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sábado, 31 de janeiro de 2015

Realidade

            

           Nossa realidade é a realidade interna é o que acreditamos ser verdadeiro, é o conjunto de nossas sensações, emoções e de todos os registros que temos dentro de nós adquiridos através dos cinco sentidos e através da intuição, é o resultado de tudo que vivenciamos.
             Estamos falando da realidade espiritual, da consciência divina que é uma verdade imutável que leva à evolução moral, sendo esta a única realidade possível, já que tudo mais é passageiro, apenas o que conseguimos integrar com fé inabalável a nossa consciência e que favorece a nossa evolução moral é permanente.
          A consciência passageira é real apenas para aqueles que acredita nela, o assassino pode acreditar que matar é certo por ter desenvolvido uma lógica diferente em sua mente objetiva, esta logica será sempre baseada nos conhecimentos que adquiriu no decorrer da existência de sua personalidade atual, se este assassino já adquiriu em vidas passadas a consciência de que matar é errado esta consciência favorece sua evolução e por isso é permanente, embora não esteja presente na realidade que está sendo formada nesta encarnação, esta consciência existe como parte indelével de seu espirito, pois toda evolução moral é integrada ao espirito de forma permanente.
              No caso do assassino, que mencionamos acima, o fato dele ter adquirido em vidas passadas a consciência de que matar é errado não quer dizer que nesta encarnação não praticará mais este ato, alguns fatores internos são relevantes para que isso ocorra ou não, o amor fraterno é um desses fatores, já que pela natureza do amor pressupõe-se que quem ama não mata, mas essa máxima também não é inteiramente real, pois depende sempre da intensidade desse amor em contrapartida a intensidade do orgulho que a pessoa ainda carrega dentro de si, é relativamente comum hoje em dia a ocorrência dos crimes passionais nos casos de adultério ou de rompimento da relação por um dos parceiros, neste caso não se comete o crime por amor e sim por orgulho.
             Tudo que adquirimos de bom no campo sentimental em uma encarnação passa a fazer parte de nosso espirito e o que se adquire de ruim no desenrolar da vida do indivíduo vai sendo substituído ou simplesmente eliminado, isso ocorre ou pelo sofrimento ou pelo conhecimento.  Para que se possa entender melhor a problemática da consciência objetiva e subjetiva é importante conhecer melhor os conceitos de mental superior e inferior, ou consciência objetiva e subjetiva, como já podemos perceber consciência objetiva é o que acreditamos ser verdade baseado nos conhecimentos adquiridos na encarnação que estamos vivendo e consciência subjetiva são os conhecimentos adquiridos em encarnações anteriores e que foram integrados ao ser de forma permanente por favorecer ou dar suporte aos bons sentimentos.
           A consciência maior que o ser humano deve alcançar é o amor fraterno, por ser este sentimento a essência de toda criação permanente. O conhecimento adquirido em qualquer circunstância pode ser integrado ao espirito de duas formas; pela fé cega, ou pela lógica, podemos acreditar que uma coisa é verdadeira se acreditarmos cegamente em quem nos afirma que esta coisa é verdadeira, claro que aqui não estamos falando apenas de confiar nesta pessoa, mas de acreditar também na capacidade intelectual e nos conhecimentos desta pessoa.
Em muitos casos acreditamos que uma coisa é verdadeira porque jesus falou, mas na realidade jesus pode não ter falado tal coisa, ou quem escreveu pode ter alterado essa verdade, mas mesmo assim acreditamos, isto porque essa certeza vem na verdade de sabedoria adquirida em vidas passadas, são conhecimentos já integrado de forma permanente á nosso ser, mas para quem não consegue perceber de forma convincente a lógica na existência de vidas passadas fica difícil entender de onde vem tanta certeza, então acredita-se ´porque jesus falou, sendo isso apenas uma justificativa para o acreditar no que não consegue explicar de outra forma.
             Devemos ter sempre em mente que o conhecimento é apenas um instrumento e deve ser usado com sabedoria e para sabedoria, explicando melhor, se conhecemos tudo sobre a caridade, mas não aplicamos esse conhecimento, então isso não é sabedoria é apenas conhecimento, se este saber for aplicado para transformações dos sentimentos, no momento de sua aplicação é sabedoria, quando a transformação proposta pela aplicação do saber ocorre e eleva os sentimento em nobreza esse saber se transforma em consciência permanente, de fato não praticamos a caridade apenas por conhecer seu valor, mas pelo impulso do sentimento de piedade emitido pelo amor, então conhecer a caridade é conhecimento, transformar esse conhecimento em amor é sabedoria.  
               A questão da lógica é um pouco mais complexa, requer a consciência do conhecimento da própria pessoa, não podendo ser levado em consideração o conhecimento de terceiros, já que o pensante deve reunir e interligar verdades já internalizadas, a dificuldade de se ter consciência objetiva dos próprios conhecimentos vem da questão de sintonia vibracional nossa realidade subjetiva é construída de energias bem mais sutis do que a realidade captada por nossos cinco sentidos e levadas a nosso cérebro por sinais químicos, nossa realidade interna é baseada em sentimentos enquanto que nossa realidade objetiva só pode interpretar pensamentos e emoções. 
            A realidade é a consciência do que acreditamos ser a verdade, por isso cada um tem uma forma diferente de ver o mundo, sendo que a consciência do mundo espiritual é a consciência de Deus, é o modo de Deus pensar e fazer as coisas, esta é uma realidade que jamais alcançaremos, pois nunca estaremos preparados para entendermos uma realidade absoluta, nossa realidade será sempre em relação ao que acreditamos ser verdadeiro.

              Muitas pessoas acreditam só no que podem ver e tocar esta é sua realidade, seu mundo real é o mundo material, e quando desencarnam não conseguem entender porque a matéria deixa de ter importância em sua vida. Este espirito terá um longo caminho de sofrimento e dor para entender e assimilar uma nova realidade, uma realidade onde o que realmente importa são os sentimentos, neste momento várias muralhas aparentemente intransponíveis surgirão, entre as mais graves estão; o orgulho, o egoísmos, os espíritos que foram prejudicados e que querem cobrar suas dívidas etc. nossa realidade absoluta também existe e é comum a todos os espíritos é a sabedoria que já explicamos em parágrafos anteriores, quem não tiver assimilado direito este conceito é importante que releia o parágrafo. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O que é depressão

            

        A depressão sendo ela grave ou não é sempre um quadro complexo composto por vários fatores psicológicos, orgânicos, hormonais entre outros. O depressivo geralmente carrega uma tristeza imensa, em alguns casos, sem causa aparente, vive angustiado e sem esperança, com sensação de desamparo, falta de entusiasmo e sentimento de impotência diante da vida.
            Geralmente a sensação mais angustiante produzida pela depressão é a tristeza profunda, motivo pelo qual devemos estar atentos a este sentimento, é normal sentirmos tristeza, mas quando esta perdurar por um longo período, busque ajuda, pode ser um quadro depressivo que se instalou.
           Alguns transtornos de personalidade estão mais diretamente propensos a causar quadros depressivos graves, entre eles; personalidade dependente: a pessoa sente necessidade de proteção, concorda com tudo o que os outros dizem, não consegue se cuidar sozinha, sente-se desamparada, é indecisa nas escolhas, precisa constantemente de aprovação, se sente um fracassado, tem tendência a autodesvalorização, todas essas são características da personalidade dependente.
         Personalidade borderline: tem problemas com a própria identidade, paranoias, instabilidade de humor, autoagressão.
         Personalidade ansiosa: sentimento de inferioridade, medo de desaprovação, insegurança, medo de ser criticado.
        De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) realizado em 18 países, o Brasil é o País que mais tem casos de depressão, 850 mil pessoas morrem de depressão por ano.
Um depressivo pode apresentar variados tipos de sintomas, os mais comuns são; mau humor, dificuldade de concentração, tristeza, indisposição, dores de cabeça, falta de vontade de viver, angustia, irritabilidade, ansiedade, falta de fé, sentimento de abandono, sentimento de inferioridade, baixo autoestima, pessimismo, tendência ao suicídio, insônia, perda de apetite, aumento de apetite, entre outros. Mas o depressivo não costuma apresentar todos esses sintomas, o grupo de sintomas apresentado por cada um varia de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas como tristeza, ansiedade e mau humor são comuns a todos.
Dependendo da gravidade do quadro depressivo a ajuda de um profissional é indispensável para o tratamento, embora se as técnicas aqui sugeridas forem empregadas de forma correta e com a aplicação da fé necessária o problema poderá ser resolvido entre você, seus familiares e amigos.
         O poder para resolver qualquer problema em sua vida está dentro de você basta usá-lo corretamente, este poder é sua própria alma que é imagem e semelhança de Deus.
     A ação de hormônios liberados pela depressão podem também exercer influencias decisivas no definhamento mental e corporal do depressivo, veja abaixo trecho de uma publicação da revista FABESP Nº 197.
        Há tempos se sabe que em cada episódio leve ou intenso de estresse, provocado por um perigo real ou imaginado, o organismo reage liberando o hormônio cortisol. Produzido por glândulas situadas sobre os rins e lançado na corrente sanguínea em pequenas quantidades e por pouco tempo, o cortisol aumenta os batimentos cardíacos, eleva a pressão arterial e acelera a produção de energia. Enfim, prepara o corpo para fugir do perigo ou enfrentá-lo. Mas, em doses altas e por períodos prolongados como pode acontecer antes das crises, o cortisol começa a lesar os órgãos, entre eles o cérebro (Pesquisa FAPESP n° 129).
     Pouco tempo atrás pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos verificaram que, no interior das células cerebrais, em especial os neurônios, os níveis elevados de cortisol danificam as mitocôndrias, compartimentos em que o açúcar dos alimentos é convertido em energia. E danos nas mitocôndrias significam problema na certa. Elas produzem 85% da energia que as células consomem para se manterem vivas.
      Ainda que de modo indireto, o excesso de cortisol faz surgirem poros nas paredes das mitocôndrias, por onde vazam compostos tóxicos que avariam os lipídeos e as proteínas e alteram a estrutura da molécula de DNA no núcleo das células. Toda essa transformação aciona os mecanismos de apoptose, a morte celular programada.
     Por meio de uma técnica que permite avaliar as milhares de proteínas produzidas pelo organismo em certo momento, o biólogo brasileiro Daniel Martins de Souza, pesquisador do Instituto Max Planck para Psiquiatria, na Alemanha, também obteve indícios de que o funcionamento dessas organelas está alterado nas doenças psiquiátricas. Em especial, na depressão verificou diferenças na fase final da produção de energia, a chamada fosforilação oxidativa ou respiração celular, que ocorre no interior das mitocôndrias. As consequências dos danos às mitocôndrias não se restringem às células.
      Os compostos liberados por elas alcançam a corrente sanguínea e ativam proteínas do sistema de defesa que disparam a inflamação, como a interleucina-6 (IL-6), a interleucina 10 (IL-10) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa). Chegando ao cérebro, essas proteínas ativam outras reações bioquímicas que causam a morte de mais neurônios. Segundo Kapczinski, esse processo realimenta a destruição celular, reforçada por outro fenômeno típico do transtorno bipolar: a superprodução do neurotransmissor dopamina, que também aciona a apoptose.
      Certamente há hormônios também que combatem esse mal, pesquisas cientificas vem comprovando que as emoções positivas liberam hormônios que combatem a depressão, hormônios neurotransmissores como serotonina, dopamina e oxitocina melhoram o humor, promovem o relaxamento muscular aliviando a tensão e bloqueando a dor, a descoberta mais recente é a oxitocina, um neurotransmissor liberado em grandes quantidades nas relações sexuais e durante o parto e a amamentação, por este motivo é chamado de hormônio do amor.
      Um trabalho divulgado pela Universidade da Concordia, no Canadá, constatou que a oxitocina torna a pessoa mais confiante. Sabe-se ainda que ela pode ser a encarregada de ativar o sistema de recompensa do corpo, estimulando a produção de dopamina, atrelada à sensação de motivação, e diminuindo o nível de estresse. A serotonina regularia todo este mecanismo.
      O resultado final da equação: bons sentimentos + produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar é um indivíduo mais feliz e menos propenso a doenças como depressão e problemas cardiovasculares.

Este é um dos motivos que aplicaremos bastante em nossas técnicas o uso do pensamento positivo.