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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Todo defeito moral é uma ilusão



O pecado não existe


Nenhuma falha na personalidade divina do ser corresponde à realidade do ser divino que somos; o orgulho, o egoísmo, o ódio entre tantos outros, existem apenas na condição de sentimento passageiro, pois Deus em sua infinita bondade criou em havona, no sol central do universo, um espirito perfeito que é sua imagem e semelhança, esse espirito foi enviado para o planeta terra, assumiu uma das almas simples e ignorante que aqui surgia e a partir desse momento passou a trabalhar uma fusão divina perfeita entre essa alma primata e Ele, o ser divino. Na verdade esse ser original que vagava pelo planeta ainda não era dotado de uma alma, tinha naquele instante apenas o ego formado pelos instintos originais e pelas situações adversas criadas no meio ambiente onde vivia, o ser divino junto com esse ego e mente, deram inicio a outro ser divino que veio a ser a alma, assim a alma é o resumo de tudo de bom e divino que as lutas da mente junto com o ser divino foram conquistando no decorrer dos milênios, sendo o amor a principal conquista desse conjunto de seres que nos dias atuais já se tornaram um só ser, nesse caminhar incessante a alma vai ficando cada vez mais idêntica ao ser divino original criado em havona, centro universal de toda criação. Como esse ser divino é imagem e semelhança de Deus, essa alma vai se tornando também imagem e semelhança de Deus e vai se fusionando cada vez mais ao ser divino, dessa forma vai se aproximando cada vez mais do centro universal onde foi criada originalmente como imagem e semelhança de Deus, vale ressaltar que o ser original criado no planeta foi formado pelos instintos, que por sua vez foram desenvolvidos no ser por uma entidade divina, que conforme o livro de urantia era uma figura feminina denominada ministra divina, essa entidade desenvolveu no ser primitivo os setes instintos originais e atua até hoje através de um circuito de energia, conhecido como espirito santo.
Os sentimentos contrários a perfeição divina surgiram através do instinto sexual e de auto preservação.
Quando alguém delimitou um terreno e começou a defendê-lo como seu, surgiu o egoísmo, e a partir do egoísmo surgiu o orgulho e todas as outras imperfeições.
No decorrer do tempo essas imperfeições vão crescendo com a anuência do ego e da mente, o que gera um conflito interno, e consequente sofrimento, no ser que tem uma natureza divina. O ser divino que habita o homem sofre também e quer ajudar de todas as formas, mas não pode fazer nada devido o respeito que deve ao livre arbítrio, só quando a pessoa cansa de sofrer e passa a desejar o alivio na evolução espiritual é que o ser divino pode começar a ajudar efetivamente essa pessoa, a partir dai o processo de evolução moral e o consequente fusão com o ser divino se acelera efetivamente, iniciando uma transmutação dos sentimentos defeituosos, as imperfeiçoes transmutadas não serão mais imperfeições, caracterizando dessa forma sua condição de transitória.
Com essa rápida e incisiva analise podemos concluir então que a única realidade existente é a existência do divino, sendo o ego e tudo mais uma criação passageira com o único objetivo de crescimento espiritual.
Cores de sentimentos

O cristal que se exibe reluzente
Filtrando a luz de o raio solar
Em cores fortes e ardentes
Em invisível caracolar

Ondas em variado comprimento
Rolando no espaço infinito
Buscando o aprimoramento
Sentimento com raio bendito

Ondas de ternura e amor
Vai muito além do arco-íris
Revelando invisível esplendor
Pureza de são Francisco de Assis

Rosa perolado, a cor do amor.
Vermelho escarlate é a paixão
O preto significando a dor
A luz divina um lindo clarão


Kleber Dutra

quarta-feira, 10 de maio de 2017

A harmonia universal é movimento




Ao contrário do que se pensa, a harmonia está mais ligada ao movimento do que ao estático, pois nada no universo é estático, isso inclui nós, mesmo a pedra ou o ferro deixados em algum lugar está executando vários movimentos ao mesmo tempo, entre eles podemos pensar nos frenéticos movimentos de suas moléculas. Sua viagem na nave terra também lhe fornece vários movimentos, com o movimento da Terra em torno de seu eixo central, todos os objetos nela ancorados estão também girando em torno de si mesmo e com o movimento da Terra em volta do sol todo objeto está navegando pelo espaço sem fim.

O próprio universo é um movimento contínuo, cada partícula tem sua própria trajetória, sendo que cada trajetória é traçada obedecendo a lei da atração e repulsão; como é o caso das interações atômicas e das interações do homem em seu meio social.

Todo movimento na realidade significa para o objeto uma ferramenta de transformação, um ponto de partida com um local de chegada definido, isso claro, quando se pensa no movimento do objeto relacionando-o com os movimentos do universo, obedecendo o movimento da lei da atração todo movimento executado dentro dela obedecerá sempre os movimentos executados por ela, assim como, obedecendo a este princípio, estando o planeta Terra inserido no sistema solar, todo movimento da Terra obedecerá os movimentos do sol, o sol se movimenta obedecendo ao movimento da Via-Láctea, que é nossa galáxia. A Via-Láctea se movimenta obedecendo os movimentos do enxame de galáxia denominado grupo local, este é o conjunto de galáxia onde a nossa está inserida, assim até alcançar uma visão infinita para nós humanos, os movimentos serão cada vez maiores e sempre determinarão os movimentos menores, se o sol um dia cair, até mesmo neste momento de agonia, o planeta Terra acompanhará seu movimento e cairá também. Como o movimento é vibração, das galáxias aos átomos que formam nosso corpo haverá sempre uma violenta redução vibracional, mas a mudança ocorrerá apenas no grau de vibração, pois como o sol carrega seu cortejo de planetas, o átomo também carrega seus elétrons. O micro é idêntico ao macro, ao mesmo tempo que é uma unidade formadora do macro, ou seja, as mesmas leis que regem os movimentos dos planetas em torno do sol, regem também os movimentos dos elétrons em torno do seu núcleo, sendo os átomos a unidade formadora de todo o universo físico que se movimenta.

Uma questão interessante é se perguntar onde está Deus inserido neste contexto, ou melhor dizendo, como está este contexto inserido em Deus, é difícil imaginar, mas levando em consideração a análise que estamos realizando sobre movimentos, percebemos que nós e o universo não somos parcelas destacadas do todo, manipulados como marionetes por um ser superior, em primeiro lugar há no universo duas formas diferentes de ser que podemos classificar como matéria e espírito, embora seus movimentos obedeçam as mesmas leis de atração e a relação entre ambas também obedeçam esta lei, a natureza de seus teores são completamente diferentes, a matéria surge no universo com o movimento da energia que se compacta, depois que acontece a compactação o espirito surge nos movimentos de interação da energia com a matéria. Então o movimento não cria só a matéria, cria também a vida e a consciência que a desenvolve. Podemos entender melhor esse processo neste trecho do livro a grande síntese de Pietro Ubaldi.

“O organismo é uma construção ideoplástica; ocorre logo que a maturação evolutiva do meio, matéria, permita a manifestação do princípio latente e este se manifeste diversamente, de acordo com as circunstâncias do ambiente, onde e como permitir-lhe o desenvolvimento do meio, de manifestação. Órgão e função, pois, surgem juntos, e seu progresso é recíproco, devido a um apoio mútuo do órgão sobre a função que o desenvolve e da função sobre o órgão que a aperfeiçoa. Assim, a consciência não cria a vida, nem a vida cria a consciência, mas ambas trabalham e ajudam-se mutuamente a vir à luz: o princípio plasmando e desenvolvendo para si uma forma cada vez mais adequada à sua manifestação e a vida fixando esse impulso e organizando-se para maior perfeição. O princípio move a matéria, torna-a cada vez mais aderente à sua expressão; nesse trabalho se reforça, expande-se e se manifesta mais poderosa. Enquanto a vida é o efeito de um dinamismo íntimo organizador, constitui ao mesmo tempo o campo em que esse dinamismo se exercita e se desenvolve. Se a modelação das formas não proviesse de um princípio interno, não veríeis esse crescimento provir sempre de dentro, indo da reprodução dos tecidos, por vezes de órgãos inteiros, até a formação dos organismos adultos.

Em sua íntima estrutura cinética, a vida conserva a memória das ações e reações dinâmicas anteriores, concentra em si os traços marcantes e pode realizá-los todos. Assim é possível a concentração de toda a arquitetura de um organismo em um germe, sua reconstrução completa a partir da semente até a forma adulta. Toda a evolução vos apresenta o espetáculo desse processo de centralização e descentralização cinética que, no caso da semente, é como se o tocásseis com a mão. Nela, o movimento conserva todas as características de seu tipo; o germe conserva em seu âmago uma estrutura indelével e a lembrança do passado vivido, que terá de reproduzir intacto; já o organismo maduro terá a capacidade de modificá-lo mas somente em escala mínima; então, ele assimilará essa modificação e a transmitirá ao novo germe.

Os resultados da experiência da vida, em qualquer nível, gravitam para dentro; lá são destilados os valores, resumidos os totais e processada a síntese da ação. Para lá descem, em camadas sucessivas, os produtos da vida. O psiquismo fica em crescimento constante porque em redor do primeiro núcleo depositam-se, por superposição progressiva, os valores, os totais e as sínteses da vida. Assim, a consciência, embora em graus muito diferentes, é um fato universal em biologia; seu desenvolvimento, por adição dos resultados de experiências (variações cinéticas introduzidas na unidade vorticosa), é o resultado do fenômeno da vida. De um a outro extremo da vida (embora a consciência só apareça com intensidade nos organismos superiores onde, para divisão do trabalho, ela constrói para si órgãos particulares), a consciência, todavia, está sempre presente, desde a consciência elementar dos protos organismos até o espírito humano, o sistema de seu desenvolvimento é idêntico e constante. O centro enriquece-se em qualidade e em potência. Com isso adquire a capacidade de construir para si órgãos cada vez mais adequados a exprimir sua mais complexa estrutura. Assim, princípio e forma, mutuamente ativos e passivos sob o aguilhão dos choques das forças ambientais, sob o estímulo do impulso íntimo que, por lei de evolução, forceja por exteriorizar-se, evoluem gradualmente; pela tensão desse contraste desponta do mistério do ser à luz, do pólo consciência ao pólo forma, a manifestação da vida.

Desde a primeira forma protoplasmática, a vida tinha de possuir uma consciência orgânica própria, embora rudimentar. Sem isso não poderia subsistir aquela primitiva permuta. Se vida = permuta e permuta = psiquismo, então a vida = psiquismo.

Essa primordial consciência orgânica, em que já estão presentes as leis fundamentais da vida, está em toda a parte, em qualquer organismo. Desenvolvida na complexa estrutura cinética dos movimentos vorticosos, já era integrante da vida em seu primeiro nascer, como substrato fundamental de todos os crescimentos futuros. Essa consciência orgânica tornar-se-á inteligência orgânica e instinto; finalmente, ascenderá à consciência psíquica e abstrata no homem.

Você certamente se lembra o que relatei acima sobre a Terra ter o seu movimento comandado pelo movimento do sol e que se o sol cair a Terra cai também destruindo tudo que existe dentro dela, incluindo nós, pois então o movimento promove a harmonia ou o caos. Compreendida a análise do movimento sob este ângulo voltemos então a questão da presença de Deus no universo; percebam que a matéria sendo derivada da energia, o movimento de suas moléculas tenderá a desgastá-la, causando nesta matéria uma espécie de involução em direção a energia que a originou, ou seja, a energia evolui para matéria que por sua vez se desgasta se transformando novamente em energia, no percurso desse ciclo nasce a consciência com suas características próprias, como instintos e emoções, vimos acima que a partir da formação do átomo todo movimento que ocorre dentro e no entorno desse átomo fica registrado em si, sendo esse registro o formador da consciência, assim cada consciência tem o registro de todo movimento e processo de formação que ocorreu no universo, juntando os sentimentos ao conhecimento infinito que a consciência traz em si, no grau evolutivo que nós humanos atingimos somos imagem e semelhança de Deus e também obedecemos os movimentos de Deus, claro que observando sempre as limitações impostas pelo nosso grau evolutivo. Então Deus não comanda o universo de fora; nós somos uma de suas unidades formadoras, no enteando para sermos uma unidade formadora idêntica ao todo temos que ter livre arbítrio e esta é a característica em nós que muitas vezes nos leva a destruir invés de construir. Somos falhos e mau conhecemos as leis que regem o universo.

Mas o grande mestre, em sua sabedoria infinita, criou para nós uma válvula de escape para que possamos ter harmonia e paz interior, não precisamos seguir as leis e sermos perfeitos, pois a consciência se acalma com as intenções e não com as ações, se por exemplo você tenta ajudar alguém, e acaba maltratando esse alguém sem intenção de fazê-lo, talvez sua consciência o acuse, mas o peso desta acusação não será tão grande, você provavelmente se arrependerá aliviando o carma que sem a intenção de fazer o bem se instalaria. Assim o movimento de nossa mente deverá ser sempre em direção a criação, ou ao amor fraterno que cria com sabedoria de forma automática, esta é sem dúvida a forma mais pratica de fazer as coisas; amando estaremos seguindo o movimento maior de Deus e as coisas acontecerão de forma automática. Esta é a grande sacada do amor, se você não tem a capacidade do criador para seguir seus movimentos, apenas queira realmente amar, que este movimento já será o suficiente para te harmonizar e te colocar em equilíbrio com o universo.

Percebam o amor em sua unidade mais simples; imagine se todos na Terra se amassem e procurassem se ajudar.

Deus e o mas


A sabedoria do mestre nos criou

Mas nossa ignorância fala mais alto

Com limites inimagináveis nos amou

Mas o egoísmo nos toma de assalto

Sobre nossas cabeças sua luz derramou

Mas fazemos das trevas nosso ponto alto

Mesmo assim como sua unidade nos integrou



Nos fez com confiança seres independentes

Mas nós o amor não escolhemos

Perdoou nossos atos inconsequentes

Mas nós inconsequentes o desobedecemos

Nos aninhou como seu descendente

Mas nós escolhemos ser dissidentes

Faz de nós, entre nós íntimos parentes



Nos acariciou com o frescor de sua brisa

Mas desobedecemos seus conselhos

Colocou em nós sua própria divisa

Mas a arrancamos com arrelho

Nos elevou sempre com sua baliza

Mas desprezamos seu acervo

Sempre com carinho nosso futuro profetisa



Nos carregou em seus braços até onde estamos

Mas hoje dele não orgulhamos

Em seu seio frescor sempre amamentamos

Mas, nunca o agradecemos

Nos ensinou a colher o que plantamos

Mas como não plantamos, não colhemos

Nos dá abrigo e luz quando mais precisamos



Hoje deveríamos ser só agradecimento

Mas mal pensamos nele por um momento

Não aprendemos com seu ensinamento

Mas ainda reclamamos do sofrimento



És tu ó senhor poeta dos poetas

Acalento nas horas certas

Asilo de portas abertas

Promessa de felicidades eternas



Ponderado amor existencial

Pai da harmonia sideral

Nobre leveza sacramental

Carinho de amor paternal



Esperança nossa que se eterniza

Sabedoria que nos organiza

Presença que nos valoriza

Caridade que nos sintoniza



Nos ensina sobre a paz

Mão amiga que o bem faz

Aconchego que me compraz

Amor eterno que me satisfaz

kleber lages

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O que é a mente cósmica universal



A mente cósmica não é independente de Deus, mas existe por si só, apesar de ser um reflexo de Deus é composta essencialmente por leis naturais que regem todos os processos ocorrentes no universo, é o espirito universal das coisas.
Essa mente universal rege tanto os processos materiais como todos os eventos que acontecem nas personalidades, é para nós a única realidade existente. Os reflexos das ocorrências materiais regidos por esse espirito é um evento com limitações no tempo e no espaço, portanto não é uma realidade definitiva. Naturalmente para a mente que habita os bastidores do superuniverso denominado espaço-tempo é praticamente impossível entender o modus operandi desse espirito.
O maior sentimento e a maior expressão, contidos no espirito universal é sem duvida a misericórdia, é através desse e nesse sentimento divino existem nos interstícios do universo que existimos e que nos movemos, sem a misericórdia divina não existiríamos e não cresceríamos.
Não é preciso dizer que esse espirito como expressão direta do criador é eterno e eternamente perfeito, contem todas as qualidades do criador e está presente em cada partícula e em cada onda existente no universo, já que é o coordenador de todos os processos ocorrentes. Naturalmente o infinito amor de Deus é insuperável, e esse amor tem como expressão a misericórdia, mas é através dos processos gerados pelo espirito universal, que é parte do criador, que experimentamos a misericórdia divina, não obtemos essa misericórdia diretamente de Deus, e sim diretamente em nós, em nossa mente e em nossa alma que são coordenados pela mente cósmica universal, o nosso pedido de socorro vibra na tela universal da mente cósmica e o socorro é gerado por processos executados por esse espirito universal que é expressão de Deus, a mente cósmica não é Deus pensando, Deus já pensou e criou essa mente, na verdade é um espirito gerado pela mente do criador que apesar de ter vida própria, vibra e existe diretamente em Deus, a mente cósmica é na verdade um espirito divino que não passou por encarnações em nenhum sistema planetário, para nós existe desde a eternidade e existira em infinidade por toda a eternidade.
A mente cósmica não cria, ela coordena e sustenta o que foi criado, e como vibra em Deus  toda criação necessária  é gerada por Ele, mesmo quando o ser humano, bebês espirituais, acham que criou alguma tecnologia nova, na verdade essa criação veio a sua mente por insight, portanto uma intuição vinda do plano astral. O único criador do universo é Deus, nada acontece sem que seja pela sua vontade, as únicas coisas que podemos criar são ilusões, pois toda co-criação humana é passageira e fica no plano material, o que levamos para o plano astral não é criação nossa são conquistas, como por exemplo, o amor, esse sentimento já existe em todo o universo astral e material, cada partícula e onda criadas por Deus foram criadas por amor e com amor, e em cada uma delas está contida o amor divino, portanto toda criação mineral, vegetal ou animal deve ser respeitada por conter o amor divino.


Nossos irmãos indígenas costumam ficar indignado com as explosões das pedras, o que causa estranheza em muitas pessoas, mas talvez não tenhamos o conhecimento do íntimo desses irmãos para entendermos sua verdadeira sensibilidade pelo significado divino. Estou abrindo esse parêntese por ter lido em um artigo vinculado a grande mídia, que não cabe aqui citar a fonte, mas que insinuava ser egoísta esse apego dos indígenas a natureza, até concordo com esse ponto de vista partindo de alguém essencialmente egoísta, mas gostaria que essa pessoa refletisse sobre a capacidade humana de avaliar e julgar outro ser humano, quando na verdade não conhecemos nem a nós mesmos, fica então o recado que espero chegar a essa pessoa, através das redes sociais e espero que esse irmão o leia e reflita sobre isso.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Noção de eternidade e espaço-tempo para a alma



Noção de eternidade


Primeiro vamos pensar um pouco sobre nossa eternidade.
Vamos inicialmente analisar essa passagem que aconteceu em um hospital do plano espiritual e foi narrada pelo espirito Ermance Dufaux no livro lírios da esperança em sua pagina 98;
“A paciente entrou em regressão espontânea. Depois das mãos contidas, foi a vez dos pés que também foram presos com amarras. Babava e respirava a longos haustos. Sessenta minutos e, em uma espécie de transe profundo, Selena começou a balbuciar algumas palavras  em diferente língua… Era um francês fluente e claro. Dona Modesta, dotada de xenoglossia no tempo, traduzia com facilidade.
— Qual seu nome? – interrogou Dona Modesta.
— Condessa… Condessa Pyrré…
— Em que ano estamos?
— 1573. Um ano depois da matança assassina…
— Matança? …
— … São Bartolomeu.
— Em que país?
— França. Estou na Paris dos católicos. O “Reinado” do Papa Gregório XIII….
(o dialogo continuou até a página 100)
 … Selena Seria submetida a uma regressão mediúnica induzida quando passadas vinte e quatro horas. “Dona Modesta “receber-lhe-ia” o inconsciente profundo, o corpo mental de Selena, para tratar-lhe as raízes de seu drama, Medicada a contento, ela adormeceu.”
Percebam que a personalidade aflorada pela médium já tinha desencarnado há muito tempo atrás e mesmo assim ainda sobrevivia no inconsciente da paciente interferindo de forma incisiva na vida da personalidade que estava sendo formada pela paciente.
É certo que a personalidade que formamos em cada encarnação é eterna, mas no momento que estamos encarnados como agora não conseguimos ter uma noção exata dessa eternidade, sabemos também ao certo que a eternidade está relacionada com o tempo, com o espaço e com o movimento, esse espaço-tempo não está relacionado completamente com o plano físico e sim com nossa dimensão consciencial quântica. Mas e o movimento? Como seria percebido o movimento em nossa consciência mais profunda? Para responder a essa pergunta podemos recorrer aos traumas psicológicos. Vou citar um trauma da encarnação presente, mas pode acontecer também com um trauma ocorrido em vidas passadas, suponhamos que uma mãe e um filho sofra um acidente de automóvel, a mãe fica presa nas ferragens e ver o filho agonizando adiante sem poder ajudar, essa cena fica gravada para sempre no inconsciente dessa mãe juntamente com a angustia a tristeza, sensação de impotência e outros sentimento negativos, toda vez que a mãe presenciar cenas parecidas ou receber estímulos que trouxer de volta, a sua consciência, o acidente virá junto com a cena todos os sentimentos negativos vividos naquele momento, o subconsciente agirá sempre como se a cena tivesse acontecendo naquele momento, revelando assim uma total falta de noção do tempo que transcorreu desde a data do acidente, só que esse quadro traumático está gravado em nosso subconsciente e podemos resolve-lo trazendo-o a nossa consciência, o subconsciente não raciocina mas como podemos perceber é onde reside nossa eternidade registrada em forma de quadros psicológicos que retratam nossas vivencias do dia-a-dia, portando essas vivencias são movimentos necessários para construção de nossa eternidade.
Esse texto por ser destinado a um blog é um texto curto e, portanto não pode trazer a noção exata que cada um deve ter sobre a eternidade, mas pretende ser um convite a reflexão deste tema, está na hora de termos como personalidades em formação a noção de sermos eternos, pois caminhamos a passos largos para um mundo de maior fraternidade e mais proximidade com a espiritualidade superior, apesar de algumas medidas amargas estarem sendo aplicadas, principalmente em países espiritualmente importantes como o brasil, o pais e o planeta sofrerão mudanças cada vez mais aceleradas e incisivas que mudarão os sentimento das pessoas que permanecerem na crosta terrestre.

Noção de espaço-tempo

Quando tentamos incorporar o espírito de eternidade não podemos levar em consideração o tempo, isso porque o tempo faz referência ao espaço, como o relógio que marca linearmente o tempo de zero hora à 12h00min, no espírito de eternidade esse estado linearidade não existe porque se, por exemplo, quando por um descuido eu despenco de uma determinada altura, no momento que eu estiver caindo o tempo para mim terá um significado diferente e vai parecer uma eternidade, enquanto que o relógio pode ter marcado apenas alguns segundos, hora que eu chegar em baixo no chão, não vou ter uma noção linear do tempo que eu gastei, já  o relógio vai poder marcar esse tempo que eu gastei de onde que eu cair até a cama elástica em segundos, nesse caso do relógio o tempo é linear, pois pode ser marcado de forma continua, mas em minha consciência ou minha mente, minha percepção desse tempo  não significa apenas alguns segundos, esse tempo demorou a passar, eu desacelerei esse tempo na minha consciência.
Então o espaço que esse tempo ocupa em nossa mente é um espaço consciencial, é um espaço-tempo de nossa consciência, não é um espaço na dimensão espaço-tempo descrita por Newton.
Talvez a teoria de Albert Einstein determinando um espaço-tempo quadridimensional, se aproxime mais dessa realidade inconsciente relativa ao tempo e a noção de espaço em nossa dimensão espiritual. Esse espaço não está dentro da dimensão espaço-tempo linear, está dentro da dimensão da nossa consciência que é uma dimensão consciencial, é uma dimensão quântica onde existem milhões de possibilidades para cada gesto esboçado e ainda existem as possibilidades criadas e que podem serem executadas por consciências externas, como exemplo de uma possibilidade criada por minha consciência no momento da queda, podemos imaginar que eu esteja caindo de cabeça para baixo e em um lampejo de minha consciência eu posso impulsionar meu corpo virando minhas perna em direção ao solo, isso mudará toda historia de minha vida, e como exemplo de interferência de consciências externas podemos imaginar o seguinte, havia Há possibilidade deu cair no chão e havia a possibilidade de ter uma cama elástica em baixo, os bombeiros ou alguém que tivesse assistindo poderia ter colocado, por orientação espiritual ou não, a cama elástica no local de minha queda isso também mudaria toda minha historia.
Percebam que a noção de tempo registrada em minha mente no momento da queda não pode ser medida linearmente, pois para minha realidade interna esse tempo demorou muito mais que alguns segundos.
O tempo não existe para consciência do espirito e para as personalidades formadas em vidas passadas, é diferente para personalidade em formação e para o plano físico.

Nota;

Isso não quer dizer que as personalidades de vidas passadas fazem parte ativa de nossa alma, as personalidades múltiplas estão localizadas mais próximas do subconsciente do que da alma, o que ocorre é que quando falamos de personalidades de vidas passadas geralmente nos referimos aos traumas que essas personalidades carregam e que interferem na personalidade atual em formação.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O amor divino


O Amor


O amor se auto alimenta, é um ciclo vicioso que quanto mais se doa mais ele cresce, e quanto mais cresce, mais se sente a necessidade de doação, é uma doação divina às consciências que navegam pelo universo a bordo de gigantescas naves denominadas planetas e estrelas.
Em troca do amor divino apenas uma exigência; querer ser igual ao criador, a partir desse querer surge a humildade a resignação o contentamento e todas as outras qualidades derivadas do divino criador. É claro que tudo que existe, existe no criador e foi criado por ele. chamamos as  qualidades de divinas apenas com o intuito de ser românticos e abrilhantar a existência de Deus, pois foi ele que tudo criou com sua equipe divina de cristos e outros auxiliares, e não há outro criador além dele,  é claro também que tudo que foi criado de bom, e do que ainda sentimos a necessidade de chamar de mau, foi criado em função de nossa evolução moral, fomos criados simples e ignorante e a partir daí passamos a desenvolver o egoísmo, o orgulho, a vaidade e outros defeitos morais que tanto abominamos, mas que na realidade podem ser considerados qualidades em certas circunstancias em determinado patamar evolutivo, em nossa origem quando éramos ainda canibais, o que chamamos hoje de egoísmo poderia ser considerado uma qualidade pois o egoísmo de hoje não está mais tão associado a crueldade e a injustiça como naquela época, esse egoísmo evoluiu como qualidade e continuará a evoluir até alcança um patamar de desapego, e mesmo nesse patamar continuará a evoluir, pois o amor quer sempre ajudar mais e mais e quer sempre crescer mais e mais, embora pareça antagônico o desapego e o egoísmo, temos aqui premissas que nos indica um determinado limite que quando ultrapassado esse limite, o egoísmo passa a servir o amor, o amor é mestre em todos os aspectos e engloba todas as qualidades e como já podemos perceber a denominação de qualidade e defeito depende do momento e da situação que o observador analisa, o que é seu defeito hoje, foi qualidade no passado, e o que são suas qualidades hoje são defeitos para seres superiores e o serão também para você no futuro, portanto não odeiem seus defeitos eles já foram e ainda são uteis para você, apenas não se apeguem a eles corrija-os com todas as suas forças, afinal estamos estagiando nessa escola chamada terra para evoluir, com conhecimento com amor ou com sofrimento, como dizia chico Xavier, “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”, quem não aprende com amor aprende com a dor.
Em todos os pontos do universo as consciências existentes e em evolução tiveram a mesma orientação, levadas pelos emissários divinos, ”amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, esse sublime sentimento é a mais pura ligação das consciências existentes com o ser supremo, mesmo nós, seres humanos que tivemos origem animal.
Deus é amor puro e a Ele nada podemos acrescentar, a coisa que mais agrada a Deus vinda de seres humanos é a vontade que temos de ser igual a Ele e é tudo que Ele nos pede, nascemos e existimos Nele, crescemos com suas doações, portanto a Ele nada podemos oferecer, já que o próprio amor se origina em Deus, apenas nossa vontade é nossa, como fruto de nosso livre arbítrio, e essa vontade quando direcionada para as coisas de Deus provoca nas esferas divinas concertos com harpas e clarins, tocadas a luz do amor e da ternura em acolhimento ao filho prodigo que a casa retorna.
Entre os vários aspectos do amor um há de se destacar por ter o poder de mudar o mundo, a misericórdia derivada da compaixão que por sua vez é um impulso do amor, é sem dúvida uma das mais nobres qualidades divinas a ser perseguida pelo ser humano, sem a misericórdia não há nada só a desordem, a desolação e o sofrimento, sem ela sofre o ser humano, sofrem os animais, e os planetas nem existiriam pois, que tudo foi criado pela misericórdia divina.
“Deus é amor” e, consequentemente, a Sua única atitude pessoal para com os assuntos do universo é sempre uma reação de afeto divino. O Pai ama-nos o suficiente para outorgar-nos a Sua vida. Ele faz o Seu sol se levantar para os maus e para os bons, e Ele envia a chuva aos justos e aos injustos”.
É errado pensar que Deus possa ser persuadido a amar os Seus filhos, por meio de sacrifícios feitos pelos Seus Filhos, ou pela intercessão das Suas criaturas subordinadas, pois o Pai, Ele próprio, nos ama”. É em resposta a essa afeição paternal que o Pai envia os maravilhosos Guardiões para assistir as mentes dos homens.
O amor de Deus é universal; “todos aqueles que quiserem podem vir. Ele gostaria que todos os homens se salvassem pelo conhecimento da verdade. Ele não deseja que nenhum homem pereça.
“Os Criadores são os primeiros a tentar salvar o homem dos resultados desastrosos das suas tolas transgressões às leis divinas. O amor de Deus é, por natureza, uma afeição paterna; em consequência, algumas vezes, Ele “nos disciplina, para o nosso próprio bem, para que possamos ser partícipes da Sua santidade”. Mesmo durante as mais duras das vossas provações lembrai-vos de que “em todas as nossas aflições, Ele aflige-se conosco”.
Deus é divinamente bondoso com os pecadores. Quando os rebeldes retornam à retidão, eles são recebidos com misericórdia, “pois o nosso Deus perdoará abundantemente”. “Eu sou Aquele que apaga as vossas transgressões, para o Meu próprio bem, e Eu não me lembrarei dos vossos pecados. ” “Atentai para a forma de amor que o Pai nos dedica, a nós, para que fôssemos chamados de filhos de Deus. ”

(O livro de Urantia pg. 43)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Como lidar com a Paixão proibida.



É um sentimento estritamente ligado ao instinto sexual e ao amor e, portanto como tudo na natureza humana é originário nos instintos mais primitivos do ser humano.
A pessoa apaixonada percebe claramente a força desse sentimento que contrariando toda logica e bom senso domina a vontade da pessoa impulsionando-a em direção a pessoa amada.
A paixão quando ligada ao instinto sexual tende a ser mais egoísta escravizando o apaixonado que passa a considerar o objeto de sua paixão como propriedade particular, não sendo essa paixão correspondida esse sentimento avassalador se transforma em frustração, revolta e ódio o que tem sido causas de tragédia em todos os pontos do planeta.
A paixão analisada com mais profundidade nos revela uma forte ligação com o amor que cada ser humano traz originalmente dentro de si, caminhado de certa forma paralelamente ao instinto sexual, embora a paixão esteja intimamente ligada a esse instinto ela nasce pura como uma forma de amor e no decorrer de seu desenvolvimento vai adquirindo características próprias do momento evolutivo do apaixonado, aquele com o nível de vibração mais elevado, que tem melhor entendimento da vida espiritual é menos apegado aos instintos e a matéria o que torna sua paixão mais racional e menos possessiva embora não menos dominante que outras paixões similares.
Esse sentimento geralmente não domina só a vontade da pessoa, o apaixonado demonstra uma enorme capacidade de se iludir e uma inacreditável incompetência em analisar friamente a pessoa amada, além de não conseguir analisar, também não acredita na veracidade da analise de terceiros, mas o ideal para quem se encontra nessa situação é procurar alguém de inteira confiança para ajuda-lo a analisar a situação de forma mais imparcial.
No atual grau evolutivo que estamos nossas paixões mais profundas não podem ser apenas carnal, sendo um resumo de sentimentos e complexos psicológicos formados durante nossas varias encarnações é uma síntese de todos os sentimentos e vivencias relacionada ao sexo oposto, construída durante nossas varias encarnações, portanto é uma pura expressão da alma de cada um.
Pensando em justiça divina podemos concluir que nada nos acontece se não for para o nosso bem, o próprio sofrimento é um remédio amargo, assim a situação do apaixonado pode leva-lo ao arrastamento irresistível da paixão causando muito sofrimento e dor ao apaixonado, o contrario também pode ocorrer se essa paixão for mais voltada para o equilíbrio e o amor, poderá trazer também alegrias e felicidade. A força de vontade do apaixonado deverá mantê-lo distante de paixões sabidamente prejudicial, embora isso não seja tarefa fácil.

A paixão entre duas pessoas casadas deve ser evitada a todo custo, pois a destruição e o sofrimento que causará as duas famílias será enorme e a responsabilidade será imputada àquele que se deixou levar ao arrastamento, no entanto se a situação for realmente irresistível, a relação construída não deve chegar ao ato carnal, devendo ser canalizada para uma situação de amizade mais profunda e familiar com os sentimento entre irmãos ou entre tios e sobrinhos. O cristo teve uma relação de paixão infinita com a humanidade e essa paixão sempre nos trará felicidade, e é nesses tipos de exemplos que devemos nos espelhar. 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Doutrina religiosa não é fé




Ter fé não significa adorar a verdade a beleza e a bondade, aceitar e entender as coisas que Jesus ensinou significa apenas conhecer a verdade. Assimilar e referenciar essas verdades são um sistema de crenças mais ligado à filosofia do que a religião, mas a fé real se expressa mais nas atitudes do que nas palavras, o conhecimento religioso muitas vezes escraviza mantendo o conhecedor preso em seus conceitos, limitados pela incapacidade intelectual de adquirir novos conhecimentos; a fé verdadeira eleva o espirito e ajusta moralmente a conduta do individuo.
A fé sem obra é morta e a crença que é intelectual não nos impulsiona a construção moral em nossa labuta diária apenas nos informam que os conceitos religiosos existem e devem ser respeitados, mas a fé verdadeira nos faz abraçar esses conceitos e tentar pratica-los o máximo possível apesar de nosso orgulho, vaidade e egoísmo.
Para a fé verdadeira os conceitos religiosos estão em primeiro lugar e devem ser vividos com tal importância, não se podem usar esses conceitos para justificar pequenas atitudes egoístas do nosso dia a dia. Se se acredita no amor fraterno então não pode existir maior ou menor grau de preconceitos. A fé verdadeira nos deixa cego em relação a isso e se alguém realmente acredita no amor, não acreditará no preconceito, portanto não poderá entendê-lo nem assimila-lo, o preconceito  simplesmente não existirá para àquela pessoa, embora isso acarrete certas dificuldades no cenário social que a pessoa está inserida. A fé real muitas vezes nos coloca como pessoas inocentes e tolas por não perceber e não aceitar a existência de determinados defeitos em outras pessoas, esse é um dos motivos que obriga o amor a Deus sobre todas as coisas, pois o suposto inocente precisa de proteção espiritual extra para não ser esmagado pela sociedade, assim como as crianças que são também detentoras dessa inocência tem garantido o direito a essa proteção divina extraordinária, muitas vezes não compreendemos direito a expressão de Jesus quando ele disse: “Em verdade vos digo que, se não vos convertestes e não vos tornardes como criança, de modo algum entrareis no reino dos céus” na verdade jesus está falando de fé e bondade nas entrelinhas, pois como eu já disse, anteriormente, se você acredita com toda fé na bondade não sobrará margem em seu coração para acreditar na maldade e você será considerado um inocente para os homens e um “anjo” para Deus.
A crença ou o conhecimento da verdade é um curto caminho para a fé, mas só se tornará fé real quando aliada a vontade de servir a Deus e de ser perfeito como Ele, quando essas duas forças; a fé e a vontade se alinham, surge a fé verdadeira capaz de modificar nossas atitudes diárias.
Uma doutrina imposta a um grupo de pessoas é uma crença, a fé verdadeira é individual e se manifesta na conduta diária do individuo revelando e aprofundando sua relação com os ideais divinos, cumprir a doutrina de um grupo não é fé e nem chega a ser religião é apenas um conhecimento, e continuará o sendo até que os ideais divinos embutidos na doutrina passam a ser verdadeiramente praticados.

Na fé real os problemas da vida material tem que ser resolvidos, pois são eles o sal que tempera nosso crescimento moral; não pode haver fanatismo nem impaciência nem intolerância, pois a fé real em Deus deixará o leme de nosso barco nas mãos de jesus, não ficaremos preocupados com o amanhã, não nos revoltaremos com os acontecimentos em nossa vida, não duvidaremos de nosso sucesso final na vida espiritual e diante de tudo isso a fé nos proporcionará a sublime paz interior que cada um anseia.