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sábado, 6 de junho de 2015

                               


                                             

                                                 TRANSCENDÊNCIA


Este termo para o presente trabalho tem o sentido de ultrapassar os limites do subconsciente ou bloco do nível um, atingindo diretamente a alma e recebendo dela alguma forma de comunicação em nossa mente objetiva, algo como uma intuição anímica.
Esta comunicação em seu estado normal é feita de forma indireta passando por todos os corpos sutis antes de chegar ao cérebro físico, sofrendo influência dos traumas que carregamos e às vezes até oferecendo brechas para entidades mal intencionadas que deseja nos atacar. Assim a transcendência é uma forma de cortar caminho evitando inúmeros aborrecimentos. Para se chegar à transcendência é uma questão de foco e de querer.
A meditação é sempre uma boa opção no começo, depois, com a prática, você aprenderá a seguir seus pensamentos com naturalidade chegando ao seu subconsciente e, mesmo à sua alma sem maiores problemas, mas recomendo que você use os métodos deste livro, são mais cômodos e mais seguros. Naturalmente estou me referindo ao uso do poder do subconsciente que envolve as técnicas psicológicas e da transcendência consciente que explicarei a seguir.
No caso da técnica apométrica, a transcendência é realizada pela equipe que faz o tratamento. São pessoas dotadas de faculdades especiais que possibilitam esta prática.
Geralmente as transcendências nesses casos não são anímicas, ou seja, apesar do contato se realizar com o mundo espiritual, este não acontece necessariamente com a própria alma, acontece com os chamados níveis do paciente ou com entidades que habitam o plano espiritual. 
A transcendência mais objetiva acontece a partir do consciente, mas não pode ter a participação direta deste no momento em que a introspecção é feita,. Esta é uma fase que, dos sentidos mais objetivos, apenas a atenção deve se usada e deve estar sendo focada nos olhos que devem permanecer bem abertos como se estivesse tentando enxergar dentro de si próprio. Geralmente nos momentos de choques muito impactantes, em termo de sentimentos, a pessoa age automaticamente desta forma, às vezes buscando resposta, e às vezes buscando conforto.
Na fase subsequente a abertura dos olhos com o foco de atenção dirigido, a consciência é acionada, frequentemente com uma sensação de calma. Uma inspiração é percebida pela consciência objetiva, mas esta resposta nem sempre é instantânea. Em grande parte dos casos a resposta vem depois quando a pessoa já se esqueceu do assunto. Este é um recurso muito usado por cientista, poetas e compositores, e é o que estou usando agora para escrever este texto.
Na transcendência feita a partir do subconsciente, um nível mais profundo, a resposta dificilmente acontece de forma instantânea. É uma técnica que requer mais cuidado, pois é feita a partir daí, a sede dos traumas e seu subconsciente lançará mão de todos os recursos para te responder, por isto cuidado com o texto que vai usar, ele será o comando principal a partir do qual todas as ações vão ser tomadas. Este comando tem que ser bem especifico deixando claro o tipo de resposta que deve ser gerada. Você pode começar sua transcendência por algo até mais concreto que sua mente, pode começar por seu corpo. não olhe para ele mantenha seus olhos abertos, mas imagine e sinta a batida do seu coração, imagine seus órgãos internos trabalhando, afinal é a maquina que você habita e que representa seu ser no mundo físico. Depois que tomar consciência do seu corpo vá subindo até seus olhos e comece a enxergar seu interior através deles.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PORQUE RACIOCINAMOS TÃO POUCO



Passamos meses e até anos a fio sendo levados por nossos traumas. Quando temos que mudar de emprego ou mudar de local de trabalho, mesmo que seja na mesma empresa, é “um Deus nos acuda”, nossa vida vira uma bagunça- ficamos nervosos, esquecemos as coisas, nosso rendimento cai, e nossa disciplina diária “vai por água abaixo”. Tudo isso acontece porque temos que formar novos quadros compostos de novos cenários e novas pessoas, mas infelizmente não fazemos isto de forma consciente enquanto estamos presos aos nossos traumas. O que nos falta não é a disposição para pensar, não pensamos porque não temos acesso suficiente á nossa porção maior de consciência que está em nossa alma.
Além de todo o mar de traumas que temos de atravessar para alcançar esta consciência maior, temos a tendência de buscar a comodidade em todas as situações, um erro grave que afeta diretamente a lei do trabalho e, consequentemente, a lei do progresso.
Assim, quando mudamos nossa rotina, em vez de criarmos novos padrões de pensamentos, buscamos simplesmente reorganizar os anteriores. Na prática, se você, em seu itinerário anterior, passava diariamente em frente a uma igreja e fazia o sinal da cruz; em seu novo itinerário quando você passar em frente à outra igreja, fará o mesmo sinal, mas você não estará se limitando ao movimento das mãos. Naquele momento todas as emoções que envolvia a situação anterior voltará a sua mente ou se você em seu antigo local de trabalho procurava alguém para desabafar, em seu novo local de trabalho irá fazer a mesma coisa e tentar viver as mesmas situações e emoções anteriores enredadas ao quadro traumático que você construiu, na maioria das vezes, de forma inconsciente.

Não somos seres irracionais, mas vivemos mais de cultura e traumas do que de raciocínio. Vivemos mergulhados em uma quimera que nos mantêm bitolados sempre nos mesmos objetivos, mantendo sempre os mesmos padrões de pensamentos que os criou. Isto de certa forma ainda é útil em uma sociedade onde quase cem por cento de seus membros não consegue pensar de forma inteligente, uma vez que com a pequena porção de consciência que usamos, já fazemos besteira de sobra. Só o conhecimento e a meditação para a busca dos sentimentos nobres livrarão os homens deste sombrio porão que é seu próprio subconsciente. Esclarecido este ponto não é difícil imaginar quanto sofrimento os traumas podem potencializar sem que você perceba. Não é só na carga emocional que, os quadros traumáticos acumulam em si, por associação, mas também por quadros carregados em nós pela sociedade através da cultura e dos nossos antepassados.