Translate

Mostrando postagens com marcador céu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador céu. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O amor divino


O Amor


O amor se auto alimenta, é um ciclo vicioso que quanto mais se doa mais ele cresce, e quanto mais cresce, mais se sente a necessidade de doação, é uma doação divina às consciências que navegam pelo universo a bordo de gigantescas naves denominadas planetas e estrelas.
Em troca do amor divino apenas uma exigência; querer ser igual ao criador, a partir desse querer surge a humildade a resignação o contentamento e todas as outras qualidades derivadas do divino criador. É claro que tudo que existe, existe no criador e foi criado por ele. chamamos as  qualidades de divinas apenas com o intuito de ser românticos e abrilhantar a existência de Deus, pois foi ele que tudo criou com sua equipe divina de cristos e outros auxiliares, e não há outro criador além dele,  é claro também que tudo que foi criado de bom, e do que ainda sentimos a necessidade de chamar de mau, foi criado em função de nossa evolução moral, fomos criados simples e ignorante e a partir daí passamos a desenvolver o egoísmo, o orgulho, a vaidade e outros defeitos morais que tanto abominamos, mas que na realidade podem ser considerados qualidades em certas circunstancias em determinado patamar evolutivo, em nossa origem quando éramos ainda canibais, o que chamamos hoje de egoísmo poderia ser considerado uma qualidade pois o egoísmo de hoje não está mais tão associado a crueldade e a injustiça como naquela época, esse egoísmo evoluiu como qualidade e continuará a evoluir até alcança um patamar de desapego, e mesmo nesse patamar continuará a evoluir, pois o amor quer sempre ajudar mais e mais e quer sempre crescer mais e mais, embora pareça antagônico o desapego e o egoísmo, temos aqui premissas que nos indica um determinado limite que quando ultrapassado esse limite, o egoísmo passa a servir o amor, o amor é mestre em todos os aspectos e engloba todas as qualidades e como já podemos perceber a denominação de qualidade e defeito depende do momento e da situação que o observador analisa, o que é seu defeito hoje, foi qualidade no passado, e o que são suas qualidades hoje são defeitos para seres superiores e o serão também para você no futuro, portanto não odeiem seus defeitos eles já foram e ainda são uteis para você, apenas não se apeguem a eles corrija-os com todas as suas forças, afinal estamos estagiando nessa escola chamada terra para evoluir, com conhecimento com amor ou com sofrimento, como dizia chico Xavier, “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”, quem não aprende com amor aprende com a dor.
Em todos os pontos do universo as consciências existentes e em evolução tiveram a mesma orientação, levadas pelos emissários divinos, ”amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, esse sublime sentimento é a mais pura ligação das consciências existentes com o ser supremo, mesmo nós, seres humanos que tivemos origem animal.
Deus é amor puro e a Ele nada podemos acrescentar, a coisa que mais agrada a Deus vinda de seres humanos é a vontade que temos de ser igual a Ele e é tudo que Ele nos pede, nascemos e existimos Nele, crescemos com suas doações, portanto a Ele nada podemos oferecer, já que o próprio amor se origina em Deus, apenas nossa vontade é nossa, como fruto de nosso livre arbítrio, e essa vontade quando direcionada para as coisas de Deus provoca nas esferas divinas concertos com harpas e clarins, tocadas a luz do amor e da ternura em acolhimento ao filho prodigo que a casa retorna.
Entre os vários aspectos do amor um há de se destacar por ter o poder de mudar o mundo, a misericórdia derivada da compaixão que por sua vez é um impulso do amor, é sem dúvida uma das mais nobres qualidades divinas a ser perseguida pelo ser humano, sem a misericórdia não há nada só a desordem, a desolação e o sofrimento, sem ela sofre o ser humano, sofrem os animais, e os planetas nem existiriam pois, que tudo foi criado pela misericórdia divina.
“Deus é amor” e, consequentemente, a Sua única atitude pessoal para com os assuntos do universo é sempre uma reação de afeto divino. O Pai ama-nos o suficiente para outorgar-nos a Sua vida. Ele faz o Seu sol se levantar para os maus e para os bons, e Ele envia a chuva aos justos e aos injustos”.
É errado pensar que Deus possa ser persuadido a amar os Seus filhos, por meio de sacrifícios feitos pelos Seus Filhos, ou pela intercessão das Suas criaturas subordinadas, pois o Pai, Ele próprio, nos ama”. É em resposta a essa afeição paternal que o Pai envia os maravilhosos Guardiões para assistir as mentes dos homens.
O amor de Deus é universal; “todos aqueles que quiserem podem vir. Ele gostaria que todos os homens se salvassem pelo conhecimento da verdade. Ele não deseja que nenhum homem pereça.
“Os Criadores são os primeiros a tentar salvar o homem dos resultados desastrosos das suas tolas transgressões às leis divinas. O amor de Deus é, por natureza, uma afeição paterna; em consequência, algumas vezes, Ele “nos disciplina, para o nosso próprio bem, para que possamos ser partícipes da Sua santidade”. Mesmo durante as mais duras das vossas provações lembrai-vos de que “em todas as nossas aflições, Ele aflige-se conosco”.
Deus é divinamente bondoso com os pecadores. Quando os rebeldes retornam à retidão, eles são recebidos com misericórdia, “pois o nosso Deus perdoará abundantemente”. “Eu sou Aquele que apaga as vossas transgressões, para o Meu próprio bem, e Eu não me lembrarei dos vossos pecados. ” “Atentai para a forma de amor que o Pai nos dedica, a nós, para que fôssemos chamados de filhos de Deus. ”

(O livro de Urantia pg. 43)

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Porque crucificamos jesus



Sendo a verdade um dos maiores patrimônios que Jesus nos deixou fica fácil imaginar porque Ele foi tão cruelmente assassinado.
Vários são os aspectos da verdade, e geralmente cada pessoa carrega sua própria verdade que sustenta seus sentimentos de egoísmo ou desapego, uma verdade fundamental é eterna e reconhecida instantaneamente pelo espírito preparado, intelectualmente ou moralmente para reconhece-la, fica fácil comprovar isso pela durabilidade e credibilidade das palavras do Cristo ditas a mais de dois mil anos, sendo que os conceitos humanos caem por terra em décadas ou até mesmo em menos tempo.
Os falsos conceitos que geralmente servem apenas ao egoísmo e ao orgulho conseguem atingir apenas as camadas mais superficiais da mente humana, não podendo serem aceitas mais profundamente onde se chocam com os princípios divinos advindos do espírito divino colocado em nós por Deus, do espírito santo e do espírito da verdade implantado em cada ser humano por Jesus.
A verdade torna-se um porto seguro não apenas por ser eterna, mas também por ser fundamental e indispensável para felicidade do homem, a consciência que acusa estará sempre acusando uma mentira, ao passo que o conceito em acordo com a consciência sempre confirmará uma verdade proporcionando paz e sossego.
A beleza da verdade sempre será inconfundível não só por se identificar perfeitamente com a alma remetendo a uma paz duradoura, mas também pela harmonia e segurança contida em si mesma. A beleza é um sentimento interior que traz a luz da consciência, um sentimento de prazer e paz.
Sendo jesus uma pessoa de verdades fundamentais jamais poderia escapar de represaria em uma sociedade que vivia de aparências servindo ao orgulho ao egoísmo e a vaidade, assim crucificaram-no por interesses que serviam as castas sociais da época, como veremos mais detalhadamente a seguir.
Jesus é um espírito que se propôs descer ao planeta Terra para mostrar aos homens o caminho que leva a felicidade eterna. Obviamente não merecia e não precisava ser crucificado como foi. Poderia muito bem ter cumprido sua missão e retornado a sua morada eterna sem maiores problemas, mas a humanidade mesmo tendo sido visitada por Moisés e outros pregadores não adquiriu o ritmo evolutivo de outros planetas de sua idade e natureza atômica. A programação original da data da vinda do Cristo coincidia com a data que Ele encarnou no planeta, mas os habitantes da terra usando do livre arbítrio haviam atrasado seu nível evolucionário, naturalmente a morte de jesus por assassinato ocorreria, também em outras épocas, de uma ou de outra forma, a crucificação ocorreu por ser a forma como os condenados a morte eram executados na época. Essa condenação ocorreu porque jesus pregava conceitos conflitantes com os interesses da elite política e econômica da época como seria ainda hoje se alguém com o seu carisma viesse a falar de amor e igualdade entre os homens.
Na época que jesus veio ao planeta, o sinédrio julgava todos os crimes, incluindo o de blasfêmia que geralmente se resumia em atos e pregações que feriam os interesses políticos e econômicos da elite, o sinédrio em várias ocasiões chegou a colocar espiões entre os discípulos de jesus tentando conseguir elementos para condena-lo por blasfêmia, “Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que agora acabai de ouvir a sua blasfêmia. ”
(Mateus 26:65)
Levantaram-se, porém, alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e Ásia, e discutiam com Estêvão;
10- E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava.
11- Então, subornaram homens que dissessem: Temos ouvido este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus.
12- Sublevaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio.
13- Apresentaram testemunhas falsas, que depuseram: Este homem não cessa de falar contra o lugar santo e contra a lei;
14- Porque o temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu.
(Atos 6:12-14)
Embora esse texto no geral possa dar a impressão que a vinda e morte do Cristo seguiu a ordem natural das coisas, gostaria de chamar a atenção do leitor para o parágrafo que cita o atraso de nosso planeta em relação a outros orbe irmãos e em relação aos quais não conseguimos manter o mesmo nível evolutivo. Temos informações seguras originadas na espiritualidade maior que nos afirmam que a vinda de entidades a outros planetas não ocorreu com tanta turbulência e crueldade como descrê, por exemplo, o livro de urantia.
“Quando os Filhos auto-outorgados, Criadores ou Magisteriais, passam pelos portais da morte, eles ressurgem, ao terceiro dia. Mas vós não deveríeis nutrir a ideia de que eles sempre têm o trágico fim que teve o vosso Filho Criador, que visitou o vosso mundo, há cerca de dezenove séculos. A experiência extraordinária e estranhamente cruel, pela qual Jesus de Nazaré passou, levou Urântia a ser conhecida no universo local como o “mundo da cruz”.
“Não se faz necessário que um tratamento tão desumano seja dispensado a um Filho de Deus; e a grande maioria de planetas tem dispensado a eles uma recepção de muito maior consideração, permitindo a eles terminar as suas carreiras mortais, encerrar a época, julgar os sobreviventes adormecidos e inaugurar uma nova dispensação, sem
impor-lhes nenhuma morte violenta. Um Filho auto-outogado deve encontrar a morte, deve passar por toda a experiência real dos mortais dos reinos, mas, que essa morte seja violenta ou incomum, não é um quesito do plano divino. ” (Livro de Urantia pg. 241)
“Então começou o reconhecimento administrativo da pequena e insignificante esfera, destinada a ser o planeta no qual, subseqüentemente Micael engajar-se-ia no empreendimento estupendo da auto-outorga mortal, participando das experiências que levaram Urântia (planeta terra) a tornar-se localmente conhecida desde então como o “mundo da cruz”.
É um fato que, de alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, Jesus teria tido que se despojar do corpo mortal, da sua encarnação nessa carne, mas ele poderia ter cumprido essa tarefa de inúmeros modos, sem que fosse necessário morrer em uma cruz entre dois ladrões. Tudo isso foi um feito do homem, não de Deus.
(Livro de Urantia pagina 2086).

Atributos

Descido do céu infinito
Um amor infinito sem fim
De uma doçura da qual jamais se enjoa
Ternura sem fim e sem objetivo
Amor incondicional a todo elemento
Candura que brilha como gota de orvalho
Paz que acalma e sossega o coração
Luz que resplandece e clareia
Caminho verdade e vida para as almas
Sabedoria transcendente e infinita
Doce e eterna compaixão
Atributos mínimos citados…
De um ser supremo que um dia…
Nos visitou.


Kleber Lages

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Lei da ação e reação



            
            Considero esta máxima adequada ao tema do subtítulo, pois é exatamente assim que ocorre, cada um tem aquilo que merece, e ao contrário do que muitos imaginam Deus ou os espíritos não montam um tribunal para julgar os atos do homem, as coisas acontecem de forma automática, para cada ação uma reação, se alguém aplica a força necessária na cabeça do prego ele perfura a madeira e se por displicência ele erra o prego e acerta o dedo com certeza irá sentir a dor em consequência de sua distração, ser distraído não é pecado mas o treinamento da concentração nos será necessário pela eternidade, por isso existem mecanismos como este para nos forçar a prestar atenção no que necessitamos fazer. As situações deste tipo são infinitas, mas todas existem em função de nossa evolução moral e intelectual.
             Os obsessores são outro exemplo disso, são eles desafetos de vidas passadas que vieram nos cobrar o debito, pelas maldades que fizemos a eles.
          Analise por exemplo esta situação. Recebemos de Deus todo amor e atenção que estamos preparados para assimilar, assim com humildade aceitando as leis naturais, ou com o sofrimento gerado pelo orgulho, crescemos cada vez mais em luz e amor. Pelas características naturais de doação que o amor tem, a luz e o amor que adquirimos servirá de adubo para o crescimento de nossos irmãos mais atrasados é uma energia que desprendemos, mas o amor tem outra característica, quanto mais se doa mais ele aumenta no doador, assim quanto mais você doa mais você terá.
            A luz divina, o conhecimento e o amor começam em Deus, vai para jesus e daí vai descendo, sendo canalizada, não podendo ser bloqueada; quanto mais se doa para baixo e para os lados mais se recebe do alto, é matemático, é lei da ação e reação.
           Vamos supor que você adota um filhote de gato ou outro animal, doa a ele energia em forma de alimento amor e carinho, você não vai querer vê-lo crescer alegre e saudável? eu acredito que sim; a mesma coisa é você fazer um compromisso com nosso pai maior em ajudá-lo a criar nossos irmãos menores, aliás ninguém tem a opção de não participar desta cadeia de luz, a diferença é que a luz é maior e aumenta com mais velocidade para aquele que está mais no topo da cadeia, não é uma cadeia alimentar como a que acontece na natureza entre presa e predador. É um processo onde todos ganham porque o amor gera amor mas só com a doação da própria luz é possível produzir mais luz.
           Assim aquele irmão que você ajuda a criar você quererá vê-lo feliz, não só pelo reflexo da lei de perpetuação da espécie, mas também pelo poder do amor fraterno que você carrega.
Para haver amizade entre as pessoas e não apenas conhecimento, companheirismo, coleguismo, é necessário que os amigos vibrem na mesma frequência espiritual ou que estejam próximos em termos de frequências.
          As criaturas que vivem de acordo com a compreensão da interdependência dos seres, emitindo Amor, sentem felicidade, e o contrário acontece com os que emitem ingratidão, egoísmo ou orgulho.
A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida se olharmos para frente. (Provérbio sioux)
         Olhar para trás olhar para frente são muito adequadas para a vida humana, sendo a primeira para se avaliar se houve ou não progresso espiritual e a segunda para se continuar progredindo nesse sentido.
          Como também situações adversas acontecem por força da ignorância: como nos informa Luiz Guilherme em “viver no mundo sem ser do mundo”
 O egoísta acredita que, centralizando nas próprias mãos uma série de benefícios, estará fortalecido contra as agressões ou egoísmo dos demais, quando, na verdade, a Lei Divina estabelece que é dando que se recebe e que procurai em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua Justiça e tudo o mais lhes será acrescentado.
 O ingrato não consegue entender o quanto recebe dos outros para se tornar aquilo que de melhor é e atribui todos os méritos a si próprio. Trata-se de um ignorante quanto à interdependência dos seres, “pobres de espírito” no sentido pior da expressão.
 O orgulhoso se atribui qualidades superiores, quando se trata de outra forma de ignorância, pois o próprio Jesus, Divino Governador da Terra, afirmou: “De Mim mesmo nada posso. ” Na verdade, todo Poder emana de Deus, sendo mais poderoso quem melhor sintoniza com Ele.
 A ingratidão representa um defeito grave, dos mais graves, pois enfraquece o elo de ligação entre nós e as demais criaturas. Um ser, por exemplo, que não tem simpatia pelos animais, deixa de permutar com eles energia saudável, que lhe daria saúde e felicidade. Outro que é indiferente às plantas, da mesma forma. Outro ainda que não é sensível às belezas dos mares, rios, montanhas etc., da mesma maneira. Quanto mais aqueles que detestam a presença de pessoas!
             Se você vive sempre no Bem, nunca deixe que o medo dos maus o domine, pois a vida é sua e ninguém pode invadir sua individualidade psíquica, sua realidade interna é seu espaço sagrado.
           O tempo todo emitimos e recebemos matéria psíquica, competindo-nos filtrar esse material para fazer o Bem, evitando o Mal.
            A regra é clara e não deve ser ignorada nos momentos da vida, em qualquer tempo ou lugar: saber que somos todos interligados pelas emanações mentais é imprescindível para procurarmos conviver, interagir, aprender e ensinar. Nós não somos seres humanos em uma jornada espiritual: somos seres espirituais em uma jornada humana.

           Ninguém deve isolar-se na ingratidão, no egoísmo e no orgulho, mas sim aprender o que ignora e ensinar o que sabe, com boa vontade e naturalidade.


                ação, aceitar, amar, amizade, amor, amor o, auto, autoconhecimento, céu, depressão, divisor, energia, paixão harmonia, par, paz, poder, porque, prazer

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Conheça a alma de Deus em você -filosofando


Deus em nosso ser



              

 Deus destacou um pedacinho Dele para habitar em nós, esse ser é mais que imagem e semelhança de Deus, é uma cópia Dele, porém sem os poderes ilimitados do criador, pois obviamente não necessitaremos desses poderes ilimitados tão cedo, conforme evoluímos espiritualmente e vamos ficando com a natureza igual a desse ser em nós, esses poderes também vão evoluindo na medida que precisamos para nosso avanço nessa doce aventura em direção ao criador.
Deus destacou um pedacinho Dele para habitar em nós, esse ser é mais que imagem e semelhança de Deus, é uma cópia Dele, porém sem os poderes ilimitados do criador, pois obviamente não necessitaremos desses poderes ilimitados tão cedo, conforme evoluímos espiritualmente e vamos ficando com a natureza igual a desse ser em nós, esses poderes também vão evoluindo na medida que precisamos para nosso avanço nessa doce aventura em direção ao criador.
               Acho útil nominar esse ser em nós para que tenhamos uma referência, e uma compreensão mais clara durante a confecção e leitura do texto, o chamarei de espírito divino, por ser um espírito, e por ser divino.
               Talvez seja difícil imaginar um ser tão puro e de tão alta vibração interagindo com algo tão rude e primitivo como o ser humano, mas Deus é sabedoria infinita e para tudo tem uma solução, assim essa interação não ocorre de forma direta, temos o dom da intuição e intuição é uma das ferramentas que o espírito divino usa para nós orientar, além de outras formas indiretas infinitas utilizadas.
                Quando me refiro à forma indireta, estou falando de nossa consciência da presença e da atuação do espírito divino, temos consciência de nossa existência porque podemos prova-la constantemente, mas a existência de Deus pode ser comprovada para cada um de nós apenas com a religiosidade e a fé, ainda é impossível para ciência humana provar cientificamente que Deus existe. Textos filosóficos podem nós iluminar fracamente sobre esse tema, mas também não pode fornecer nenhuma prova cabal.
               Uma das ferramentas mais usadas pelo espírito divino para promover a interação entre Deus e o homem no planeta terra, é o amor, como exemplo mais visível podemos citar o amor de mãe, quem é mãe sabe que quando seu filho está em perigo ela sente às vezes até com antecedência que algo de ruim está para acontecer, essa é uma situação de intuição, não sendo ainda uma forma direta, pois a mãe não tem a consciência clara de onde e de como está vindo esse sinal.
                Todo amor que existe no universo prove de Deus, mas esse amor é individualizado em nós através do espírito divino, conforme veremos no decorrer deste texto.
               Para termos a consciência clara de Deus só existe uma forma; o conhecimento raciocinado do nosso caminho religioso, o entendimento da natureza de Deus, de sua conduta e de sua forma de agir sentir e pensar, portanto não podemos conhecer a deus tão cedo, mas os principais conhecimentos em relação à natureza de Deus já foram entregues a humanidade através do seu filho Jesus, e esses conhecimentos já são suficientes para nos levar à presença do pai maior.
               A certeza que temos da existência de Deus é religiosa, portanto é uma realidade potencial e não uma vivência consciêncial, a religiosidade, no entanto nos faz perceber que transcendemos além da condição de animal com vivência apenas instintiva, observando o amor fraternal concluímos que somos muito mais do que isso e que estamos caminhando em direção a algo bem maior, se pensarmos que a humanidade já viveu a inquisição, com pessoas sendo queimadas vivas; a escravidão, com pessoas sendo propriedades de outras pessoas; a crucificação com inocentes sendo pregados na cruz, entre outras barbaridades; concluímos também que estamos evoluindo em passos largos, em relação à eternidade. Reclamamos hoje da corrupção na política, quando no passado reclamávamos das correntes presas aos pés, claro que estamos longe de termos a sociedade ideal, muitas lutas ainda hão de serem travadas, mas estamos caminhando e isso é essencial.
               A religiosidade é o primeiro passo em direção a Deus e é iniciada em nós pelo espírito divino que nos habita.
               Essa parte de Deus em nós não é uma cópia infiel apenas no quesito de poderes ilimitados, esse espírito divino que nos habita também não tem uma personalidade definida, uma individualidade universal que o tornará único no universo, essa personalidade é desenvolvida no decorrer de milênios na convivência entre nossa alma e o espírito divino habitante, conforme nossa alma vai se desenvolvendo, e fazendo cada vez mais a vontade de Deus, vamos ficando mais parecido com o espírito divino e vamos nos fundindo a ele naturalmente, vamos ficando cada vez mais com o pensamento e a natureza de Deus, por fim seremos  seres individuais diferenciados pelas experiências únicas que cada personalidade viverá no decorrer de seu desenvolvimento.
               Toda experiência vivida na formação de uma personalidade fica registrada na mente da personalidade e no espírito divino que a habita, como não podemos ter contado direto com Deus essas experiências serão conhecidas por Ele através do espírito divino de cada um de nós. Essas experiências em si não formam a personalidade, mas associam-se aos sentimentos bons ou ruins conforme os pensamentos e atos envolvidos na experiência, esses sentimentos associados aos registros de pensamento e ações é que formarão a personalidade humana, assim conforme vamos adaptando nossa forma de pensar e de agir, á vontade de Deus, vamos nos aproximamos cada vez mais Dele.
               Para nos situarmos melhor devemos perceber que nossa personalidade sobrevivente não será absorvida pelo espírito divino, mas o espírito divino será integrado como parte dessa personalidade quando a mesma estiver nos meandros do paraíso divino e não precisar mais frequentar a carne se arrastando penosamente por superfícies materiais de autos graus gravitacionais.

Habitante angelical

De coração aberto e com esplendor universal
Recebo esse doce habitante angelical
Amoroso Pai de carinho, compaixão e luz
Que ao caminho de pétalas conduz

Para nos salvar dos pecados, da dor da cruz
Ofereceu-nos a vida de seu filho Jesus
Resgatando-nos da fenda abismal
Livrando nossos corações do mal

Faz-nos vibrar, no bem, com ternura e com ardor.
Ó doce e amado pai eterno de puro amor
Nos contemple com a dádiva de vosso espírito
Nos oriente em vosso caminho bendito

Acolha-nos senhor em vosso ventre bonito
Livra-nos ó pai do delito
Aquece-nos docemente com seu calor
Acolha com carinho nosso louvor

Que vibremos como as cores e as asas do colibri
Que amemos a inocente criança que sorri
Acolhemos em nosso seio, o próximo, com ternura.
Percebamos na beleza a pureza e a candura

Elevemos nossas mãos ao céu de luz, das alturas.
Brindemos nossa alma, pela sua alvura.
Que possamos nossos pecados corrigir
Agradecendo ao grande pai por existir


Kleber Lages

sábado, 6 de junho de 2015

                               


                                             

                                                 TRANSCENDÊNCIA


Este termo para o presente trabalho tem o sentido de ultrapassar os limites do subconsciente ou bloco do nível um, atingindo diretamente a alma e recebendo dela alguma forma de comunicação em nossa mente objetiva, algo como uma intuição anímica.
Esta comunicação em seu estado normal é feita de forma indireta passando por todos os corpos sutis antes de chegar ao cérebro físico, sofrendo influência dos traumas que carregamos e às vezes até oferecendo brechas para entidades mal intencionadas que deseja nos atacar. Assim a transcendência é uma forma de cortar caminho evitando inúmeros aborrecimentos. Para se chegar à transcendência é uma questão de foco e de querer.
A meditação é sempre uma boa opção no começo, depois, com a prática, você aprenderá a seguir seus pensamentos com naturalidade chegando ao seu subconsciente e, mesmo à sua alma sem maiores problemas, mas recomendo que você use os métodos deste livro, são mais cômodos e mais seguros. Naturalmente estou me referindo ao uso do poder do subconsciente que envolve as técnicas psicológicas e da transcendência consciente que explicarei a seguir.
No caso da técnica apométrica, a transcendência é realizada pela equipe que faz o tratamento. São pessoas dotadas de faculdades especiais que possibilitam esta prática.
Geralmente as transcendências nesses casos não são anímicas, ou seja, apesar do contato se realizar com o mundo espiritual, este não acontece necessariamente com a própria alma, acontece com os chamados níveis do paciente ou com entidades que habitam o plano espiritual. 
A transcendência mais objetiva acontece a partir do consciente, mas não pode ter a participação direta deste no momento em que a introspecção é feita,. Esta é uma fase que, dos sentidos mais objetivos, apenas a atenção deve se usada e deve estar sendo focada nos olhos que devem permanecer bem abertos como se estivesse tentando enxergar dentro de si próprio. Geralmente nos momentos de choques muito impactantes, em termo de sentimentos, a pessoa age automaticamente desta forma, às vezes buscando resposta, e às vezes buscando conforto.
Na fase subsequente a abertura dos olhos com o foco de atenção dirigido, a consciência é acionada, frequentemente com uma sensação de calma. Uma inspiração é percebida pela consciência objetiva, mas esta resposta nem sempre é instantânea. Em grande parte dos casos a resposta vem depois quando a pessoa já se esqueceu do assunto. Este é um recurso muito usado por cientista, poetas e compositores, e é o que estou usando agora para escrever este texto.
Na transcendência feita a partir do subconsciente, um nível mais profundo, a resposta dificilmente acontece de forma instantânea. É uma técnica que requer mais cuidado, pois é feita a partir daí, a sede dos traumas e seu subconsciente lançará mão de todos os recursos para te responder, por isto cuidado com o texto que vai usar, ele será o comando principal a partir do qual todas as ações vão ser tomadas. Este comando tem que ser bem especifico deixando claro o tipo de resposta que deve ser gerada. Você pode começar sua transcendência por algo até mais concreto que sua mente, pode começar por seu corpo. não olhe para ele mantenha seus olhos abertos, mas imagine e sinta a batida do seu coração, imagine seus órgãos internos trabalhando, afinal é a maquina que você habita e que representa seu ser no mundo físico. Depois que tomar consciência do seu corpo vá subindo até seus olhos e comece a enxergar seu interior através deles.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

CORAGEM DA FÉ



A fé requer coragem no sentido de divulgação da verdade. Se temos a fé espiritual necessária sabemos que a vida real é a vida eterna que está no espírito, assim esse será sempre o seguimento favorito, a escolha deve ser a favor da verdade espiritual, mesmo que isso fira os interesses materiais. Negar a verdade quando a conhecemos é negar a Jesus, e conforme as palavras do Cristo, aquele que o negar aqui na Terra será negado por ele diante do Pai Eterno depois do desencarne.
O correto é sentir alegria quando formos perseguidos por causa da verdade, a recompensa nos níveis consciências mais altos serão grandes, pois estaremos trabalhando para o progresso da humanidade e para o nosso próprio, exercitando o amor ao próximo, à abnegação e a resignação, desde quando aceitamos as consequências com confiança em Deus, sem reclamar.
A fé para que tenha o cunho de inabalável deve ser testada sob o crivo da ciência, isso quer dizer que quanto mais adquirimos conhecimentos sobre as leis universais, mais fortalecemos nossa fé, pois passamos a entender como as coisas realmente funcionam, inclusive para que se cumpra o primeiro e o maior dos mandamentos que é “amar a Deus sobre todas as coisas”.
 É absolutamente indispensável que se tenha fé, pois é impossível amar qualquer coisa na qual não acreditamos na existência.
Não só a lei do amor está intimamente vinculada a fé, mas também todas às outras leis. A descrença no progresso, por exemplo, nos renegaria a uma animosidade fora do comum, nos deixando prostrado sem um movimento útil sequer. O poder da fé é infinito e Jesus deixa isto muito claro quando afirma no livro de são Matheus. Quando Jesus disse: “vinde a mim os cansados e oprimidos que eu vos aliviarei”, estava se referindo, em parte, à fé; porquanto quando se tem fé em uma vida futura mais promissora se encara com mais resignação e humildade as dificuldades da vida, sentindo menos os efeitos do sofrimento, além de não sentir a dor do orgulho ferido.

Como já foi dito, a fé não está relacionada apenas com a religião, todas as ações que realizamos no nosso dia a dia requer um determinado grau de fé, se não acreditarmos em um empreendimento ou em um evento qualquer não nos ocuparemos em tentar realizá-lo. Quanto mais se tem fé mais se trabalha com afinco e dedicação na realização de qualquer coisa.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Transmutando sentimentos



            A sede do sentimento é o coração. Um aperto no peito pode ser indicio de uma paixão, uma melancolia depressiva ou de um eminente infarto. Nesse último caso o problema é físico e a característica da dor sentida denunciará isso, o entupimento da veia acionou os nevos que carregando sinais elétricos até o cérebro transmitiu a necessidade da dor, portanto esse é um processo que teve início com um sinal químico, mas quando essa dor trata-se de paixão percebemos claramente que nossa mente foi ativada primeiro e o pensamento ativou depois o coração, portanto a dor da paixão teve início com  uma onda de pensamento que é bem mais abstrata que um sinal químico, um teve como pontapé inicial a fisiologia do corpo, o outro a fisiologia da alma, nos dois casos o processo passou pelo cérebro e foram comandados pelo espirito, a diferença é que o sinal químico veio de fora ou do físico ativando o cérebro; enquanto que a onda de pensamento acionou o espirito a partir do cérebro, sendo então a dor do infarto uma sensação física e a dor da paixão uma sensação espiritual, embora os dois processos tenha sido comandados pelo espirito.
           As emoções são expressões dos sentimentos, ativadas pelo espirito, e várias são as situações que podem desencadear as emoções, quando vemos, por exemplo, alguém parecido com a pessoa que amamos essa imagem traz lembranças, e junto com essas lembranças vem as emoções que podem provocar em nós um leve tremor. O sentimento é mais sutil que o pensamento e este é mais sutil que o tremor, o que ocorre então é uma progressão vibracional, transformando o sentimento em tremor físico, ou em rubor no caso de vergonha, ou em palidez no caso de medo etc.
           Cada espirito encarnado ou desencarnado tem um nível de vibração especifico sentindo de forma individual os impactos vibracionais, tudo depende da nobreza de sentimentos de cada um, se o espirito é portador de sentimentos mais elevados, as emoções serão suaves, e até mesmo prazerosas no sentido angelical, quanto mais nobre nossos sentimentos mais felizes e contentes seremos, evidentemente o contrário ocorre àqueles que tem sentimentos mais próximos dos instintos.
           O bom estado vibracional dos espíritos é de suma importância no momento de receber ajuda divina, pois as leis de Deus trabalha a favor de quem as segue, não que outros também não serão amparados, afinal somos todos filhos de Deus, mas aquele que segue as leis será amparado com conforto espiritual e brindado com a taça da felicidade, enquanto que quem nada contra a maré terá sempre alívios apenas paliativos e temporários.

Qual o limite da paixão?


           Quando falamos de paixão, não estamos falando de amor fraterno, são duas coisas diferentes que muita gente costuma confundir, a paixão está mais ligada aos instinto sexual e aos vícios, o futebol é um exemplo disso, gera nas pessoas de instintos mais primitivos a incitação à violência dentro e fora dos estádios, quando estamos apaixonado por uma pessoa o que move esta paixão são os interesses materiais ou o instinto sexual, ao contrário do amor que é um sentimento profundo que vem da alma e é movido pelo desejo, e até mesmo pela necessidade, de ajudar o outro, em nosso estagio evolutivo só a alta análise pode definir o limite da paixão em cada um, o que deve-se definir é o quanto a relação está te fazendo sofrer, o amor traz alivio para a alma conota doçura delicadeza e bem estar interior, enquanto a paixão é mais impetuosa carregada de desconfianças, ciúmes e sentimento de posse, provoca disputas entre os casais provocando sofrimento e desgastes nos dois. Resumindo; a paixão é derivada do instinto, e o amor é uma evolução da paixão.

Eliminando o egoísmo

          Perceba o quanto de egoísmo existe na paixão; ciúmes, sentimento de posse entre outros.  
O egoísmo é derivado no sentimento de conservação e preservação da espécie e é a origem de todos os outros sentimentos como; a vaidade, o orgulho a ingratidão etc. o sentimento de conservação não é nada mais que o gostar de si mesmo, o auto amor, só que este amor original faz referência ao espirito, mas quando o espirito começa suas encarnações esse auto amor é transferido para o eu pessoal em formação e para o corpo material, nesse ponto já si caracterizando como egoísmo e não mais como amor.
         O que temos a fazer é voltar as raízes, através da meditação, e curar o egoísmo ainda como instinto de conservação e preservação da espécie. Resgatar o amor ao espirito quando o espirito ainda não havia encarnado. Hoje não temos mais necessidade de auto defesa para sobreviver, basta confiar na espiritualidade, segurar seu emprego e estar preparado para aceitar o sofrimento como forma de evolução moral se for necessário. Devemos transformar o egoísmo em sentimento de amor e gratidão ao criador e dedicação à obra de Deus.
        Devemos Ir eliminando no percurso da regressão todo sentimento de culpa, levando em consideração a ignorância que tinha nosso espirito até então, e a necessidade dessa ignorância e do sofrimento por ela gerado, para o endurecimento do espirito no bem.    

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Como amar a si mesmo

            
          O primeiro amor que deve ser conquistado e aumentado ao máximo é o amor verdadeiro a si mesmo para depois expandir esse amor ao próximo, há muitas vezes, porém uma grande confusão em vários aspectos entre gostar si e amar a si mesmo, muitas pessoas cultuam o próprio corpo conseguindo delineá-lo de forma satisfatória chegando até mesmo as vias do narcisismo, como podemos perceber com certa clareza, esse é um sentimento movido pela vaidade e não pode ser um amor verdadeiro.
            Outro engano comum é gostar de si mesmo por atitudes consideradas inteligentes que levam a conquistas materiais, esse sentimento é movido pela ambição e pelo egoísmo, o que também descaracteriza-o como amor verdadeiro.
       Quando amamos nosso próximo, a emoção mais frequente em nós é a compaixão que nós compele a ajuda-lo em momentos de maior sofrimento, geralmente por não estarmos preparados para atitudes diferenciadas que levaria esse próximo a um melhoramento espiritual, tomamos medidas paliativas, como a ajuda material que acalma momentaneamente o sofrimento. É uma atitude louvável, mas não é a mais apropriada, pois sabemos que todo sofrimento humano é consequência direta de um defeito moral, assim temos que incentivar a pessoa a si curar moralmente para, no futuro, o mal não volte a atormenta-lo.
        No âmbito moral a ajuda mais viável para nós encarnados é o ensinamento de uma doutrina cristã que leve a pessoa a entender o porquê do seu sofrimento, além de fervorosas orações feitas com fé e amor que levará essa pessoa a mudar de atitude em relação a seu comportamento moral, é claro que tudo isso só surte efeito se a pessoa querer, do contrário nada de positivo acontecerá. Quando jesus disse faça da tua parte que te ajudarei, a única coisa que ele nos pediu foi que tivéssemos vontade de conseguir, é desta forma que nosso querer é essencial para que tenhamos o merecimento do alivio de um sofrimento.
       Ainda citando jesus quero lembra-lo de uma de suas máximas mais conhecidas, “amar ao próximo como a si mesmo”, portanto fica claro para quem está pronto para entender, que o verdadeiro amor a si mesmo faz referência a alma e seus problemas existenciais que são exatamente os problemas morais.
         O amor tem um ciclo que começa e termina na própria pessoa, se você se ama estará apto a amar ao próximo, e amando ao próximo você receberá de volta mais amor, a intensidade com que você recebe esse amor que vem do próximo será a mesma com que você o ama, é como uma bola de ping-pong, com a mesma intensidade que você arremessa ela é rebatida. Portanto se você que ser amado primeiro terá que amar, porque se você odeia fatalmente será odiado.
         Esse conceito de amor tão sabiamente e amplamente divulgado por jesus, para nós hoje tem uma ampla significação, entendemos porque amar a Deus sob todas as coisas, pois é ele o criador de tudo que existe, incluindo nós, entendemos também porque amar os animais e a natureza, pois precisamos de um planeta saudável para viver.
         Enquanto o homem amar a riqueza e o poder mais que a natureza, o planeta será exaurido em seus recursos se tornando inabitável no decorrer dos anos.
          Então devemos amar a Deus, amar a nós mesmos, amar os animais e amar a natureza, devemos amar em todos os tempos; verbais e cronológico.



Conjugando o verbo amar


Perfeita colibri que, suavemente cobre a flor
Se cobrindo de pólen para a flor germinar
Cumprindo as leis naturais com amor
Conjugando com harmonia o verbo amar

Delicadas mãos que estende o sagrado pão
Mendigo faminto prostrado com ardor
Alimento oferecido pela compaixão
Cidadão terreno conjugando o amor

Sentimento divino nos vestindo com louvor
Nos levando ao paraíso de alegria e luz
Nos ensinando a conjugar o amor
Com doçura, a caminho seguro nos conduz

Vestindo manto sagrado como a mãe de jesus
Sentimento nobre de alegria multicor
É a bondade de Deus que como ouro reluz
É a conjugação mais simples do verbo amor!


Kleber Lages 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

RAZÕES DE NOSSO SOFRIMENTO




No intuito de esclarecer um pouco mais sobre as razões de nossos sofrimentos gostaria de lembrar que somos regidos pela lei da ação e da reação- tudo que você faz de ruim ou de bom será atraído pra você mais tarde, em alguns casos, através dos registros em nosso subconsciente, como está sendo amplamente discutido aqui. Além disso, levando em consideração a característica de nossa mente, em relação ao fato dos iguais se atraírem e dos opostos se repelirem, podemos pensar da seguinte forma: sempre que através da reforma íntima depuramos nossos defeitos morais, integramos ao nosso ser, energia positiva sendo que esta está depurada até seu ultimo estágio e não se transforma mais, ou seja, de todas as energias que envolvem nosso mundo interior e exterior, o amor é a mais pura, não tendo mais para onde evoluir, motivo pelo qual tem sua natureza intransmutável. É este sentimento também o ápice de nossa evolução moral, o amor fraterno que conquistamos passa a ser eterno em nós e quanto mais porções deste amor formos agregando, mais nos aprimoramos na função de nossa natureza divina, que é assessorar o pai na construção do universo.
Este é um caso ambíguo no sentido de quanto mais se tem mais se recebe.
 A agregação de amor a sua natureza divina sempre te oferecerá ferramentas mais eficientes para agregar mais amor, e o melhor é que você não precisa entender como e nem o porquê isto acontece para fazer acontecer. O amor por ser uma energia de instância final, rege a si próprio. Suas leis são cíclicas sempre levando o amor a gerar e acumular mais amor, e esta é uma das setas da ambiguidade do amor neste sentido. No mesmo sentido, mas de forma paralela, o amor se acumula também quando obedecemos ao impulso gerado pela expressão do amor. Se você se sente penalizado com a situação de alguém e tenta ajuda-lo, este ato elevará a potência do seu amor interno, além de te trazer outros benefícios mais concretos- por um lado você despertará gratidão no interior do beneficiado e esta é um sentimento que mais cedo ou mais tarde sempre traz retorno, ao mesmo tempo esta ação ficará gravada também na memória cósmica, que detalharemos posteriormente.
Estas situações permitindo o acréscimo de algo a quem já tem, pode de forma ilusória nos remeter a ideia de injustiça, mas na verdade todo este esquema obedece a uma regra da lei da ação e reação, onde os iguais se atraem como já foi dito. É uma condição indispensável para nosso acesso à felicidade real conforme orientação do nosso mestre Jesus em “amar ao próximo como a se mesmo”. Desta forma, não existe injustiça, pois todos serão beneficiados mais cedo ou mais tarde, dependendo da intensidade da vontade de cada um.
Todo este pensar em torno do amor talvez desfoque alguns leitores da discussão original deste tema que te recordo não é o amor, é nosso sofrimento. Quem quiser se aprofundar mais no tema Amor, pode ir direto ao capítulo que trata das leis naturais.
Voltemos então ao porque do nosso sofrimento. Como dizia eu no início da discussão, no caso dos sentimentos os iguais se atraem, e isto serve também para os sentimentos negativos como no caso do egoísmo, onde se aplicam as mesmas leis do amor expostas acima; ou seja, quanto mais você dá razão às expressões do sentimento de egoísmo mais este egoísmo cresce dentro de você e mais egoísmo você atrai. Já tendo explicado como e porque isto ocorre nos parágrafos acima, não me aprofundarei muito no tema para não parecer repetitivo. Tudo isso exposto então, pense na seguinte situação: aquele que tem muitos defeitos morais sofre mais, e ainda tem muito que sofrer para alcançar o objetivo de sua alma, que é imagem e semelhança de Deus, tendo por este motivo como objetivo, amar para ser feliz; aquele que tem mais qualidades morais, já percorreu um maior trecho do caminho e, portanto, já aprendeu mais, e tem menos a sofrer. Perceba que sempre que me referir aqui à felicidade ou sofrimento estarei falando da alma e não do conforto ou desconforto material,- são duas coisas diferentes, como disse muito bem o mestre “dai a César o que é de César”, ou seja, dai a carne o que é da carne, e ao espírito o que ao espírito pertence.
O conforto material na maioria das vezes é gerado pelo supérfluo e conquistado pela força da ambição e do orgulho, que tanta humilhação e sofrimento trazem ao próximo, ao contrário da paz de espírito que requer o equilíbrio interno gerado pela certeza de que se está trilhando o caminho reto. Neste caso, a consciência espiritual cobra o erro cometido, tendo assim, o faltante, consciência do erro que está gerando seu sofrimento.
No caso do conforto material gerado pela ambição, a própria ambição já é um erro e como não pode coexistir o erro com a consciência espiritual, as leis naturais promovem esta cobrança de forma inconsciente, assim o faltante nunca saberá por que está sofrendo, pois se admitir que a ambição é um erro, terá que abandoná-la, o que acarretará na perda de ganhos secundários para o subconsciente e de ganhos materiais já conquistados.
Em nosso interior o que determina o grau de sofrimento é a pressão interna exercida pelos nossos sentimentos negativos. São como um bloqueio a ser furado para alcançar o objetivo de nossa alma. Este equilíbrio não existe entre o bem e o mal, existe sim na eliminação do mal em função do bem; assim sofre mais quem preserva os sentimentos mais próximos dos instintos, sendo mais feliz aquele que se aproxima mais do amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

 Note, porém, que estamos falando aqui da existência da alma e não das personalidades desenvolvidas pelo espírito em cada encarnação. Como já sabemos essas personalidades só existem em função do espírito, e até o momento que agregam valores a este, a partir daí serão aparadas suas arestas lapidando-as a ferro e fogo conforme a dureza da natureza de cada uma. O mal causa o sofrimento gerando nas inconsequentes consciências mal instruídas, o potencial da crueldade animalesca do ser humano, enquanto o bem gera o equilíbrio nos levando ao alívio que nasce na tranquilidade da paz de espírito.