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quarta-feira, 6 de abril de 2016
riquezafelicidade: Quando inicia nosso livre arbítrio
riquezafelicidade: Quando inicia nosso livre arbítrio: A partir do momento em que adqu...
Quando inicia nosso livre arbítrio
A partir do momento
em que adquirimos consciência adquirimos livre arbítrio para escolher entre o bem
e o mal, antes éramos animais guiados só por instintos, a qualquer momento que
eu adquiro consciência de mim mesmo, do bem, consciência do mundo espiritual e integro essa consciência a meu ser eu estou
fazendo uma escolha, pelo bem ou pelo mal, a partir do momento que adquirimos
consciência, a cada instante de nossa
vida é um momento onde podemos escolher entre o bem e o mal , portanto, tirando a fase que somos só
instintos, durante todos os momentos de nossa longa vida temos infinitas
oportunidades de nos redimirmos do mal cometido , quanto mais consciências
divina adquirimos mais evoluímos, quanto mais arrependimento sinceros ocorrem
em nossa vida mais evoluímos, quanto mais amor fraterno adquirimos mais
evoluímos, quanto mais traumas psicológicos negativos eliminamos mais evoluímos,
porquanto as formas de evolução disponíveis para nós também são infinitas, cada
uma possui sua forma mais adequada de evoluir conforme se desenvolveu sua
estrutura psicológica e seus recursos sentimentais.
Em determinado momento nossa consciência se torna permanente
e efetiva é quando consciência adquirida através da lei de ação e reação se
torna efetiva
A lei do carma não é a mesma da ação e reação
A lei do carma como a maioria a imagina seria uma forma de
vingança já que teríamos que pagar por todos os erros cometidos, seria um olho
por olho dente por dente, o que não poderíamos admitir nos dias de hoje sabendo
que isso provocaria um ciclo vicioso de luta entre os supostos oponentes.
O que
é primordial para o espirito é corrigir os defeitos morais e não ser punido, o
que pune o espirito é o desamor e a ignorância não o carma, a partir do momento
que eliminamos nossos defeitos o sofrimento torna-se desnecessário para a
correção daquele defeito e como já foi citado, há outras formas de eliminar um
defeito moral sem necessariamente ter que pagar pela ação que originou esse
defeito, por exemplo, se alguém um dia assassinou outra pessoa transformando
essa pessoa em seu obsessor , a continuidade dessa obsessão dependerá em cada momento
das decisões do criminoso, pois se esse devedor se arrepender em um determinado
momento optando por melhorar seu estado vibracional, o obsessor que estará
bitolado na vingança não terá como acompanhar esse estado vibracional e não
poderá por questões vibracionais atingir sua vítima. E ao mesmo tempo dependerá
também do momento do obsessor já que; se ele perceber o erro que está cometendo
pode simplesmente desistir da vingança.
segunda-feira, 28 de março de 2016
Pai nosso e seus significados
I
Pai nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome!
Cremos
em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do
Universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência
que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da Criação,
desde o raminho de erva minúscula e o pequenino inseto, até os astros que movem
no espaço, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e sábio. Por
toda a parte se nos depara a prova de paternal solicitude. Cego, portanto, é
aquele que te não reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te não
glorifica e ingrato aquele que te não rende graças.
II. Venha o teu reino!
Senhor,
deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade, se
eles as cumprissem. Com essas leis, fariam reinar entre si a paz e a justiça e
mutuamente se auxiliariam, em vez de se maltratarem, como o fazem. O forte
sustentaria o fraco, em vez de o esmagar. Evitados seriam os males, que se
geram dos excessos e dos abusos. Todas as misérias deste mundo provêm da
violação de tuas leis, porquanto nenhuma infração delas deixa de ocasionar
fatais consequências.
Deste
ao bruto o instinto, que lhe traça o limite do necessário, e ele maquinalmente
se conforma; ao homem, no entanto, além desse instinto, deste a inteligência e
a razão; também lhe deste a liberdade de cumprir ou infringir aquelas das tuas
leis que pessoalmente lhe concernem, isto é, a liberdade de escolher entre o
bem e o mal, a fim de que tenha o mérito e a responsabilidade das suas ações.
Ninguém
pode pretextar ignorância das tuas leis, pois, com paternal previdência,
quiseste que elas se gravassem na consciência de cada um, sem distinção de
cultos, nem de nações. Se as violam, é porque as desprezam. Dia virá em que,
segundo a tua promessa, todos as praticarão. Desaparecido terá, então, a
incredulidade. Todos te reconhecerão por soberano Senhor de todas as coisas, e
o reinado das tuas leis será o teu reino na Terra.
Digna-te Senhor, de apressar-lhe o advento, outorgando
aos homens a luz necessária, que os conduza ao caminho da verdade.
III.
Faça-se a tua vontade, assim na Terra como no Céu.
Se a
submissão é um dever do filho para com o pai, do inferior para com o seu
superior, quão maior não deve ser a da criatura para com o seu Criador! Fazer a
tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos
teus decretos. O homem a ela se submeterá, quando compreender que és a fonte de
toda a sabedoria e que sem ti ele nada pode. Fará, então, a tua vontade na
Terra, como os eleitos a fazem no Céu.
IV. Dá-nos o pão de cada dia.
Dá-nos
o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas, dá-nos também
o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito. O bruto
encontra a sua pastagem; o homem, porém, deve o sustento à sua própria
atividade e aos recursos da sua inteligência, porque o criaste livre. Tu lhe
hás dito: “Tirarás da terra o alimento com o suor da tua fronte.”
Desse
modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obrigação, a fim de que exercitasse a
inteligência na procura dos meios de prover às suas necessidades e ao seu bem
estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o
trabalho, ele se conservaria estacionário e não poderia aspirar à felicidade
dos Espíritos superiores. Ajudas o homem de boa vontade que em ti confia, pelo
que concerne ao necessário; não, porém, àquele que se compraz na ociosidade e
desejara tudo obter sem esforço, nem àquele que busca o supérfluo. (Cap. XXV.)
Quantos
e quantos sucumbem por culpa própria, pela sua incúria, pela sua imprevidência,
ou pela sua ambição e por não terem querido contentar-se com o que lhes havias
concedido! Esses são os artífices do seu infortúnio e carecem do direito de
queixar-se, pois que são punidos naquilo em que pecaram. Mas, nem a esses
mesmos abandonas, porque és infinitamente misericordioso. As mãos lhes estendes
para socorrê-los, desde que, como o filho pródigo, se voltem sinceramente para
ti. (Cap. V, nº 4.)
Antes
de nos queixarmos da sorte, inquiramos de nós mesmos se ela não é obra nossa. A
cada desgraça que nos chegue, cuidemos de saber se não teria estado em nossas
mãos evita-la. Consideremos também que Deus nos outorgou a inteligência para
tirar-nos do lameiro, e que de nós depende o modo de a utilizarmos.
Pois
que à lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, dá-nos coragem e
forças para obedecer a essa lei. Dá-nos também a prudência, a previdência e a
moderação, a fim de não perdermos o respectivo fruto.
Dá-nos,
pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos, pelo
trabalho, as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém tem o direito de
reclamar o supérfluo. Se trabalhar nos é impossível, à tua divina providência
nós confiamos. Se está nos teus desígnios experimentarmos pelas mais duras
provações, malgrado aos nossos esforços, aceitamo-las como justa expiação das
faltas que tenhamos cometido nesta existência, ou noutra anterior, porquanto és
justo. Sabemos que não há penas imerecidas e que jamais castigas sem causa.
Preserva-nos,
ó meu Deus, de invejar os que possuem o que não temos, nem mesmo os que dispõem
do supérfluo, ao passo que a nós nos falta o necessário. Perdoa-lhes, se
esquecem a lei de caridade e de amor do próximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI,
nº 8)
Afasta,
igualmente, do nosso espírito a ideia de negar a tua justiça, ao notarmos a
prosperidade do mau e a desgraça que cai por vezes sobre o homem de bem. Já
sabemos, graças às novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justiça
se cumpre sempre e a ninguém excetua; que a prosperidade material do mau é
efêmera, quanto a sua existência corpórea, e que experimentará terríveis
reveses, ao passo que eterno será o júbilo daquele que sofre resignado. (Cap.
V, nº 7, 9, 12 e 18)
V. Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem.
Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam.
Cada
uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e
uma dívida que contraímos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que
no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos,
de empregarmos os maiores esforços para não contrair outras.
Tu
nos impuseste por lei expressa a caridade; mas, a caridade não consiste apenas
em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no
esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua
indulgência, se dela não usássemos para com aqueles que nos hão dado motivo de
queixa? Concede-nos, ó meu Deus, forças para apagar de nossa alma todo
ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda
guardando nós no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje
mesmo deste mundo, faze que nós possamos apresentar, diante de ti, puros de
toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos últimos pensamentos foram em prol
dos seus algozes. (Cap. X)
Constituem
parte das nossas provas terrenas as perseguições que os maus nos infligem.
Devemos, então, recebe-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas, e
não maldizer dos que, por suas maldades, nos rasgam o caminho da felicidade
eterna, visto que nos disseste, por intermédio de Jesus: “Bem aventurados os
que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha,
uma vez que as mortificações do corpo nos fortificam a alma e que seremos
exalçados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4.) Bendito seja teu
nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente
fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar
e de reparar nossas culpas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos
fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV, e cap. V, nº 5)
Assim
se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É a luz que se
projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça
soberana e da tua infinita bondade.
VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal
Dá-nos,
Senhor, a força de resistir às sugestões dos Espíritos maus, que tentem
desviar-nos
dá
senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos. Mas, somos Espíritos
imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorarmos. Em
nós mesmos está a causa primária do mal e os maus
Espíritos
mais não fazem do que aproveitar os nossos pendores viciosos, em que nos
entretêm para nos tentarem. Cada imperfeição é uma porta aberta à influência
deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentativa contra os seres
perfeitos. É inútil tudo o que possamos fazer para afastá-los, se não lhes
opusermos decidida e inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta
renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisamos dirigir os nossos
esforços e, se o fizermos, os maus Espíritos naturalmente se afastarão,
porquanto o mal é que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se aqui
adiante: “Preces pelos obsidiados”.) Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza;
inspira-nos, pelos nossos anjos guardiães e pelos bons Espíritos, a vontade de
nos corrigirmos de todas as imperfeições a fim de obstarmos aos Espíritos maus
o acesso à nossa alma. (Veja-se aqui adiante o nº 11.)
O
mal não é obra tua, Senhor, porquanto o manancial de todo o bem nada de mau
pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e
fazendo mau uso da liberdade que nos outorgaste. Quando os homens as
cumprirmos, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu de mundos mais
adiantados que o nosso. O mal não constitui para ninguém uma necessidade fatal
e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Desde que temos vontade
para o fazer, também podemos ter a de praticar o bem, pelo que, ó meu Deus,
pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à
tentação.
VII.
Assim seja.
Praza-te,
Senhor, que os nossos desejos se efetivem. Mas, curvamo-nos perante a tua
sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se
faça a tua santa vontade e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e
melhor do que nós sabes o que nos convém.
Dirigimos-te
esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras,
encarnadas e desencarnadas, pelos nossos amigos e inimigos, por todos os que
solicitem a nossa assistência e, em particular, por N... Para todos suplicamos
a tua misericórdia e a tua bênção.
domingo, 20 de março de 2016
Ondas conscienciais
Todo o
universo é preenchido por correntes de ondas, um desses tipos de onda ganha
intensidade formando o quark, os quark aglomerados formam a matéria.
Mas não são só
essas ondas que permeiam o universo, as ondas consciências, em termo de grau de
importância estão acima das ondas de rádio, de tv, de raios solares, enfim
estão acima de todas as outras ondas que existem, porque afinal são elas que
criam todas as realidades existentes no universo.
E se alguém
ainda tem dúvidas de que nossa consciência interfere na criação de nossa
realidade veja no link no final do texto o vídeo da prova cientifica desse
evento. Já estamos cansados de saber que a psicologia e o espiritismo a décadas
nos indica que somos nós que construímos nosso céu e nosso inferno, a física
quântica vem apenas nos reafirmar esse fato.
As ondas dos
espíritos superiores são ondas elaboradas que sintonizam outras ondas idênticas
e sintonizam também outros tipos de ondas, o sofrimento de outrem, por exemplo,
desperta nos espíritos superiores a sensação de piedade, que é uma das
expressões do amor.
Uma corrente de pensamento emitida por uma
entidade superior, dirigida pela vontade dessa entidade sintoniza qualquer tipo
de onda que essa entidade quiser sintonizar, levando sentimentos e informações
necessárias para modificar a onda sintonizada, e nós podemos buscar e
sintonizar essas ondas com nossa vontade e concentração, as entidades superiores
podem emitir várias ondas de natureza diferente, e de forma simultânea.
Essas
entidades são ondas que agregam em se outras ondas menores que se desenvolvem
com seu auxilio, jesus é uma onda gigante que preenche nosso universo, nos
picos e vales, da onda gigante que é jesus, existem outras pequenas ondas em
desenvolvimento que somos nós, jesus auxilia nosso desenvolvimento com
informações que sintonizamos em seu próprio ser, em compensação essas
informações geram vivencias em nós capaz de nos transformar e nos purificar
cada vez mais , como nos somos uma onda gerada e mantida por uma onda maior,
que é Deus, todo sentimento em nós que atinge um grau de purificação maior
galga degraus mais altos dentro dessa onda agregando valores a nós que somos a
onda pequena e a Deus que é a onda gigante, dessa forma estamos em jesus como
jesus está em nós, lembrando que como somos formados a partir da perturbação de
um ponto dessa onda somos formados então do mesmo material dessa onda trazendo
assim de forma sintetizada as mesma características dessa onda
Como nossas
células formam nosso corpo, o conjunto de todos nós, como ondas consciências
formamos deus.
Fomos formados a partir da perturbação no vale de uma onda
transportadora, a medida que vivemos e agregamos experiências novas crescemos
avançando para o pico dessa onda, quando alcançamos o pico de onda
transportadora a qual estamos conectados nos sintonizamos automaticamente com o
vale de uma onda maior que é a transportadora de nossa transportadora anterior.
O pico de cada onda é representado pelo amor fraterno cada vez mais puro.
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Dificuldade de amar
Embora não pareça, o
medo é uma das maiores pragas da humanidade, mas como tudo na vida, é também
uma das melhores ferramentas para nossa evolução, é uma moeda com cara e coroa.
Neste artigo discutiremos apenas um lado desta moeda que é o medo de amar.
O medo tem como
principal características a defesa contra o sofrimento, e surgiu nos primórdios
de nossa existência como um suporte para o instinto de preservação e
perpetuação da espécie, nesse aspecto o medo é positivo, mas no desenrolar de
nossa evolução essa sensação adquire as vestimentas da personalidade de cada
indivíduo, e uma destas vestes é sem dúvida o falseamento da realidade
espiritual do ser.
Podemos começar
analisando a questão do egoísmo. Antes do início desta análise, porém gostaria
de chamar a atenção para uma expressão que usei neste texto anteriormente,
classifiquei o medo como uma sensação e não como um sentimento, são duas coisas
diferentes, os sentimentos embora sofram transformações radicais não se
extinguirá, ao passo que a sensação é um suporte para os sentimentos e se
extinguirá quando se tornarem desnecessários para esses sentimentos.
Isso posto voltemos a
nossa análise; o egoísta tem interesses opostos ao amor cultivando a cultura da
concentração de valores materiais, quanto o amor estimula a divisão de todos os
valores, se a pessoa tem a crescente necessidade de acumular bens, como poderia
dividir esses bens com os outros? Esta é
uma situação onde o medo dá suporte ao egoísmo, mascarando a necessidade de
amar.
O amor sendo uma
herança do criador e objetivo principal das leis naturais lateja dentro de cada
ser com a força de um furacão tentando se tornar dominante nas paisagens da
vida, sendo assim uma pressão natural exercida de dentro para fora. O egoísmo é
a barreira que bloqueia a expressão deste amor fraterno, mas este amor sendo o
objetivo principal de nossa existência é impossível de ser barrado e continuará
eternamente forçando sua passagem obrigando o egoísta a buscar subterfúgios que
justifique seu desamor. Várias formas de válvulas de escape são usadas pelo
egoísta; alguns se agarram na ardência das paixões carnais, outros se
justificam dizendo que amar é para os inocentes, outros dizem que agem por amor
aos filhos, sem querer enxergar que o maior legado deixado aos seus não são
bens matérias e sim a depuração dos sentimentos que deverá proporcionar um dia
a paz interior e a felicidade real.
Em relação aos
sentimentos sabemos que os iguais se atraem o que levam os egoístas a se
reunirem em torno do egoísmo formando verdadeiras falanges onde uns apoia os
outros nas justificativas de seus desmandos. Aqueles que conseguem uma posição
mais privilegiada dentro do grupo despertam a inveja e a admiração dos outros
que passam a bajula-lo no intuito de conseguir migalhas lançadas pelo mais
abastado, e este por sua vez, considerando esta adoração como uma forma de amor
se sente satisfeito e procura agradar o adorador com as migalhas requeridas
perpetuando assim a máscara emprestada ao verdadeiro amor. É uma troca de
favores, onde o impulso que leva a suposta doação é o interesse próprio e não
amor.
O amor brota da gratidão
assim indiferente dos interesses que regem a relação entre duas ou mais
pessoas, se esta relação for agradável às duas partes ou a qualquer uma delas,
daí pode surgir a gratidão e consequentemente o amor.
A gratidão é um
sentimento da alma e como tal surge de forma espontânea sem passar pelo crivo
da consciência objetiva, assim como os outros sentimentos, a gratidão é de
caráter eterno e tende sempre a crescer se manifestando como amor, podemos
citar como exemplo, o filho ingrato que enquanto seus pais são vivos se rebelam
trazendo aborrecimentos e sofrimentos, mas quando seus pais morrem sentem no
peito a força do arrependimento e só então percebem com tristeza o quanto os
amavam.
Quando no momento do
ato sexual dizemos com frenesi, eu te amo, estamos na verdade pedindo a outra
pessoa que nos ame, e que precisamos dela para continuar a ter acesso ao prazer
que estamos tendo naquele momento, é o contrário do que ocorre quando com carinho
afagamos os cabelos de alguém encostando sua cabeça em nosso colo, isto quer
dizer venha até mim que eu te apoio e te protejo, esta é a manifestação de um
amor mais profundo.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Caminhos do sexo
Comichão na essência de minha alma
Querendo o jeito de fazer que acalma
Se eu fosse anjo consideraria sem nexo
Essa libido ardente gritando por sexo
Canto de sereia que embriaga e seduz
Figura feminina que insinuante conduz
A excitação extrema, caliente, delirante
Desviando o caminho de viajor e viajante
No início nos conduz ao paraíso delirante
Nos cochicha doces palavras de amante
Para depois fortemente nos escravizar
Nos mantendo acorrentados sem libertar
Doce e morna rachadura corada e úmida
Insinuante, dengosa, palpitante e languida.
Mata rala a te proteger a nascente
Triangulo libidinoso quente e palpitante
Quem resistirá impávido a tanta tentação?
Sentindo no cangote o roçar macio da mão!
Quem dirá que nunca teve a honra traída?
Se transformando assim em alma perdida!
Mesmo assim, tu não és a perdição do mundo
Pois traz em se próprio um sentido profundo
Moldado a ferro e fogo um dia serás amor
Nos conduzindo ternamente, nos aliviando a dor
Kleber Lages
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Princípio vital
O princípio vital é um agente, derivado do fluido universal,
que anima a matéria comum a todos os seres vivos. Para que se inicie a vida em um organismo, uma
pequena porção de princípio vital é herdada dos genitores que a disponibiliza
no DNA dos gametas no momento que são liberados.
Qualquer pessoa percebe claramente uma diferença gritante
entre um ser vivo e um objeto inanimado, o ser vivo é animado por um fluido que
organiza e até fabrica as arrumações atômicas do corpo que anima.
Oliver Lodge definiu o fluido vital como: "Que dizer do
éter, que mantém juntos os átomos, que os solda, que é essencial na
configuração característica de um corpo, e que é tão essencial quanto a própria
matéria?
"Geralmente, não nos ocupamos do aspecto etérico de um
corpo: não temos nenhum órgão nem nenhum sentido que nos permita avaliá-lo;
somente percebemos diretamente a matéria. Esta nós percebemos claramente quando
somos crianças, mas ao crescermos, inferimos também o Éter; pelo menos alguns
de nós o fazem.
Sabemos que um certo corpo, tendo uma certa forma, não pode
existir sem as forças de coesão não pode pois existir sem o Éter querendo dizer
por Éter, agora, não a totalidade, mas a sua parte imaterial, a parte que é a
região da tensão, o receptáculo da energia potencial, a substância na qual se
acham embebidos os átomos de matéria. Não apenas existe um corpo material, mas
há também um corpo etérico; ambos coexistem.”
Para melhor entendermos o princípio vital é necessário que
mergulhemos no conceito de mente universal proposto pelos cientistas David Bohm
e Pripram, conceito este que embora sejam aceitos no meio cientifico ainda é
pouco conhecido. Conforme este princípio a mente universal é um holograma, cada
partícula material e espiritual existente está presente em todas as partes do
holograma universal e cada imagem de partícula modificada em uma das partes do
holograma será modificada instantaneamente em todas as imagens desta partículas
contidas no holograma.
Toda essa discussão em torno de hologramas serve para
explicar de forma coerente a atuação dos espíritos na transferência de fluido
vital de um corpo sadio para um corpo mais debilitado que precisa desse fluido.
A doação do fluido tem que ser feita por um médio, isso
porque a natureza vibracional do seu fluido se identifica melhor com a natureza
do fluido exigido pelo corpo debilitado do necessitado.
O fluido espiritual
doado pela entidade desencarnada é de natureza diferente, e só afeta o campo
psíquico do encarnado, no entanto esse fluido serve de transporte para o fluido
animal doado pelo médium.
Nos dois casos o fluido expelido obedece a vontade
das entidades envolvidas, essa vontade geralmente é acionada pelo amor
existente na entidade expelente.
A consciência espiritual tendo a capacidade de observar o
estado atual da entidade necessitada pode melhorar a condição dessa entidade,
modificando seu estado vibracional no holograma. Portanto o passe mediúnico
fluídico é importante para o equilíbrio interior.
Por outro lado o próprio doente tendo a fé necessária também
pode se curar através de sugestões de autohipinose pode-se autorizar seu mentor
a ajuda-lo na manipulação de seu próprio fluido redistribuindo-o de forma mais
adequada.
Esta técnica de autossugestão é uma técnica perigosa, mas
foi adequadamente abordada em minhas publicações anteriores.
Entre o corpo e a alma
Corpo instrumento e oficina da alma
Dotado de luz que te acalma
Receba o esplendor de energia viva
Que seu movimento ativa
Te doou com amor parte de mim
Te convido com ternura para meu festim
Te brindo com o fluido universal
Te dou a vida de forma integral
Alma cativa que sofre e chora
Sem atinar que essa é a hora
Alcançaras enfim a sonhada liberdade
Devendo alcança-la com tua vontade
Tênue luz, ligando corpo e espirito
Essência divina que a te credito
Energia alegre, faceira e vibrante
Que adere a te, mas despreza o diamante
Kleber Lages.
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