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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Evolução da humanidade X moralidade




            Cada um contribui para evolução da humanidade dentro dos seus limites sentimentais e morais; na verdade todos esses limites estão interligados entre si e são definidos no decorrer da encarnação por escolhas feita usando o livre arbítrio concedido pelo criador ao ser humano.
             Quando encarnamos temos todos uma missão principal comum que é nosso próprio aprimoramento moral, isso passa pelo contato com o próximo e determinadas situações que possibilitam o exercício do livre arbítrio.
              O livre arbítrio, na verdade, nunca será utilizado pela personalidade em formação, na encarnação vigente todas as decisões tomadas pela pessoa será ditada pelo espirito principal encanado que veio a terra para, nas relações humanas, harmonizar-se com seus inimigos, de encarnações anteriores, e aprender a amar.
          Na preparação para a encarnação uma equipe de espíritos definida para executar esse mister determina, baseando-se no conteúdo moral da pessoa, o quanto essa pessoa pode evoluir; o que deve fazer no campo moral para que isso ocorra, e o tempo necessário gasto nesta missão.
            Este conteúdo moral é que funciona como um limite predeterminado e que pode ser deslocado pelo espirito encarnado. Citando um exemplo prático; o espirito pode encanar como pai de alguém com quem contraiu débitos em vidas anteriores com a missão de ama-lo, no plano espiritual, antes de encarnar ,ele já tem o seu nível de egoísmo e de instinto sexual, a equipe espiritual que já conhece essa condição do paciente leva isso em conta e determina o quanto de avanço moral pode ser realizado sem prejudicar o outro espirito; o espirito encarnado como pai pode por amor e responsabilidade, ou por medo das consequências cuidar dessa pessoa com carinho e zelo; ou pode dar vazão aos seus instintos e explorar financeiramente ou sexualmente o espirito encarnado como filho(a); desta forma os limites podem ser sugeridos tanto pela espiritualidade ou pelo próprio espirito, mas por força da lei natural, será  sempre imposto pelo nível moral do espirito encarnado.
            Outro fator importante nesta relação de pai e filho(a) será o amor que o espirito pai carrega dentro de si, pois se for de nível elevado impedirá a pratica de qualquer abuso por parte deste.
           Para que um espirito possa cumprir com eficiência a missão estipulada muitas coisas deverão ser observadas com atenção, vamos falar a seguir mais detalhadamente sobre uma delas.

Indulgencia                                                                                                                                                                                                               

            Clemência, misericórdia, absolvição de pena, ofensa ou dívida; desculpa, indulto, perdão; são muitos os significados dessa doce palavra, que pode nos remeter ao paraíso divino prometido pelo cristo.
              Geralmente essas coisas aplicamos a nós, sem nos lembrarmos que devemos amar ao próximo como a nós mesmos; vemos o cisco no olho do outro, mas negamos a trave que está no nosso, esta é uma lição do mais iluminado mestre que andou por esse planeta e que também nos disse, “atire-lhe a primeira pedra aquele que não tiver pecado”, deixando claro que devemos nos analisar, com a máxima imparcialidade para depois formular qualquer julgamento contra alguém.
              Francisco de Assis nos aconselha inclusive a sermos rigorosos com nós mesmos, em nossos julgamentos, e mais indulgente com o próximo.
              Devemos sempre agradecer a Deus por tantas oportunidades, por tanto amor, por tanta bondade e carinho; devemos pedir que nos guie cada vez mais no caminho do bem; devemos pedir pelo planeta terra, pedir para que possamos cumprir nossas obrigações no planeta e pedir principalmente que possamos proceder as doações de energias advindas do amor fraterno para engrandecimento moral da humanidade.
              Tudo que você precisa para caminhada em direção a luz como; o fervor necessário e o amor necessária está em ti e está no próximo, procure, pois, com indulgencia julgar para que com indulgencia seja julgado busque perceber na pessoa o que ela tem de melhor, é uma boa forma de praticar a indulgência aqui em nosso planeta.
          A coisa tem caminhado de uma forma meio acelerada em direção ao bem; muitas coisas ruins muitos sofrimentos foram evitados enquanto outros não serão possível evitar embora as pessoas comuns não conseguem perceber com clareza muitas correções estão sendo efetuadas de forma mais acentuada que o normal para o ritmo do planeta.
17.  Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam; não julgueis com severidade senão as vossas próprias ações e o Senhor usará de indulgência para convosco, como de indulgência houverdes usado para com os outros.
            Sustentai os fortes: animai-os à perseverança. Fortalecei os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento; mostrai a todos o anjo da penitência estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando-as assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro.
           Compreendei todos a misericórdia infinita de vosso Pai e não esqueçais nunca de lhe dizer, pelos pensamentos, mas, sobretudo, pelos atos: “Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos hão ofendido. ” Compreendei bem o valor destas sublimes palavras, nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela veste.
            Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão? Será unicamente o olvido das vossas ofensas? Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas, Ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria.
            A recompensa não pode constituir prêmio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido.
            Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação.
                Quando perdoardes aos vossos irmãos, não vos contenteis com o estender o véu do esquecimento sobre suas faltas, porquanto, as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares vossos. Levai-lhes simultaneamente, com o perdão, o amor; fazei por eles o que pediríeis fizesse o vosso Pai celestial por vós.
         Substituí a cólera que conspurca, pelo amor que purifica. Pregai, exemplificando, essa caridade ativa, infatigável, que Jesus vos ensinou; pregai-a, como ele o fez durante todo o tempo em que esteve na Terra, visível aos olhos corporais e como ainda a prega incessantemente, desde que se tornou visível tão somente aos olhos do Espírito.
        Segui esse modelo divino; caminhai em suas pegadas; elas vos conduzirão ao refúgio onde encontrareis o repouso após a luta. Como ele, carregai todos vós as vossas cruzes e subi penosamente, mas com coragem, o vosso calvário, em cujo cimo está a glorificação. – João, bispo de Bordéus. (1862)
(O evangelho segundo o espiritismo).

Beleza de um sentimento


Fruto sublime do amor
És ó sublime perdão
Balsamo sagrado da dor
Doce alegria do coração

Paz de esplêndida luminescência
Dia esplêndido de sol brilhante
Es tu ó indulgencia
Luz de sol escaldante

Borboleta flutuando em leve brisa
Pássaro cantor em verde palmeira
Inocente expressão de poetisa
Natureza divina derradeira

Conforto terno no coração
Calor que seca as lagrimas
Divina filha da abnegação
Suave flor das almas

A ti indulgencia, canto essa oração
Digna de ser hino de sabedoria
Pretendendo tocar o coração
Dos espíritos que almejam a alegria



Kleber Lages

quarta-feira, 6 de abril de 2016

riquezafelicidade: Quando inicia nosso livre arbítrio

riquezafelicidade: Quando inicia nosso livre arbítrio:                                                                                                     A partir do momento em que adqu...

Quando inicia nosso livre arbítrio

             
                                                                         

            A partir do momento em que adquirimos consciência adquirimos livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal, antes éramos animais guiados só por instintos, a qualquer momento que eu adquiro consciência de mim mesmo, do bem, consciência do mundo espiritual  e integro essa consciência a meu ser eu estou fazendo uma escolha, pelo bem ou pelo mal, a partir do momento que adquirimos consciência,  a cada instante de nossa vida é um momento onde podemos escolher entre o bem e o mal  , portanto, tirando a fase que somos só instintos, durante todos os momentos de nossa longa vida temos infinitas oportunidades de nos redimirmos do mal cometido , quanto mais consciências divina adquirimos mais evoluímos, quanto mais arrependimento sinceros ocorrem em nossa vida mais evoluímos, quanto mais amor fraterno adquirimos mais evoluímos, quanto mais traumas psicológicos negativos eliminamos mais evoluímos, porquanto as formas de evolução disponíveis para nós também são infinitas, cada uma possui sua forma mais adequada de evoluir conforme se desenvolveu sua estrutura psicológica e seus recursos sentimentais.
        Em determinado momento nossa consciência se torna permanente e efetiva é quando consciência adquirida através da lei de ação e reação se torna efetiva

                       A lei do carma não é a mesma da ação e reação


            A lei do carma como a maioria a imagina seria uma forma de vingança já que teríamos que pagar por todos os erros cometidos, seria um olho por olho dente por dente, o que não poderíamos admitir nos dias de hoje sabendo que isso provocaria um ciclo vicioso de luta entre os supostos oponentes. 
            O que é primordial para o espirito é corrigir os defeitos morais e não ser punido, o que pune o espirito é o desamor e a ignorância não o carma, a partir do momento que eliminamos nossos defeitos o sofrimento torna-se desnecessário para a correção daquele defeito e como já foi citado, há outras formas de eliminar um defeito moral sem necessariamente ter que pagar pela ação que originou esse defeito, por exemplo, se alguém um dia assassinou outra pessoa transformando essa pessoa em seu obsessor , a continuidade dessa obsessão dependerá em cada momento das decisões do criminoso, pois se esse devedor se arrepender em um determinado momento optando por melhorar seu estado vibracional, o obsessor que estará bitolado na vingança não terá como acompanhar esse estado vibracional e não poderá por questões vibracionais atingir sua vítima. E ao mesmo tempo dependerá também do momento do obsessor já que; se ele perceber o erro que está cometendo pode simplesmente desistir da vingança. 

segunda-feira, 28 de março de 2016

Pai nosso e seus significados




I Pai nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome!

Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do Universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da Criação, desde o raminho de erva minúscula e o pequenino inseto, até os astros que movem no espaço, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e sábio. Por toda a parte se nos depara a prova de paternal solicitude. Cego, portanto, é aquele que te não reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te não glorifica e ingrato aquele que te não rende graças.


II. Venha o teu reino!
Senhor, deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade, se eles as cumprissem. Com essas leis, fariam reinar entre si a paz e a justiça e mutuamente se auxiliariam, em vez de se maltratarem, como o fazem. O forte sustentaria o fraco, em vez de o esmagar. Evitados seriam os males, que se geram dos excessos e dos abusos. Todas as misérias deste mundo provêm da violação de tuas leis, porquanto nenhuma infração delas deixa de ocasionar fatais consequências.
Deste ao bruto o instinto, que lhe traça o limite do necessário, e ele maquinalmente se conforma; ao homem, no entanto, além desse instinto, deste a inteligência e a razão; também lhe deste a liberdade de cumprir ou infringir aquelas das tuas leis que pessoalmente lhe concernem, isto é, a liberdade de escolher entre o bem e o mal, a fim de que tenha o mérito e a responsabilidade das suas ações.
Ninguém pode pretextar ignorância das tuas leis, pois, com paternal previdência, quiseste que elas se gravassem na consciência de cada um, sem distinção de cultos, nem de nações. Se as violam, é porque as desprezam. Dia virá em que, segundo a tua promessa, todos as praticarão. Desaparecido terá, então, a incredulidade. Todos te reconhecerão por soberano Senhor de todas as coisas, e o reinado das tuas leis será o teu reino na Terra.
Digna-te  Senhor, de apressar-lhe o advento, outorgando aos homens a luz necessária, que os conduza ao caminho da verdade.

III. Faça-se a tua vontade, assim na Terra como no Céu.
Se a submissão é um dever do filho para com o pai, do inferior para com o seu superior, quão maior não deve ser a da criatura para com o seu Criador! Fazer a tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos teus decretos. O homem a ela se submeterá, quando compreender que és a fonte de toda a sabedoria e que sem ti ele nada pode. Fará, então, a tua vontade na Terra, como os eleitos a fazem no Céu.

IV. Dá-nos o pão de cada dia.
Dá-nos o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas, dá-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito. O bruto encontra a sua pastagem; o homem, porém, deve o sustento à sua própria atividade e aos recursos da sua inteligência, porque o criaste livre. Tu lhe hás dito: “Tirarás da terra o alimento com o suor da tua fronte.”
Desse modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obrigação, a fim de que exercitasse a inteligência na procura dos meios de prover às suas necessidades e ao seu bem estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o trabalho, ele se conservaria estacionário e não poderia aspirar à felicidade dos Espíritos superiores. Ajudas o homem de boa vontade que em ti confia, pelo que concerne ao necessário; não, porém, àquele que se compraz na ociosidade e desejara tudo obter sem esforço, nem àquele que busca o supérfluo. (Cap. XXV.)
Quantos e quantos sucumbem por culpa própria, pela sua incúria, pela sua imprevidência, ou pela sua ambição e por não terem querido contentar-se com o que lhes havias concedido! Esses são os artífices do seu infortúnio e carecem do direito de queixar-se, pois que são punidos naquilo em que pecaram. Mas, nem a esses mesmos abandonas, porque és infinitamente misericordioso. As mãos lhes estendes para socorrê-los, desde que, como o filho pródigo, se voltem sinceramente para ti. (Cap. V, nº 4.)
Antes de nos queixarmos da sorte, inquiramos de nós mesmos se ela não é obra nossa. A cada desgraça que nos chegue, cuidemos de saber se não teria estado em nossas mãos evita-la. Consideremos também que Deus nos outorgou a inteligência para tirar-nos do lameiro, e que de nós depende o modo de a utilizarmos.
Pois que à lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, dá-nos coragem e forças para obedecer a essa lei. Dá-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perdermos o respectivo fruto.
Dá-nos, pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos, pelo trabalho, as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém tem o direito de reclamar o supérfluo. Se trabalhar nos é impossível, à tua divina providência nós confiamos. Se está nos teus desígnios experimentarmos pelas mais duras provações, malgrado aos nossos esforços, aceitamo-las como justa expiação das faltas que tenhamos cometido nesta existência, ou noutra anterior, porquanto és justo. Sabemos que não há penas imerecidas e que jamais castigas sem causa.
Preserva-nos, ó meu Deus, de invejar os que possuem o que não temos, nem mesmo os que dispõem do supérfluo, ao passo que a nós nos falta o necessário. Perdoa-lhes, se esquecem a lei de caridade e de amor do próximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI, nº 8)
Afasta, igualmente, do nosso espírito a ideia de negar a tua justiça, ao notarmos a prosperidade do mau e a desgraça que cai por vezes sobre o homem de bem. Já sabemos, graças às novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justiça se cumpre sempre e a ninguém excetua; que a prosperidade material do mau é efêmera, quanto a sua existência corpórea, e que experimentará terríveis reveses, ao passo que eterno será o júbilo daquele que sofre resignado. (Cap. V, nº 7, 9, 12 e 18)

V. Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam.
Cada uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida que contraímos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos, de empregarmos os maiores esforços para não contrair outras.
Tu nos impuseste por lei expressa a caridade; mas, a caridade não consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se dela não usássemos para com aqueles que nos hão dado motivo de queixa? Concede-nos, ó meu Deus, forças para apagar de nossa alma todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda guardando nós no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que nós possamos apresentar, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos últimos pensamentos foram em prol dos seus algozes. (Cap. X)
Constituem parte das nossas provas terrenas as perseguições que os maus nos infligem. Devemos, então, recebe-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas, e não maldizer dos que, por suas maldades, nos rasgam o caminho da felicidade eterna, visto que nos disseste, por intermédio de Jesus: “Bem aventurados os que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha, uma vez que as mortificações do corpo nos fortificam a alma e que seremos exalçados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4.) Bendito seja teu nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e de reparar nossas culpas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV, e cap. V, nº 5)
Assim se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É a luz que se projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça soberana e da tua infinita bondade.

VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal
Dá-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos Espíritos maus, que tentem desviar-nos
dá senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos. Mas, somos Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorarmos. Em nós mesmos está a causa primária do mal e os maus
Espíritos mais não fazem do que aproveitar os nossos pendores viciosos, em que nos entretêm para nos tentarem. Cada imperfeição é uma porta aberta à influência deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentativa contra os seres perfeitos. É inútil tudo o que possamos fazer para afastá-los, se não lhes opusermos decidida e inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisamos dirigir os nossos esforços e, se o fizermos, os maus Espíritos naturalmente se afastarão, porquanto o mal é que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se aqui adiante: “Preces pelos obsidiados”.) Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza; inspira-nos, pelos nossos anjos guardiães e pelos bons Espíritos, a vontade de nos corrigirmos de todas as imperfeições a fim de obstarmos aos Espíritos maus o acesso à nossa alma. (Veja-se aqui adiante o nº 11.)
O mal não é obra tua, Senhor, porquanto o manancial de todo o bem nada de mau pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e fazendo mau uso da liberdade que nos outorgaste. Quando os homens as cumprirmos, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu de mundos mais adiantados que o nosso. O mal não constitui para ninguém uma necessidade fatal e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Desde que temos vontade para o fazer, também podemos ter a de praticar o bem, pelo que, ó meu Deus, pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à tentação.

VII. Assim seja.
Praza-te, Senhor, que os nossos desejos se efetivem. Mas, curvamo-nos perante a tua sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se faça a tua santa vontade e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e melhor do que nós sabes o que nos convém.


Dirigimos-te esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras, encarnadas e desencarnadas, pelos nossos amigos e inimigos, por todos os que solicitem a nossa assistência e, em particular, por N... Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção.

domingo, 20 de março de 2016

Ondas conscienciais

                                                                            


           Todo o universo é preenchido por correntes de ondas, um desses tipos de onda ganha intensidade formando o quark, os quark aglomerados formam a matéria.
           Mas não são só essas ondas que permeiam o universo, as ondas consciências, em termo de grau de importância estão acima das ondas de rádio, de tv, de raios solares, enfim estão acima de todas as outras ondas que existem, porque afinal são elas que criam todas as realidades existentes no universo.
           E se alguém ainda tem dúvidas de que nossa consciência interfere na criação de nossa realidade veja no link no final do texto o vídeo da prova cientifica desse evento. Já estamos cansados de saber que a psicologia e o espiritismo a décadas nos indica que somos nós que construímos nosso céu e nosso inferno, a física quântica vem apenas nos reafirmar esse fato.
            As ondas dos espíritos superiores são ondas elaboradas que sintonizam outras ondas idênticas e sintonizam também outros tipos de ondas, o sofrimento de outrem, por exemplo, desperta nos espíritos superiores a sensação de piedade, que é uma das expressões do amor.
           Uma corrente de pensamento emitida por uma entidade superior, dirigida pela vontade dessa entidade sintoniza qualquer tipo de onda que essa entidade quiser sintonizar, levando sentimentos e informações necessárias para modificar a onda sintonizada, e nós podemos buscar e sintonizar essas ondas com nossa vontade e concentração, as entidades superiores podem emitir várias ondas de natureza diferente, e de forma simultânea.
             Essas entidades são ondas que agregam em se outras ondas menores que se desenvolvem com seu auxilio, jesus é uma onda gigante que preenche nosso universo, nos picos e vales, da onda gigante que é jesus, existem outras pequenas ondas em desenvolvimento que somos nós, jesus auxilia nosso desenvolvimento com informações que sintonizamos em seu próprio ser, em compensação essas informações geram vivencias em nós capaz de nos transformar e nos purificar cada vez mais , como nos somos uma onda gerada e mantida por uma onda maior, que é Deus, todo sentimento em nós que atinge um grau de purificação maior galga degraus mais altos dentro dessa onda agregando valores a nós que somos a onda pequena e a Deus que é a onda gigante, dessa forma estamos em jesus como jesus está em nós, lembrando que como somos formados a partir da perturbação de um ponto dessa onda somos formados então do mesmo material dessa onda trazendo assim de forma sintetizada as mesma características dessa onda
            Como nossas células formam nosso corpo, o conjunto de todos nós, como ondas consciências formamos deus. 
            Fomos formados a partir da perturbação no vale de uma onda transportadora, a medida que vivemos e agregamos experiências novas crescemos avançando para o pico dessa onda, quando alcançamos o pico de onda transportadora a qual estamos conectados nos sintonizamos automaticamente com o vale de uma onda maior que é a transportadora de nossa transportadora anterior. 
             O pico de cada onda é representado pelo amor fraterno cada vez mais puro. 


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dificuldade de amar

                                                                   


Embora não pareça, o medo é uma das maiores pragas da humanidade, mas como tudo na vida, é também uma das melhores ferramentas para nossa evolução, é uma moeda com cara e coroa. Neste artigo discutiremos apenas um lado desta moeda que é o medo de amar.
O medo tem como principal características a defesa contra o sofrimento, e surgiu nos primórdios de nossa existência como um suporte para o instinto de preservação e perpetuação da espécie, nesse aspecto o medo é positivo, mas no desenrolar de nossa evolução essa sensação adquire as vestimentas da personalidade de cada indivíduo, e uma destas vestes é sem dúvida o falseamento da realidade espiritual do ser.
Podemos começar analisando a questão do egoísmo. Antes do início desta análise, porém gostaria de chamar a atenção para uma expressão que usei neste texto anteriormente, classifiquei o medo como uma sensação e não como um sentimento, são duas coisas diferentes, os sentimentos embora sofram transformações radicais não se extinguirá, ao passo que a sensação é um suporte para os sentimentos e se extinguirá quando se tornarem desnecessários para esses sentimentos.
Isso posto voltemos a nossa análise; o egoísta tem interesses opostos ao amor cultivando a cultura da concentração de valores materiais, quanto o amor estimula a divisão de todos os valores, se a pessoa tem a crescente necessidade de acumular bens, como poderia dividir esses bens com os outros? Esta é uma situação onde o medo dá suporte ao egoísmo, mascarando a necessidade de amar.
O amor sendo uma herança do criador e objetivo principal das leis naturais lateja dentro de cada ser com a força de um furacão tentando se tornar dominante nas paisagens da vida, sendo assim uma pressão natural exercida de dentro para fora. O egoísmo é a barreira que bloqueia a expressão deste amor fraterno, mas este amor sendo o objetivo principal de nossa existência é impossível de ser barrado e continuará eternamente forçando sua passagem obrigando o egoísta a buscar subterfúgios que justifique seu desamor. Várias formas de válvulas de escape são usadas pelo egoísta; alguns se agarram na ardência das paixões carnais, outros se justificam dizendo que amar é para os inocentes, outros dizem que agem por amor aos filhos, sem querer enxergar que o maior legado deixado aos seus não são bens matérias e sim a depuração dos sentimentos que deverá proporcionar um dia a paz interior e a felicidade real. 
Em relação aos sentimentos sabemos que os iguais se atraem o que levam os egoístas a se reunirem em torno do egoísmo formando verdadeiras falanges onde uns apoia os outros nas justificativas de seus desmandos. Aqueles que conseguem uma posição mais privilegiada dentro do grupo despertam a inveja e a admiração dos outros que passam a bajula-lo no intuito de conseguir migalhas lançadas pelo mais abastado, e este por sua vez, considerando esta adoração como uma forma de amor se sente satisfeito e procura agradar o adorador com as migalhas requeridas perpetuando assim a máscara emprestada ao verdadeiro amor. É uma troca de favores, onde o impulso que leva a suposta doação é o interesse próprio e não amor.
O amor brota da gratidão assim indiferente dos interesses que regem a relação entre duas ou mais pessoas, se esta relação for agradável às duas partes ou a qualquer uma delas, daí pode surgir a gratidão e consequentemente o amor.
A gratidão é um sentimento da alma e como tal surge de forma espontânea sem passar pelo crivo da consciência objetiva, assim como os outros sentimentos, a gratidão é de caráter eterno e tende sempre a crescer se manifestando como amor, podemos citar como exemplo, o filho ingrato que enquanto seus pais são vivos se rebelam trazendo aborrecimentos e sofrimentos, mas quando seus pais morrem sentem no peito a força do arrependimento e só então percebem com tristeza o quanto os amavam.

Quando no momento do ato sexual dizemos com frenesi, eu te amo, estamos na verdade pedindo a outra pessoa que nos ame, e que precisamos dela para continuar a ter acesso ao prazer que estamos tendo naquele momento, é o contrário do que ocorre quando com carinho afagamos os cabelos de alguém encostando sua cabeça em nosso colo, isto quer dizer venha até mim que eu te apoio e te protejo, esta é a manifestação de um amor mais profundo. 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Caminhos do sexo



Comichão na essência de minha alma
Querendo o jeito de fazer que acalma
Se eu fosse anjo consideraria sem nexo
Essa libido ardente gritando por sexo

Canto de sereia que embriaga e seduz
Figura feminina que insinuante conduz
A excitação extrema, caliente, delirante
Desviando o caminho de viajor e viajante

No início nos conduz ao paraíso delirante
Nos cochicha doces palavras de amante
Para depois fortemente nos escravizar
Nos mantendo acorrentados sem libertar

Doce e morna rachadura corada e úmida
Insinuante, dengosa, palpitante e languida.
Mata rala a te proteger a nascente
Triangulo libidinoso quente e palpitante

Quem resistirá impávido a tanta tentação?
Sentindo no cangote o roçar macio da mão!
Quem dirá que nunca teve a honra traída?
Se transformando assim em alma perdida!

Mesmo assim, tu não és a perdição do mundo
Pois traz em se próprio um sentido profundo
Moldado a ferro e fogo um dia serás amor
Nos conduzindo ternamente, nos aliviando a dor


Kleber Lages