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sábado, 20 de setembro de 2014

A ORIGEM DO AMOR



Toda afinidade ou toda atração é uma forma de amor, inclusive a atração entre os átomos e o equilíbrio gravitacional entre o sol e a terra.
O sexo deve ser um ato de amor, é através dele que construímos o instrumento para encarnação de novos espíritos que amamos protegemos e alimentamos como filhos.
Quando os raios de sol atingem a terra faz sua fecundação proporcionando o crescimento da planta e garantindo nosso alimento, este é um ato de infinito amor do criador pela humanidade, fornecendo alimento a seus filhos, membros de sua família divina. Com que outro proposito criaria Deus este complexo sistema solar?
Os espíritos incluindo a alma humana são criados como seres superiores para que tenham os devidos recursos que nos permitirão auxiliar um dia o criador na administração cósmica, Jesus que um dia já foi um espirito simples e ignorante hoje é o administrador da terra, depois de decorrido o devido tempo de sua evolução espiritual.
Referi-me anteriormente a união entre os átomos como uma espécie de amor; devemos entender que o amor injetado neste processo não ocorre individualmente no momento em que está acontecendo esta união atômica, ou seja, se neste momento uma molécula de agua está se unindo a outra para formar uma corrente, o amor aí representado está sendo injetado automaticamente, não está sendo criado para esta união especifica, este amor provavelmente representado nos fótons emitidos pelos elétrons dos átomos desta união, foram criados pela inspiração divina transmitidos no momento em que este processo foi inventado.
Explicando;                                                              
Os átomos são formados por várias camadas circulares tendo no centro o núcleo e em volta deste núcleo, as camadas, cada uma dessas camadas é povoada por uma determinada quantidade de elétrons, sendo que o equilíbrio é alcançado pelo átomo que tem sete elétron em sua última camada, assim aquele que traz cinco elétron em sua última camada atraem para se, outros átomos buscando completar os sete elétrons necessários para seu equilíbrio interno entre suas camadas de elétrons e seu núcleo. Grosso modo é assim que ocorre a atração entre os átomos. Acontece que essa forma de equilíbrio nos átomos gera entre outras coisas a matéria com a qual lidamos em todos os momentos de nossas vidas e que é indispensável para nossa sobrevivência. Toda matéria criada desta forma, foi criada pensando em nós devendo servir de instrumentos para nossa evolução, tudo que nos rodeia então foi criado por amor a nossa evolução e é este amor que está depositado em cada átomo do universo e de forma mais evoluída está dentro de cada um de nós.
Esta é a origem do amor que como podemos perceber gerou o universo e os espíritos encarnados e desencarnados que nele habita.
 Quem criou o átomo foi um grupo de espíritos altamente desenvolvidos que apesar de ter o amor em se, não o criou. Este grupo de espíritos foi criado por alguém de quem herdou este nobre sentimento. O amor é independente e se auto alimenta promovendo seu próprio crescimento.
Pegando como exemplo o grupo de espirito citado acima; Deus criou esses espíritos e depositou neles a semente do amor, esses espíritos com sua vontade e livre arbítrio desenvolveu esta semente transformando-a no mais puro amor, que gerou novas sementes que foram depositadas em nós no momento que fomos criados, nossa missão é desenvolver esta semente transformando-a em amor que gerará novas sementes. Desta forma o amor está em todos e em tudo permeando os céus e a terra, ligando cada ser pela força do magnetismo. A natureza deste magnetismo ainda não pode ser conhecida pelo homem, mas podem ser percebidas em cada relação existente na natureza, e pode ser sentidas nas expressões de suas mais intimas e nobres essências que são; a piedade, a caridade, a humildade entre tantas outras qualidades morais.
Portanto meus irmãos valorize quem vos criou, cultive o alimento de vossa matéria, mas cultive também o alimento de vossa alma que é o amor.
Espirito Agamêmnon   
 Quando, no espaço, um sol, como qualquer núcleo com seu cortejo planetário, encontra-se com outro sol ou núcleo e seu cortejo planetário, o resultado é sempre o mesmo: a formação de nova individuação, quer seja sistema cósmico ou químico. No primeiro caso se individuará novo vórtice, novo “Eu” astronômico, que se desenvolverá segundo uma linha, a espiral que — vê-lo-emos — é a trajetória típica de desenvolvimento de todos os movimentos fenomênicos. No segundo caso nascerá, pelo choque dos núcleos e pela emissão de elétrons do sistema, novo indivíduo atômico. Se isso ainda não apareceu em vosso relativo, vós o chamais de criação

terça-feira, 22 de julho de 2014

Prazer sexual e depressão


            O prazer carnal tem determinado o destino de milhões e milhões de seres humanos, vários são os casos de obsessões gerados por desvarios sexuais, além disso, um dos traumas mais profundos que existe é o gerado pelo estrupo.
          O estuprador esquece o que fez, mas a vítima jamais esquece a violação que sofreu, uma profunda impressão fica cravada em sua alma, por ser ela a principal afetada pela violência sexual.
            O ato sexual foi criado com o objetivo de se transformar em amor e perpetuar a espécie. A função de perpetuação da espécie é apenas uma das características do quadro evolutivo do ser humano, que com a transmutação do instinto sexual em amor, deverá levar o ser humano a um patamar cada vez mais gratificante na administração cósmica.
          Sendo assim no decorrer da vida do espirito o instinto sexual vai se depurando gradativamente na medida em que sua experiência de vida aumenta.
            No início da existência humana o ato sexual forçado não causava um grande impacto, pois o instinto sexual ainda pouco desenvolvido como sentimento, se encontrava em sua forma primitiva, embora já com fortes indícios de nobreza emprestado pela associação com o instinto de preservação da espécie. Explicando melhor, paralelamente o egoísmo gerado na luta pela sobrevivência faz com que uma mãe considere sua propriedade, a cria que gerou em seu ventre, levando-a a um ciúme extremo, fazendo-a acreditar ser a cria uma parte de si mesma. Este sentimento é na verdade uma faísca de amor herdada do criador que se desenvolverá na medida em que o egoísmo vai sendo eliminado.
          Diante do exposto, podemos definir então, o ato sexual como um importante instrumento para a evolução humana, o que implica o envolvimento direto da lei da ação e reação aplicada a cada ser respeitando sempre o grau evolutivo individual, assim se a pessoa tem o instinto mais primitivo não conseguirá dominá-lo e, portanto dificilmente conseguirá agir de forma consciente já que este instinto está diretamente ligado a vontade do ser, e como sabemos geralmente somos impulsionados pela vontade e não pela razão, desta forma acabamos com a mente atabalhoada cometendo atos impensados que provocarão reações impetuosas nas vítimas afetadas. Essas reações têm como alvo o infrator que sofrerá o impacto da energia negativa liberada pela revolta da vítima.
          No entanto, se este instinto já tiver sofrido a alquimia necessária para se transformar em amor o trato com o semelhante será mais suave, mais agradável, o que provocará uma reação de gratidão e na maioria das vezes até de ternura. Como podemos perceber as duas situações levam a evolução, embora de formas diferente; o amor gera o amor, que gera o prazer constante, alicerçado na paz interior que provoca, já a violência gera violência, que gera o sofrimento causado pela desordem interna do ser.
Uma das mais graves consequências da desordem interna gerada é a depressão, doença de difícil tratamento que afeta a alma.
          O primeiro sinal de depressão é o desinteresse pelo sexo, e tudo que leva o depressivo ao isolamento social como: desesperança, angústia, tristeza, pessimismo entre outras coisas. Se a pessoa opta por remédios antidepressivos o problema sexual persiste, pois essas drogas costumam inibir a libido, desta forma o ímpeto sexual da pessoa é inibida a força, quando o mesmo não consegue fazê-lo de forma racional, e isto sem dúvida é útil no estado evolutivo em que se encontra nosso planeta.
      Os espíritos mais embrutecidos precisam estar encarnados em nosso meio para que tenha um aprendizado adequado à sua evolução, ao mesmo tempo os que já avançaram um pouco mais nesse processo precisam aplicar os benefícios conseguidos naqueles que mais precisam desses benefícios, ou seja, a pessoa afeiçoada ao sexo ao ponto de prejudicar o próximo acaba tendo duas formas de aprendizado, ou pelo amor seguindo o exemplo dos mais moderados e aceitando seus conselhos e sua atenção, ou pela dor enfrentando os rigores da lei em respostas a seus atos cometidos, e no caso da lei humana falhar, as leis da mente cumprem esse papel gerando problemas como depressão.
          Outro recurso frequentemente usado nesse processo, de forma corretiva, são as doenças sexualmente transmissíveis, por mais que a pessoa tente evitá-las, quando o excesso cometido é muito grande acaba havendo um relaxamento, e quando menos espera a pessoa se contamina. Em alguns casos a pessoa é inapelavelmente condenada à morte, como no contágio de doenças incuráveis como a AIDS e o suicídio levado a cabo por força da depressão, isso acontece quando o espirito se torna muito obstinado de forma em que o meio onde está encarnado não tem mais condições de oferecer o suporte necessário para seu retorno ao caminho do bem. Este é o caso de doenças incuráveis, não enquadrando aí o suicídio, que é um ato deliberado contra a própria vida.
          Recentemente a universidade estadual da Califórnia fez um estudo envolvendo 3.900 voluntários entre 18 e 25 anos, 11% desses voluntários fizeram sexo casual, sem nenhum envolvimento sentimental, e justamente esses 11% apresentaram manifestações psicológicas relacionadas com a depressão.
Em minha opinião, do ponto de vista espiritual esses 11% apenas apresentaram barreiras morais em níveis menos elevados que os outros revelando também um vazio a ser preenchido por valores morais, vazio este que essas pessoas tentaram preencher na busca pelo prazer imediato, mas satisfeito os desejos, este vazio aumentou, pois o que incomodava na realidade não era o desejo sexual em si, mas a falta de valores capazes de trazer um sentido mais profundo para vida.   

3.2 Felicidade


Sinal claro de paz, calma e harmonia.
Doce sorriso revelando suave alegria
Resplandecendo luz como magia
Transformação interior de alquimia

Selo de candura que faz renascer
Sabedoria infinita que faz crescer
Transmutando ignorância em saber
Se realizando na oração e no fazer

Candura divina na alma que alivia
Trazendo profundo amor e harmonia
Descendente direto da sabedoria
Despertar iluminado de um novo dia

Balanço tranquilo a acalentar
Como leve roçar de brisa a soprar
Equilíbrio perfeito a me abalizar
Alegre sol multicor a me iluminar

Sussurro da consciência com magia
Algo como nobre justiça e democracia
Saber maior gerado pela teosofia
Reino de gloria e de pura soberania

Aconchego protetor que o amor agasalha
Amor representando forte muralha
Resultado sublime de forte batalha
Que profunda marca na alma entalha

Anuncio de aplausos como luzes da ribalta
Colorido brilhante que de repente assalta
Como silêncio reinante em noite alta
Bem universal maior que ouro e prata


Kleber Lages Dutra

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O que é depressão

            

        A depressão sendo ela grave ou não é sempre um quadro complexo composto por vários fatores psicológicos, orgânicos, hormonais entre outros. O depressivo geralmente carrega uma tristeza imensa, em alguns casos, sem causa aparente, vive angustiado e sem esperança, com sensação de desamparo, falta de entusiasmo e sentimento de impotência diante da vida.
            Geralmente a sensação mais angustiante produzida pela depressão é a tristeza profunda, motivo pelo qual devemos estar atentos a este sentimento, é normal sentirmos tristeza, mas quando esta perdurar por um longo período, busque ajuda, pode ser um quadro depressivo que se instalou.
           Alguns transtornos de personalidade estão mais diretamente propensos a causar quadros depressivos graves, entre eles; personalidade dependente: a pessoa sente necessidade de proteção, concorda com tudo o que os outros dizem, não consegue se cuidar sozinha, sente-se desamparada, é indecisa nas escolhas, precisa constantemente de aprovação, se sente um fracassado, tem tendência a autodesvalorização, todas essas são características da personalidade dependente.
         Personalidade borderline: tem problemas com a própria identidade, paranoias, instabilidade de humor, autoagressão.
         Personalidade ansiosa: sentimento de inferioridade, medo de desaprovação, insegurança, medo de ser criticado.
        De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) realizado em 18 países, o Brasil é o País que mais tem casos de depressão, 850 mil pessoas morrem de depressão por ano.
Um depressivo pode apresentar variados tipos de sintomas, os mais comuns são; mau humor, dificuldade de concentração, tristeza, indisposição, dores de cabeça, falta de vontade de viver, angustia, irritabilidade, ansiedade, falta de fé, sentimento de abandono, sentimento de inferioridade, baixo autoestima, pessimismo, tendência ao suicídio, insônia, perda de apetite, aumento de apetite, entre outros. Mas o depressivo não costuma apresentar todos esses sintomas, o grupo de sintomas apresentado por cada um varia de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas como tristeza, ansiedade e mau humor são comuns a todos.
Dependendo da gravidade do quadro depressivo a ajuda de um profissional é indispensável para o tratamento, embora se as técnicas aqui sugeridas forem empregadas de forma correta e com a aplicação da fé necessária o problema poderá ser resolvido entre você, seus familiares e amigos.
         O poder para resolver qualquer problema em sua vida está dentro de você basta usá-lo corretamente, este poder é sua própria alma que é imagem e semelhança de Deus.
     A ação de hormônios liberados pela depressão podem também exercer influencias decisivas no definhamento mental e corporal do depressivo, veja abaixo trecho de uma publicação da revista FABESP Nº 197.
        Há tempos se sabe que em cada episódio leve ou intenso de estresse, provocado por um perigo real ou imaginado, o organismo reage liberando o hormônio cortisol. Produzido por glândulas situadas sobre os rins e lançado na corrente sanguínea em pequenas quantidades e por pouco tempo, o cortisol aumenta os batimentos cardíacos, eleva a pressão arterial e acelera a produção de energia. Enfim, prepara o corpo para fugir do perigo ou enfrentá-lo. Mas, em doses altas e por períodos prolongados como pode acontecer antes das crises, o cortisol começa a lesar os órgãos, entre eles o cérebro (Pesquisa FAPESP n° 129).
     Pouco tempo atrás pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos verificaram que, no interior das células cerebrais, em especial os neurônios, os níveis elevados de cortisol danificam as mitocôndrias, compartimentos em que o açúcar dos alimentos é convertido em energia. E danos nas mitocôndrias significam problema na certa. Elas produzem 85% da energia que as células consomem para se manterem vivas.
      Ainda que de modo indireto, o excesso de cortisol faz surgirem poros nas paredes das mitocôndrias, por onde vazam compostos tóxicos que avariam os lipídeos e as proteínas e alteram a estrutura da molécula de DNA no núcleo das células. Toda essa transformação aciona os mecanismos de apoptose, a morte celular programada.
     Por meio de uma técnica que permite avaliar as milhares de proteínas produzidas pelo organismo em certo momento, o biólogo brasileiro Daniel Martins de Souza, pesquisador do Instituto Max Planck para Psiquiatria, na Alemanha, também obteve indícios de que o funcionamento dessas organelas está alterado nas doenças psiquiátricas. Em especial, na depressão verificou diferenças na fase final da produção de energia, a chamada fosforilação oxidativa ou respiração celular, que ocorre no interior das mitocôndrias. As consequências dos danos às mitocôndrias não se restringem às células.
      Os compostos liberados por elas alcançam a corrente sanguínea e ativam proteínas do sistema de defesa que disparam a inflamação, como a interleucina-6 (IL-6), a interleucina 10 (IL-10) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa). Chegando ao cérebro, essas proteínas ativam outras reações bioquímicas que causam a morte de mais neurônios. Segundo Kapczinski, esse processo realimenta a destruição celular, reforçada por outro fenômeno típico do transtorno bipolar: a superprodução do neurotransmissor dopamina, que também aciona a apoptose.
      Certamente há hormônios também que combatem esse mal, pesquisas cientificas vem comprovando que as emoções positivas liberam hormônios que combatem a depressão, hormônios neurotransmissores como serotonina, dopamina e oxitocina melhoram o humor, promovem o relaxamento muscular aliviando a tensão e bloqueando a dor, a descoberta mais recente é a oxitocina, um neurotransmissor liberado em grandes quantidades nas relações sexuais e durante o parto e a amamentação, por este motivo é chamado de hormônio do amor.
      Um trabalho divulgado pela Universidade da Concordia, no Canadá, constatou que a oxitocina torna a pessoa mais confiante. Sabe-se ainda que ela pode ser a encarregada de ativar o sistema de recompensa do corpo, estimulando a produção de dopamina, atrelada à sensação de motivação, e diminuindo o nível de estresse. A serotonina regularia todo este mecanismo.
      O resultado final da equação: bons sentimentos + produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar é um indivíduo mais feliz e menos propenso a doenças como depressão e problemas cardiovasculares.

Este é um dos motivos que aplicaremos bastante em nossas técnicas o uso do pensamento positivo.