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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

FALANDO DE SEXO

Amedeo

André Luiz no capitulo 18 de seu livro, Evoluções em dois mundos, nos brinda com a transmissão de seus conhecimentos através dos médiuns Francisco Candido Xavier e Divaldo Franco.
 Neste trecho ele diz o seguinte sobre a origem do instinto sexual: “Todas as nossas referências a semelhantes peças do trabalho biológico, nos reinos da Natureza, objetivam simplesmente demonstrar que, além da trama de recursos somáticos, a alma guarda a sua individualidade sexual intrínseca, a definir-se na feminilidade ou na masculinidade, conforme os característicos acentuadamente passivos ou claramente ativos que lhe sejam próprios.
A sede real do sexo não se acha, dessa maneira, no veículo físico, mas sim na entidade espiritual, em sua estrutura complexa.
E o instinto sexual, por isso mesmo, traduzindo amor em expansão no tempo, vem das profundezas, para nós ainda inabordáveis, da vida, quando agrupamentos de monadas celestes se reuniram magneticamente umas às outras para a obra multimilenária da evolução, ao modo de núcleos e eletrões na tessitura dos átomos, ou dos sóis e dos mundos nos sistemas macrocósmicos da Imensidade.
Por ele, as criaturas transitam de caminho a caminho, nos domínios da experimentação multifária, adquirindo as qualidades de que necessitam; com ele, vestem-se da forma física, em condições anômalas, atendendo a sentenças regeneradoras na lei de causa e efeito ou cumprindo instruções especiais com fins de trabalho justo.” É um conforto sabermos que nossa sexualidade foi formada nas primeiras junções das partículas subatômicas para formações de nosso espírito, mas ao mesmo tempo isto eleva nosso grau de responsabilidade, ao percebermos que esse instinto não só servirá como ferramenta para nossa reprodução e, consequente, perpetuação de espécie, mas que também se evoluirá para o sentimento mais nobre existente que é o amor.
Conforme podemos observar o instinto sexual, a princípio, se define obedecendo a sequência das partículas que se aglomeram por atração magnética. Isto ocorre apenas na primeira encarnação, nas subsequentes a masculinidade ou a feminilidade do já formado espírito será definido no plano espiritual, por entidades encarregadas desse mister. Essas entidades obedecem a regras predeterminadas, e definirá o sexo do espírito em sua próxima reencarnação obedecendo as necessidades evolutivas desse espírito.
Já que estamos falando aqui também sobre personalidade, um fato importante ocorre com elas no quesito sexo. Explico: quando em uma encarnação o espírito vem como mulher e passa por problemas traumáticos como estupro, as marcas deixadas nesta personalidade serão profundas e se não forem resolvidas, na próxima encarnação este espírito pode por necessidade se encarnar como homem, e esta personalidade da vida anterior virá mal resolvida e desacoplada do bloco principal tentando constantemente se expressar, o que pode gerar nos mais desavisados, uma confusão em relação as suas tendências sexuais. Naturalmente nem todos os bissexuais se enquadram neste sistema, temos por exemplo, aqueles casos em que em uma encarnação o espírito abusa deliberadamente da sexualidade e em consequência disso reencarna com problemas de bissexualidade para que o sofrimento gerado nestas condições adversas force o espírito endurecido a buscar o entendimento sobre as reais utilidades do sexo. Lembre-se que personalidades de vidas passadas são encarnações anteriores vividas pelo espírito, cada encarnação forma uma personalidade que nem sempre consegue se acoplar de forma adequada ao espirito.  
Ainda citando André Luiz podemos constatar no mesmo capitulo 18 o seguinte: “Entretanto, importa reconhecer que à medida que se nos dilata o afastamento da animalidade quase absoluta, para a integração com a Humanidade, o amor assume dimensões mais elevadas, tanto para os que se verticalizam na virtude como para os que se horizontalizam na inteligência.
Nos primeiros, cujos sentimentos se alteiam para as Esferas Superiores, o amor se ilumina e purifica, mas ainda é instinto sexual nos mais nobres aspectos, imanizando-se às forças com que se afina em radiante ascensão para Deus.
Nos segundos, cujas emoções se complicam, o amor se requinta, transubstanciando-se o instinto sexual em constante exigência de satisfação imoderada do “eu”.
De conformidade com a Psicanálise, que vê na atividade sexual a procura incessante de prazer, concordamos em que uns, na própria sublimação, demandam o prazer da Criação, identificando-se com a Origem Divina do Universo, enquanto que outros se fixam no encalço do prazer desenfreado e egoístico da auto adoração.
Os primeiros aprendem a amar com Deus. Os segundos aspiram a ser amados a qualquer preço.
A energia natural do sexo, inerente à própria vida em si, gera cargas magnéticas em todos os seres, pela função criadora de que se revestem cargas que se caracterizam com potenciais nítidos de atração no sistema psíquico de cada um e que, em se acumulando, invadem todos os campos sensíveis da alma, como que a lhe obliterar os mecanismos, outros de ação, qual se estivéssemos diante de uma usina reclamando controle adequado.
Ao nível dos brutos ou daqueles que lhes renteiam a condição, a descarga de semelhante energia se efetua, indiscriminadamente, através de contatos, quase sempre desregrados e infelizes, que lhes carreiam, em consequência, a exaustão e o sofrimento como processos educativos.”
Pelo dito do primeiro paragrafo podemos entender que, à medida que crescemos moralmente e intelectualmente, o amor em nós se depura e aumenta. No caso da evolução moral, apesar da ascensão a esferas superiores, o espírito ainda preserva o instinto sexual embora este instinto não sirva mais para os mesmos fins que serviam originalmente. Já no caso dos que evoluem mais no sentido intelectual também o amor vai se depurando, mas o instinto sexual continua exigindo sua satisfação. Os primeiros usam com mais responsabilidade o ato sexual visando puramente a reprodução, enquanto que os segundos visam simplesmente o prazer que o sexo proporciona.

 Vale ressaltar aqui que na grande maioria dos casos as pessoas que adquire conhecimentos espirituais também busca o engrandecimento do amor em si. É o que você, que interessou por este livro busca, “reforma íntima”. 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

riquezafelicidade: PORQUE RACIOCINAMOS TÃO POUCO

riquezafelicidade: PORQUE RACIOCINAMOS TÃO POUCO: Passamos meses e até anos a fio sendo levados por nossos traumas. Quando temos que mudar de emprego ou mudar de local de trabalho, me...

PORQUE RACIOCINAMOS TÃO POUCO



Passamos meses e até anos a fio sendo levados por nossos traumas. Quando temos que mudar de emprego ou mudar de local de trabalho, mesmo que seja na mesma empresa, é “um Deus nos acuda”, nossa vida vira uma bagunça- ficamos nervosos, esquecemos as coisas, nosso rendimento cai, e nossa disciplina diária “vai por água abaixo”. Tudo isso acontece porque temos que formar novos quadros compostos de novos cenários e novas pessoas, mas infelizmente não fazemos isto de forma consciente enquanto estamos presos aos nossos traumas. O que nos falta não é a disposição para pensar, não pensamos porque não temos acesso suficiente á nossa porção maior de consciência que está em nossa alma.
Além de todo o mar de traumas que temos de atravessar para alcançar esta consciência maior, temos a tendência de buscar a comodidade em todas as situações, um erro grave que afeta diretamente a lei do trabalho e, consequentemente, a lei do progresso.
Assim, quando mudamos nossa rotina, em vez de criarmos novos padrões de pensamentos, buscamos simplesmente reorganizar os anteriores. Na prática, se você, em seu itinerário anterior, passava diariamente em frente a uma igreja e fazia o sinal da cruz; em seu novo itinerário quando você passar em frente à outra igreja, fará o mesmo sinal, mas você não estará se limitando ao movimento das mãos. Naquele momento todas as emoções que envolvia a situação anterior voltará a sua mente ou se você em seu antigo local de trabalho procurava alguém para desabafar, em seu novo local de trabalho irá fazer a mesma coisa e tentar viver as mesmas situações e emoções anteriores enredadas ao quadro traumático que você construiu, na maioria das vezes, de forma inconsciente.

Não somos seres irracionais, mas vivemos mais de cultura e traumas do que de raciocínio. Vivemos mergulhados em uma quimera que nos mantêm bitolados sempre nos mesmos objetivos, mantendo sempre os mesmos padrões de pensamentos que os criou. Isto de certa forma ainda é útil em uma sociedade onde quase cem por cento de seus membros não consegue pensar de forma inteligente, uma vez que com a pequena porção de consciência que usamos, já fazemos besteira de sobra. Só o conhecimento e a meditação para a busca dos sentimentos nobres livrarão os homens deste sombrio porão que é seu próprio subconsciente. Esclarecido este ponto não é difícil imaginar quanto sofrimento os traumas podem potencializar sem que você perceba. Não é só na carga emocional que, os quadros traumáticos acumulam em si, por associação, mas também por quadros carregados em nós pela sociedade através da cultura e dos nossos antepassados.

sábado, 20 de setembro de 2014

riquezafelicidade: A ORIGEM DO AMOR

riquezafelicidade: A ORIGEM DO AMOR: Toda afinidade ou toda atração é uma forma de amor, inclusive a atração entre os átomos e o equilíbrio gravitacional entre o sol e ...

A ORIGEM DO AMOR



Toda afinidade ou toda atração é uma forma de amor, inclusive a atração entre os átomos e o equilíbrio gravitacional entre o sol e a terra.
O sexo deve ser um ato de amor, é através dele que construímos o instrumento para encarnação de novos espíritos que amamos protegemos e alimentamos como filhos.
Quando os raios de sol atingem a terra faz sua fecundação proporcionando o crescimento da planta e garantindo nosso alimento, este é um ato de infinito amor do criador pela humanidade, fornecendo alimento a seus filhos, membros de sua família divina. Com que outro proposito criaria Deus este complexo sistema solar?
Os espíritos incluindo a alma humana são criados como seres superiores para que tenham os devidos recursos que nos permitirão auxiliar um dia o criador na administração cósmica, Jesus que um dia já foi um espirito simples e ignorante hoje é o administrador da terra, depois de decorrido o devido tempo de sua evolução espiritual.
Referi-me anteriormente a união entre os átomos como uma espécie de amor; devemos entender que o amor injetado neste processo não ocorre individualmente no momento em que está acontecendo esta união atômica, ou seja, se neste momento uma molécula de agua está se unindo a outra para formar uma corrente, o amor aí representado está sendo injetado automaticamente, não está sendo criado para esta união especifica, este amor provavelmente representado nos fótons emitidos pelos elétrons dos átomos desta união, foram criados pela inspiração divina transmitidos no momento em que este processo foi inventado.
Explicando;                                                              
Os átomos são formados por várias camadas circulares tendo no centro o núcleo e em volta deste núcleo, as camadas, cada uma dessas camadas é povoada por uma determinada quantidade de elétrons, sendo que o equilíbrio é alcançado pelo átomo que tem sete elétron em sua última camada, assim aquele que traz cinco elétron em sua última camada atraem para se, outros átomos buscando completar os sete elétrons necessários para seu equilíbrio interno entre suas camadas de elétrons e seu núcleo. Grosso modo é assim que ocorre a atração entre os átomos. Acontece que essa forma de equilíbrio nos átomos gera entre outras coisas a matéria com a qual lidamos em todos os momentos de nossas vidas e que é indispensável para nossa sobrevivência. Toda matéria criada desta forma, foi criada pensando em nós devendo servir de instrumentos para nossa evolução, tudo que nos rodeia então foi criado por amor a nossa evolução e é este amor que está depositado em cada átomo do universo e de forma mais evoluída está dentro de cada um de nós.
Esta é a origem do amor que como podemos perceber gerou o universo e os espíritos encarnados e desencarnados que nele habita.
 Quem criou o átomo foi um grupo de espíritos altamente desenvolvidos que apesar de ter o amor em se, não o criou. Este grupo de espíritos foi criado por alguém de quem herdou este nobre sentimento. O amor é independente e se auto alimenta promovendo seu próprio crescimento.
Pegando como exemplo o grupo de espirito citado acima; Deus criou esses espíritos e depositou neles a semente do amor, esses espíritos com sua vontade e livre arbítrio desenvolveu esta semente transformando-a no mais puro amor, que gerou novas sementes que foram depositadas em nós no momento que fomos criados, nossa missão é desenvolver esta semente transformando-a em amor que gerará novas sementes. Desta forma o amor está em todos e em tudo permeando os céus e a terra, ligando cada ser pela força do magnetismo. A natureza deste magnetismo ainda não pode ser conhecida pelo homem, mas podem ser percebidas em cada relação existente na natureza, e pode ser sentidas nas expressões de suas mais intimas e nobres essências que são; a piedade, a caridade, a humildade entre tantas outras qualidades morais.
Portanto meus irmãos valorize quem vos criou, cultive o alimento de vossa matéria, mas cultive também o alimento de vossa alma que é o amor.
Espirito Agamêmnon   
 Quando, no espaço, um sol, como qualquer núcleo com seu cortejo planetário, encontra-se com outro sol ou núcleo e seu cortejo planetário, o resultado é sempre o mesmo: a formação de nova individuação, quer seja sistema cósmico ou químico. No primeiro caso se individuará novo vórtice, novo “Eu” astronômico, que se desenvolverá segundo uma linha, a espiral que — vê-lo-emos — é a trajetória típica de desenvolvimento de todos os movimentos fenomênicos. No segundo caso nascerá, pelo choque dos núcleos e pela emissão de elétrons do sistema, novo indivíduo atômico. Se isso ainda não apareceu em vosso relativo, vós o chamais de criação

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

riquezafelicidade: riquezafelicidade: PRAZER E DEPRESSÃO

riquezafelicidade: riquezafelicidade: PRAZER E DEPRESSÃO: riquezafelicidade: PRAZER E DEPRESSÃO : HANS BALDUNG O desejo no ser humano está sempre ligado ao prazer, este último a princípio tem u...

CONSCIÊNCIA GERA CONSCIÊNCIA


Construído este estruturado paralelo entre a ação dos traumas e da consciência, você deverá estar apto a perceber que consciência gera consciência. Usando um modelo simples de raciocínio, podemos pensar nos conhecimentos matemáticos de uma criança; aquela que ainda não conhece os números não saberá fazer contas, como aquelas que não aprendeu fazer contas não conseguirá aprender expressões numéricas. Conhecimento gera conhecimento, isto é sabido por todos, o que alguns desconhecem e que um conhecimento especifico, gera uma consciência eterna e constantemente atuante, quando em sua reforma íntima você percebe a necessidade de erradicar seus defeitos morais, você adquire consciência desta necessidade, e se realmente entendeu o porquê desta necessidade, esta consciência elimina a ignorância e existirá para sempre no lugar dela.
Evidente que o simples entendimento desta necessidade não eliminará seus defeitos, mas funcionará como trampolim impulsionando sua vontade de eliminá-los. Com este primeiro passo dado você terá condições de buscar soluções visando seu bem estar. É o conhecimento ou pelo menos a noção das leis naturais que te fornecerão de forma segura o entusiasmo e a força inicial para uma relação mais estreita e verdadeira com sua alma. No final do livro estou apresentando uma boa noção dessas leis, é interessante que você leia pelo menos o suficiente para entender como funcionam.
Em nossa realidade interior as leis naturais agem de forma automática como agem em qualquer outro fenômeno, a diferença é que somos uma consciência por trás desta realidade e é este um diferencial enorme que determina um maior ou menor sofrimento. É evidente que estamos nos referindo aqui a uma consciência espiritual e não ao mero conhecimento da lógica que organiza os elementos físicos, embora pareça complicado é muito mais simples entender a religião do que a ciência, o que torna mais difícil o entendimento mais apurado da lógica religiosa são os defeitos morais. O egoísmo é uma dessas grandes barreiras, pois para o egoísta entender a religião, terá que abrir mão de sua filosofia de vida, que é a de acumular o máximo de bens materiais possíveis, e mais do que isso, abrir mão de muita coisa já conquistada, e isto é doloroso para quem tem apego excessivo a matéria. Cria-se então subterfúgios para mascarar a necessidade religiosa em favor do acúmulo de bens matérias, na verdade, este é um processo mais complexo do que parece, pois apesar de geralmente falarmos em egoísmo, por traz deste, há sempre pilares de sustentação que funcionam também como um alimento para o egoísmo- o orgulho e a vaidade, por exemplo, são defeitos morais que retroalimentam o egoísmo formando um complexo difícil de fragmentar. Não só os sentimentos como orgulho e vaidade podem exercer esta função, mas também os traumas.
Frequentemente vemos o complexo de inferioridade causado por um trauma de infância, forçar o indivíduo às mais cruéis barbáries na tentativa de provar seu valor ou somente para alimentar sua doentia autoestima. Além disso, as pessoas mentem, dissimulam e frequentemente usam um verniz social tentando te agradar ou te humilhar.
Pelos motivos supracitados, até mesmo o ambiente que estamos olhando e percebendo não apresenta para nós sua realidade, nossa percepção é construída em cima de nossa própria realidade interna, cada pessoa percebe uma realidade diferente em uma mesma situação.
Um exemplo clássico de formação de trauma associativo acontece no trânsito. Se o motorista sai de casa atrasado e com problemas a resolver, bastará que alguém atravesse na frente do carro ou buzine, para que ele solte um palavrão. Passado esse episódio, ele segue em frente sem se preocupar com o que aconteceu, mas uma coisa ruim começou a se formar em sua mente, como em seu consciente imperava um quadro psicológico de preocupação e irritação. A buzina que ouviu foi integrada a esse bloco que está na superfície de sua mente, formando um bloco só, e da próxima vez que ouvir alguém buzinar de novo para ele, a lembrança das emoções gravadas neste quadro virá à tona, e ele soltará outro palavrão, só que desta vez sem saber ao certo o porquê.

 Seria diferente se ele não tivesse formado este quadro traumático. Possivelmente a situação passaria pelo filtro da consciência e a reação seria mais ponderada.