados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4.) Bendito seja teu nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e de reparar nossas culpas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV, e cap. V, nº 5)
Assim se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É a luz que se projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça soberana e da tua infinita bondade.

VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal
Dá-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos Espíritos maus, que tentem desviar-nos
dá senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos. Mas, somos Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorarmos. Em nós mesmos está a causa primária do mal e os maus
Espíritos mais não fazem do que aproveitar os nossos pendores viciosos, em que nos entretêm para nos tentarem. Cada imperfeição é uma porta aberta à influência deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentativa contra os seres perfeitos. É inútil tudo o que possamos fazer para afastá-los, se não lhes opusermos decidida e inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisamos dirigir os nossos esforços e, se o fizermos, os maus Espíritos naturalmente se afastarão, porquanto o mal é que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se aqui adiante: “Preces pelos obsidiados”.) Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza; inspira-nos, pelos nossos anjos guardiães e pelos bons Espíritos, a vontade de nos corrigirmos de todas as imperfeições a fim de obstarmos aos Espíritos maus o acesso à nossa alma. (Veja-se aqui adiante o nº 11.)
O mal não é obra tua, Senhor, porquanto o manancial de todo o bem nada de mau pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e fazendo mau uso da liberdade que nos outorgaste. Quando os homens as cumprirmos, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu de mundos mais adiantados que o nosso. O mal não constitui para ninguém uma necessidade fatal e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Desde que temos vontade para o fazer, também podemos ter a de praticar o bem, pelo que, ó meu Deus, pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à tentação.

VII. Assim seja.
Praza-te, Senhor, que os nossos desejos se efetivem. Mas, curvamo-nos perante a tua sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se faça a tua santa vontade e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e melhor do que nós sabes o que nos convém.


Dirigimos-te esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras, encarnadas e desencarnadas, pelos nossos amigos e inimigos, por todos os que solicitem a nossa assistência e, em particular, por N... Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Caminhos do sexo



Comichão na essência de minha alma
Querendo o jeito de fazer que acalma
Se eu fosse anjo consideraria sem nexo
Essa libido ardente gritando por sexo

Canto de sereia que embriaga e seduz
Figura feminina que insinuante conduz
A excitação extrema, caliente, delirante
Desviando o caminho de viajor e viajante

No início nos conduz ao paraíso delirante
Nos cochicha doces palavras de amante
Para depois fortemente nos escravizar
Nos mantendo acorrentados sem libertar

Doce e morna rachadura corada e úmida
Insinuante, dengosa, palpitante e languida.
Mata rala a te proteger a nascente
Triangulo libidinoso quente e palpitante

Quem resistirá impávido a tanta tentação?
Sentindo no cangote o roçar macio da mão!
Quem dirá que nunca teve a honra traída?
Se transformando assim em alma perdida!

Mesmo assim, tu não és a perdição do mundo
Pois traz em se próprio um sentido profundo
Moldado a ferro e fogo um dia serás amor
Nos conduzindo ternamente, nos aliviando a dor


Kleber Lages 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Princípio vital

                                                     

            O princípio vital é um agente, derivado do fluido universal, que anima a matéria comum a todos os seres vivos.  Para que se inicie a vida em um organismo, uma pequena porção de princípio vital é herdada dos genitores que a disponibiliza no DNA dos gametas no momento que são liberados.
            Qualquer pessoa percebe claramente uma diferença gritante entre um ser vivo e um objeto inanimado, o ser vivo é animado por um fluido que organiza e até fabrica as arrumações atômicas do corpo que anima.
            Oliver Lodge definiu o fluido vital como: "Que dizer do éter, que mantém juntos os átomos, que os solda, que é essencial na configuração característica de um corpo, e que é tão essencial quanto a própria matéria?
            "Geralmente, não nos ocupamos do aspecto etérico de um corpo: não temos nenhum órgão nem nenhum sentido que nos permita avaliá-lo; somente percebemos diretamente a matéria. Esta nós percebemos claramente quando somos crianças, mas ao crescermos, inferimos também o Éter; pelo menos alguns de nós o fazem. 
            Sabemos que um certo corpo, tendo uma certa forma, não pode existir sem as forças de coesão não pode pois existir sem o Éter querendo dizer por Éter, agora, não a totalidade, mas a sua parte imaterial, a parte que é a região da tensão, o receptáculo da energia potencial, a substância na qual se acham embebidos os átomos de matéria. Não apenas existe um corpo material, mas há também um corpo etérico; ambos coexistem.”

            Para melhor entendermos o princípio vital é necessário que mergulhemos no conceito de mente universal proposto pelos cientistas David Bohm e Pripram, conceito este que embora sejam aceitos no meio cientifico ainda é pouco conhecido. Conforme este princípio a mente universal é um holograma, cada partícula material e espiritual existente está presente em todas as partes do holograma universal e cada imagem de partícula modificada em uma das partes do holograma será modificada instantaneamente em todas as imagens desta partículas contidas no holograma.
Toda essa discussão em torno de hologramas serve para explicar de forma coerente a atuação dos espíritos na transferência de fluido vital de um corpo sadio para um corpo mais debilitado que precisa desse fluido.
            A doação do fluido tem que ser feita por um médio, isso porque a natureza vibracional do seu fluido se identifica melhor com a natureza do fluido exigido pelo corpo debilitado do necessitado.
            O fluido espiritual doado pela entidade desencarnada é de natureza diferente, e só afeta o campo psíquico do encarnado, no entanto esse fluido serve de transporte para o fluido animal doado pelo médium. 
           Nos dois casos o fluido expelido obedece a vontade das entidades envolvidas, essa vontade geralmente é acionada pelo amor existente na entidade expelente.
            A consciência espiritual tendo a capacidade de observar o estado atual da entidade necessitada pode melhorar a condição dessa entidade, modificando seu estado vibracional no holograma. Portanto o passe mediúnico fluídico é importante para o equilíbrio interior.
            Por outro lado o próprio doente tendo a fé necessária também pode se curar através de sugestões de autohipinose pode-se autorizar seu mentor a ajuda-lo na manipulação de seu próprio fluido redistribuindo-o de forma mais adequada.
            Esta técnica de autossugestão é uma técnica perigosa, mas foi adequadamente abordada em minhas publicações anteriores.      

Entre o corpo e a alma
Corpo instrumento e oficina da alma
Dotado de luz que te acalma
Receba o esplendor de energia viva
Que seu movimento ativa

Te doou com amor parte de mim
Te convido com ternura para meu festim
Te brindo com o fluido universal
Te dou a vida de forma integral

Alma cativa que sofre e chora
Sem atinar que essa é a hora
Alcançaras enfim a sonhada liberdade
Devendo alcança-la com tua vontade

Tênue luz, ligando corpo e espirito
Essência divina que a te credito
Energia alegre, faceira e vibrante
Que adere a te, mas despreza o diamante

Kleber Lages.

sábado, 21 de novembro de 2015

Doce margarida




Doce margarida

Deitado em meu quarto, morrendo de tedio!
Triste e desiludido; é um mau sem remédio!
Espero um milagre do céu, faço uma oração!
Os santos não ligam, não ouvem meu coração.

Tristeza é pouco pra quem não tem um amor
A saudade corta a carne como navalha em furor
Esperando a volta de quem um dia partiu
Engolindo a amargura de quem a outro preferiu

É a dor de um amor perdido
É a dor de um coração partido
É a dor da humilhação sofrida
É a dor da alma vencida

De repente o dia se ilumina
No sorriso alegre da menina
Na esperança de uma boa sina
O corpo treme com a adrenalina

A alegria voltou a minha vida
Recuperei a esperança perdida
Seu sorriso me curou a ferida
Como o desabrochar da margarida

Me rodopiei como adolescente
Me vi entre flores, contente
Agradeci aos santos e a toda gente
Que por mim fez uma corrente

Construí assim um dia, um final feliz
Fazendo do amor minha matriz
Cantarolando pela estrada afora
Saboreando o doce vermelho da amora

O meu sorriso hoje não tem fim
Tudo isso você trouxe pra mim
Minha amada amante e querida
Minha pequena e doce margarida


Kleber Lages 

sábado, 6 de junho de 2015

                               


                                             

                                                 TRANSCENDÊNCIA


Este termo para o presente trabalho tem o sentido de ultrapassar os limites do subconsciente ou bloco do nível um, atingindo diretamente a alma e recebendo dela alguma forma de comunicação em nossa mente objetiva, algo como uma intuição anímica.
Esta comunicação em seu estado normal é feita de forma indireta passando por todos os corpos sutis antes de chegar ao cérebro físico, sofrendo influência dos traumas que carregamos e às vezes até oferecendo brechas para entidades mal intencionadas que deseja nos atacar. Assim a transcendência é uma forma de cortar caminho evitando inúmeros aborrecimentos. Para se chegar à transcendência é uma questão de foco e de querer.
A meditação é sempre uma boa opção no começo, depois, com a prática, você aprenderá a seguir seus pensamentos com naturalidade chegando ao seu subconsciente e, mesmo à sua alma sem maiores problemas, mas recomendo que você use os métodos deste livro, são mais cômodos e mais seguros. Naturalmente estou me referindo ao uso do poder do subconsciente que envolve as técnicas psicológicas e da transcendência consciente que explicarei a seguir.
No caso da técnica apométrica, a transcendência é realizada pela equipe que faz o tratamento. São pessoas dotadas de faculdades especiais que possibilitam esta prática.
Geralmente as transcendências nesses casos não são anímicas, ou seja, apesar do contato se realizar com o mundo espiritual, este não acontece necessariamente com a própria alma, acontece com os chamados níveis do paciente ou com entidades que habitam o plano espiritual. 
A transcendência mais objetiva acontece a partir do consciente, mas não pode ter a participação direta deste no momento em que a introspecção é feita,. Esta é uma fase que, dos sentidos mais objetivos, apenas a atenção deve se usada e deve estar sendo focada nos olhos que devem permanecer bem abertos como se estivesse tentando enxergar dentro de si próprio. Geralmente nos momentos de choques muito impactantes, em termo de sentimentos, a pessoa age automaticamente desta forma, às vezes buscando resposta, e às vezes buscando conforto.
Na fase subsequente a abertura dos olhos com o foco de atenção dirigido, a consciência é acionada, frequentemente com uma sensação de calma. Uma inspiração é percebida pela consciência objetiva, mas esta resposta nem sempre é instantânea. Em grande parte dos casos a resposta vem depois quando a pessoa já se esqueceu do assunto. Este é um recurso muito usado por cientista, poetas e compositores, e é o que estou usando agora para escrever este texto.
Na transcendência feita a partir do subconsciente, um nível mais profundo, a resposta dificilmente acontece de forma instantânea. É uma técnica que requer mais cuidado, pois é feita a partir daí, a sede dos traumas e seu subconsciente lançará mão de todos os recursos para te responder, por isto cuidado com o texto que vai usar, ele será o comando principal a partir do qual todas as ações vão ser tomadas. Este comando tem que ser bem especifico deixando claro o tipo de resposta que deve ser gerada. Você pode começar sua transcendência por algo até mais concreto que sua mente, pode começar por seu corpo. não olhe para ele mantenha seus olhos abertos, mas imagine e sinta a batida do seu coração, imagine seus órgãos internos trabalhando, afinal é a maquina que você habita e que representa seu ser no mundo físico. Depois que tomar consciência do seu corpo vá subindo até seus olhos e comece a enxergar seu interior através deles.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

SENTIMENTOS E EMOÇÕES



Quando falamos em emoções e sentimentos estamos falando de coisas bem parecidas, mas não iguais. Podemos dizer que as emoções são expressões dos sentimentos, mas a natureza dos sentimentos para nós ainda não foi revelada.  Na verdade, só nossas emoções ficam perdidas nos labirintos de nossos traumas mentais, os sentimentos verdadeiros serão sempre expressões diretas da alma. Por exemplo, se você vê um mendigo e fica penalizado, os traumas não participam do processo de exteriorização do sentimento de dó em você, e este sentimento é a expressão do amor e está vindo direto de sua alma.
As emoções podem ser tanto positivas como negativas, mas todas têm algo em comum: são expressões dos sentimentos. As emoções negativas são respostas aos instintos ou a sentimentos mais próximos destes, já as positivas estão mais diretamente ligadas aos sentimentos mais nobres.
A natureza dos sentimentos para nós ainda não foi revelada, mas sabemos que, o que está por traz deste mecanismo é a lei do progresso que impulsiona toda existência de forma constante e ininterrupta. Se alguém é orgulhoso este sentimento será nocivo ao seu adiantamento moral, e seu curso precisa ser corrigido para que retome o progresso.
Na maioria das vezes o conhecimento não é possível nesses casos, pois a pessoa não consegue nem mesmo admitir a existência do orgulho, assim resta às leis naturais nos impor o desequilíbrio gerando o sofrimento emocional. Detalharei este item mais adiante.
Quando nos referimos aqui às sensações positivas ou negativas estamos falando das que causam bem estar ou mal estar ao equilíbrio emocional do ser, considerando o equilíbrio emocional como, a consciência do ser em relação a seu estágio evolutivo, estando preparado para entender e aceitar com contentamento mesmo os momentos de sofrimento. Para esclarecermos este assunto seria necessário escrever outro livro, mas para quem confia em Deus existe um atalho, a bíblia, que nos diz que existe justiça divina em cada ser e em cada partícula do universo. Quem consegue vislumbrar a natureza de Deus aceita, e o egoísmo sufoca o sentimento de amor na maioria dos seres.

Tudo na vida tem um propósito e todo propósito existe em função de nossa evolução.